Louis Vuitton se recusa a trocar bolsa com defeito por falha no cadastro interno do produto.

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Curitiba - PR
20/04/2026 às 14:52
ID: 246514747
*Relato: Minha experiência com a Louis Vuitton*
Sempre tive um apreço pela Louis Vuitton. Sendo uma das marcas de bolsa mais conceituadas do mundo, eu esperava qualidade e um pós-venda à altura do preço.
Com o tempo, percebi que a marca tem alguns protocolos rígidos. Pelo que explicam, o cadastro do produto no sistema é feito para evitar problemas com oportunistas que conseguem o produto fora das lojas oficiais. E, em caso de defeito, só com esse cadastro a LV faz a troca.
Eu mesma precisei usar esse protocolo duas vezes. A primeira bolsa começou a esfarelar o couro. Isso me colocou em dúvida sobre a qualidade, mas como eu gostava da marca, continuei comprando. A segunda bolsa, adquirida na mesma data, apresentou outro problema: começou a exalar um odor insuportável. Eu chegava nos lugares e o cheiro chegava antes, gerando comentários do tipo essa bolsa deve ser falsificada. Passei por vários constrangimentos.
Nas duas ocasiões fui até a loja. Pediram a Nota Fiscal, mas como era papel térmico e já havia passado muito tempo, ela tinha apagado. Graças ao cadastro no sistema, a Louis Vuitton localizou a compra e efetuou a troca. O único ponto negativo: tive que escolher outro modelo, porque os que eu havia comprado já não existiam mais.
Infelizmente, a história se repetiu. Outra bolsa começou a apresentar o mesmo mau cheiro. Tomei todos os cuidados possíveis com os produtos, como sempre faço. Levei duas bolsas à loja para verificar.
Foi aí que veio a surpresa: a Louis Vuitton encontrou o cadastro de apenas uma. A outra bolsa carniça não estava registrada no sistema. Isso me fez questionar de novo a qualidade e, principalmente, os protocolos da marca. Por um erro interno negligência ou inexperiência de algum funcionário que não cadastrou a bolsa a LV se negou a trocar. Mesmo com produto autêntico e com meu histórico de várias compras, a resposta foi não.
Fica a sensação de indignação. E um alerta para outros clientes: exijam o cadastro do produto antes de sair da loja. Peçam, além da Nota Fiscal, uma cópia ou comprovante do cadastro. Porque, se depender de erro interno, quem paga o prejuízo é o cliente. E fica a dúvida sobre a qualidade dos materiais que andam usando para fabricar produtos que deveriam ser duráveis.