Obra atrasada e paralisada

Em réplica
Belo Horizonte - MG
21/07/2026 às 12:38
ID: 254454269
Adquiri um apartamento com a expectativa e o planejamento de receber o imóvel dentro do prazo estabelecido em contrato. No entanto, a entrega já está atrasada, inclusive após o término dos 180 dias de tolerância previstos contratualmente. Para piorar a situação, tudo indica que a obra encontra-se novamente parada, sem funcionários trabalhando no local.
Essa não é a primeira vez que isso acontece. No ano passado, a obra também ficou paralisada por um período, o que demonstra que o problema vem se repetindo e contribui diretamente para o atraso na conclusão do empreendimento.
A construtora informa que a previsão de entrega é dezembro de 2026. Porém, ainda faltam mais de 40% da obra para serem concluídos. Como a empresa pretende executar cerca de 40% da obra em apenas cinco meses, sendo que, ao longo do último ano, o avanço foi inferior a 10%? E, com a obra aparentemente parada, sem equipes trabalhando, como esse cronograma será cumprido?
O que mais causa indignação é a falta de transparência e de respeito com os clientes. Até o momento, a empresa não entrou em contato para prestar esclarecimentos, apresentar um cronograma confiável ou buscar um acordo em razão dos prejuízos causados pelo atraso. Todos os meus contatos com o SAC resultam apenas em respostas padronizadas e informações repetitivas, sem qualquer compromisso concreto por parte da construtora.
Continuo cumprindo rigorosamente todas as minhas obrigações financeiras, enquanto a empresa não demonstra o mesmo compromisso com o contrato firmado.
A entrega foi postergada de forma unilateral, sem qualquer proposta de negociação ou contato prévio com os compradores.
Espero que a empresa se manifeste o quanto antes, apresente um posicionamento oficial, divulgue um cronograma realista para a conclusão da obra e busque uma solução justa para todos os clientes que vêm sendo prejudicados por esse atraso.
Mais importante: a obra está parada.
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Resposta da empresa
24/07/2026 às 16:32
Prezado Carlos,
Inicialmente, lamentamos os transtornos decorrentes do atraso na entrega do empreendimento e compreendemos os impactos que essa situação pode ocasionar aos nossos clientes. Reafirmamos o compromisso da Mais Lar Engenharia em conduzir todas as ações necessárias para a conclusão da obra, sempre com foco na qualidade, na segurança e no atendimento aos padrões esperados.
Informamos que, conforme comunicado oficial encaminhado aos clientes, a previsão para entrega das chaves permanece para dezembro de 2026.
Entendemos a sua preocupação em relação ao andamento da obra. É importante esclarecer que, embora em alguns momentos possa parecer que os serviços estejam paralisados na parte física do empreendimento, existem diversas etapas documentais, técnicas e administrativas que precisam ser realizadas para que a obra avance em conformidade com as normas legais e os padrões de qualidade exigidos.
Esses processos envolvem, por exemplo, análises e aprovações de projetos complementares, liberações junto aos órgãos públicos, vistorias de conformidade, contratação de fornecedores e serviços especializados, além da execução de etapas que demandam prazos específicos para cura, testes e validações da qualidade dos materiais aplicados.
Reforçamos nosso compromisso com a transparência e informamos que quaisquer novas atualizações sobre o andamento do empreendimento serão comunicadas por meio dos canais oficiais.
Permanecemos à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas adicionais ou prestar mais informações. Caso necessário, entre em contato pelo WhatsApp (31) 3181-0701 ou pelo e-mail [email protected]
Atenciosamente,
Mais Lar Engenharia
Réplica do consumidor
29/07/2026 às 14:23
Precisamos urgente uma reunião com todos os proprietários e a Mais Lar. O Bela Vista Park está longe de ser entregue em dezembro.
Menos de 60% concluídos e obras praticamente paradas. Fornecedores, funcionários e parceiros sem pagamento abandonaram a obra.
A Mais Lar se recusa a marcar essa reunião e não fornece segurança alguma. Infelizmente, teremos que começar a organizar para todos os proprietários cessarem os pagamentos e forçar judicialmente a destituição da Mais Lar como a construtora do empreendimento.