Recusa de Atendimento e Descaso na Loja Edemais em Vassouras/RJ

Não respondida
Valença - RJ
05/06/2026 às 11:12
ID: 250585025
Recusa Injustificada de Atendimento e Conduta Desidiosa: Violação à Dignidade do Consumidor.
Prezados,
Sirvo-me deste canal para formalizar minha profunda indignação e registrar uma reiterada falha na prestação de serviços por parte da filial da Edemais, localizada no município de Vassouras/RJ.
Nos últimos meses, compareci ao estabelecimento físico em três ocasiões distintas e, de forma sistemática e injustificável, fui submetido a um atendimento deplorável e omisso.
Primeira ocorrência: Houve abstenção total por parte do quadro de funcionários. Nenhum preposto da loja se prontificou a realizar o atendimento inicial básico.
Segunda ocorrência: Ao indagar uma funcionária sobre a disponibilidade de uma calça em meu tamanho, fui informado de forma lacônica que o item constava em estoque. Imediatamente após a resposta, a atendente deu as costas e retirou-se do local sem prestar qualquer auxílio adicional, obstando a conclusão da relação de compra por absoluta desídia.
Terceira ocorrência: Ao solicitar atendimento de forma direta e proativa, fui novamente ignorado por completo pela equipe presente na loja.
Sob a ótica do Código de Defesa do Consumidor (Lei n 8.078/90), a Política Nacional das Relações de Consumo tem como objetivo primordial o respeito à dignidade, saúde e segurança do consumidor (Art. 4). Além disso, a recusa injustificada na prestação de serviços ou atendimento a quem se dispõe a adquirir produtos configura prática abusiva, nos termos do Art. 39, incisos II e IX, do CDC.
Diante de um padrão de conduta tão flagrantemente excludente, torna-se inevitável o questionamento: tal tratamento sistemático estaria fundamentado em um viés discriminatório estrutural? É inadmissível que paire a suspeita de que a recusa de atendimento esteja atrelada a recortes de ordem racial (cor da pele) ou condição socioeconômica. O mercado de consumo brasileiro não deve, sob nenhuma hipótese, tolerar práticas segregatórias ou condutas que firam o princípio constitucional da igualdade.
Como consumidor, não exijo benesses, mas tão somente o cumprimento das normas básicas de urbanidade e o respeito irrestrito que a legislação pátria me assegura.
Registro esta manifestação não apenas como um veemente repúdio à postura do estabelecimento, mas também como um alerta. Exijo que a empresa reveja suas políticas internas de treinamento e padrões de atendimento, garantindo que o princípio da boa-fé objetiva seja respeitado e que nenhum outro cidadão seja tratado com tamanho descaso.
Aguardo um posicionamento formal, tempestivo e resolutivo da administração da empresa.