Atendimento inadequado, dados expostos, impossibilidade de troca e informações contraditórias na loja

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São João de Meriti - RJ

06/01/2026 às 17:15

ID: 236188189

No dia 19/02/2025, compareci à loja e questionei ao segurança se poderia utilizar o cartão feito online sem a presença do titular. Ele entrou em contato com o setor responsável e a funcionária Andressa informou que sim, seria possível.
A partir desse momento, percebi que eu e minha mãe fomos marcadas, pois outra funcionária, Ana Paula, nos abordou exatamente com o mesmo roteiro (Boa tarde, já foram atendidas? Já têm cartão da loja?). Em seguida, a funcionária que no dia 16/12 havia se apresentado como gerente, mas que na verdade é coordenadora, apareceu dizendo que uma bolsa estava reservada há três dias mesmo sabendo que a loja não permite reserva superior a 1 hora.
Eu havia ido à outra unidade conforme orientado anteriormente (tenho o comprovante do Uber), mas a loja estava fechada e precisei finalizar a compra na unidade de Vilar dos Teles.
A funcionária Ana Paula tentou justificar o ocorrido culpando funcionários temporários, quando na verdade é responsabilidade da empresa treinar e orientar a equipe. Ela solicitou que eu realizasse a compra no primeiro andar para evitar nova postura desrespeitosa do segundo andar, algo totalmente fora do padrão.
Mesmo assim, no momento da conclusão da compra fomos impedidos de finalizar a transação, pois a informação anterior havia sido passada de forma errada e de má vontade. Felizmente, nesse dia meu pai e meu esposo estavam presentes e conseguimos concluir a compra e meu esposo, estava com esposo de minha prima, A funcionária Andressa o reconheceu, e sem qualquer motivo profissional ou autorização, utilizou essa informação para localizar meu perfil pessoal no Instagram e me seguir, apesar de nunca termos conversado. Isso configura invasão de privacidade e quebra de conduta ética, reforçando o constrangimento e insegurança causados pela loja.
Para piorar a situação, meu primo também fez o cartão no dia 24/12, e a gerente dissse que iria pedir a liberação dos dados, no mesmo instante chamou a funcionária Andressa para que ela pudesse repassar para setor responsável (algo que não precisou do meu pai e nem do meu esposo) e fazer a criação de senha bastando apenas a funcionária olhar o RG por foto, e Foi realizada uma compra e, em 29/12, minha mãe não conseguiu realizar a troca do presente mesmo com CPF do comprador e sabendo que a loja possui meios obrigatórios para reimprimir a 2 via da nota fiscal.
Toda essa sequência demonstra falta de preparo, informações contraditórias, exposição desnecessária do cliente, constrangimento, risco à segurança dos dados e descaso com o consumidor.
Amanhã retornarei à loja para solução do problema. Caso não seja resolvido, acionarei o PROCON, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor, e formalizarei denúncia.

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