Buggeiro homofóbico e desrespeitoso estragou o passeio

Reclamação resolvida

Resolvido

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São Paulo - SP

05/10/2022 às 20:45

ID: 151334581

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Contratamos um passeio de buggy com a Marazul, falar que o passeio foi ruim chega a ser um elogio!
Logo que nosso guia, GURGEL, chegou ao hotel, sem trajar camisetas da Marazul (prática que observamos outros fazendo), pedimos o passeio sem emoção, uma vez que em dupla, uma das pessoas tem enjoo e medo. O guia nos solicitou que ficássemos quietos em relação a esse pedido pois haveria outra dupla, dizendo que eles poderiam solicitar com emoção apenas para provocação.
Estranhamos, mas aceitamos, entendendo que o buggeiro respeitaria o pedido e conduziria desta forma.
Durante o trajeto até o hotel da outra dupla, o guia perguntou sobre nossas profissões. Ao informarmos que um de nós era arquiteto, o guia comentou de maneira bastante pejorativa, que houvera uma convenção de arquitetos havia pouco tempo na cidade, e que, nas palavras dele, "só tinha Viado". Homofobia em pleno século 21!!
Ao coletar a segunda dupla, o guia não conversou e nem acertou com as duplas como seria conduzido o passeio, opções de parada para refeições, etc. O guia decidiu realizar o passeio da maneira que lhe agradasse mais, ignorando nossa *******. Na primeira descida de duna, um trecho amplo, que não havia necessidade alguma de realizar manobras, o buggeiro decidiu que o passeio seria com emoção: jogou o buggy na lateral da duna, deixando os ocupantes paralelos ao chão e descendo de maneira bem íngreme. E repetiu do outro lado. E mais uma terceira vez, fazendo um desvio da rota para pegar um morrinho. Reclamamos e pedimos novamente sem emoção, ao que o guia Gurgel decidiu fazer comentários desagradáveis falando que gente como nós, com medo, não deveriam entrar no passeio.
Não suficiente, ele decidiu que o melhor seria que nós desembarcassemos e ficássemos em um quiosque enquanto ele daria voltas nas dunas com a outra dupla. Pedimos então que ele retornasse ao hotel pois não pagamos um passeio caro para ficar em quiosques, e sim conhecer as dunas. Clima tenso, a outra dupla não sabia que havíamos pedido sem emoção e, ao questionar o que estava acontecendo, espusemos a situação, e a resposta foi que para elas seria ok fazer sem emoção, pois o que importava era o passeio. Ao questionar também por que isto não havia sido conversado, o guia se esquivou e, contrariado, seguiu o passeio sem manobras desnecessárias.
Além disto, deveria haver rodizio para banco traseiro, para que todos pudessem disfrutar das paisagens. Logo no começo, o mesmo guia solicitou que nossa dupla escolhesse alguém para ir na frente. Mas acabou aí, não houve mais rodízio. O guia, que deveria organiza-lo pois sabe a duração do passeio, paradas, etc, se calou.
Como não foram conversadas opções de parada para refeições, Gurgel escolheu sozinho o local: um local com pouco apelo local, cheio, caro, e sem opções, forçando a pegar um buffet caro e sem graça, para não torrar no sol. O passeio deveria contar com parada em genipabu, o que não aconteceu.
Ao fim do almoço, estávamos estarrecidos com tamanho descaso. O retorno: uma corrida volta na praia, sempre sem rodízio dos bancos. Seguimos de volta direto à Natal. O passeio acabara.
Houve ainda tempo para mais uma barbaridade do guia: na balsa, é regra descer do carro, por questões de segurança, mas não aos olhos deste senhor: ao iniciarmos a descida do carro, ele nos disse para ficar dentro do buggy. Descaso total.
Na chegada ao hotel, reportamos para a recepcionista, que, estarrecida, abriu reclamação com a empresa. Não houve resposta. No dia seguinte, pela manhã, conversamos com a gerente, que abriu nova reclamação, desta vez com outro contato. Só então, um funcionário da Marazul chamado César, entrou em contato via WhatsApp, pedindo para entender o que acontecera.
Pedimos para falar mais tarde, pois estávamos em passeio no momento, mas depois, mesmo com diversas tentativas de contato, este senhor apenas trocou mensagens.
Expusemos o ocorrido, e as respostas foram sempre no sentido de tentar justificar o injustificável, ao ponto de dizer que as manobras eram necessárias para o buggy não atolar.
Ao tentar chegar a uma conciliação, a proposta dada foi vexatória, frente a um dia perdido com muito aborrecimento. O setor de atendimento ao cliente passa o pano nas atitudes do buggeiro, fazendo o cliente (que paga bem caro) de idiota.
Apenas um comentário sobre o péssimo serviço prestado: NÃO CONTRATEM.

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Resposta da empresa

06/10/2022 às 18:16

Caro Sr. Stephan,

Primeiramente, obrigado por seu feedback. O passeio para as dunas de Genipabu de buggy tem duas nuances a serem observadas: pode ser feito de forma privativa, onde o cliente pode reservar apenas para si ou compartilhar entre mais duas pessoas, como foi o seu caso. O termo com ou sem emoção foi uma brincadeira criada muitos anos antes , para gerar naqueles que nos procuram expectativas e boas lembranças, quanto ao passeio que oferecemos . O simples fato de descer as dunas, por mais que o guia o faça de forma lenta ( o que não é apropriado, visto ser um paredão de areia), já tem emoção. Dito isso, cabe ao guia discutir entre os ocupantes e dar opções para que todos tenham seus pedidos atendidos. E para que cada um tenha uma boa experiência, os que não querem emoção, o bugueiro deixa no quiosque e faz as manobras com aqueles que assim querem . O rodízio dos bancos também é um trato entre os clientes, nosso passeio é dinâmico , as pessoas que estão no passeio podem dialogar livremente, não há que se falar em responsabilidade do bugueiro. Quanto às falas atribuídas ao profissional, é de extrema seriedade sua observação e se assim ele fez, cabe ao Sr. representar contra nós, como solidários que somos enquanto prestadores de serviços, desde que haja provas para tanto, pois o seu direito de reclamar é legítimo, desde que haja responsabilidade , para que não incorra em calúnia, difamação ou violação do direito de imagem da empresa, uma vez que o direito à personalidade do profissional está sendo violado aqui, quando o Sr. cita nomes, tendo o direito de expor a empresa diretamente, não as pessoas físicas. Além das suas reclamações feitas diretamente aos nossos gerentes, ao nosso operacional a quem cabe amenizar problemas e não aumentá-los ( como o Sr. escreve que passamos pano ), cabe ao nosso corpo de funcionários buscar a melhor solução para que o cliente se sinta acolhido , ouvido e isso o fizemos. O restaurante que é nosso ponto de apoio é um dos melhores da região, com extenso buffet, cachaça e sobremesas inclusas no valor pago, de excelente custo benefício. Não é o bugueiro que escolhe, mas a empresa com base na responsabilidade pelos clientes que nos escolhem para passear. Os pontos de apoio são escolhidos de acordo com critérios de higiene, qualidade dos serviços, estrutura e localização. No tocante às respostas dadas pelo nosso gerente e as mensagens trocadas, é nosso procedimento tratar via mensagens para que não haja mal entendido e possamos ter conosco o histórico dos fatos ocorridos, assim também o fizemos com a outra dupla que estava no passeio, visto termos um pós passeio diário, onde na ocasião nos deram também sua visão sobre o mesmo roteiro, enfatizando a paciência, boa vontade do profissional em atender aos anseios de ambos, além do cumprimento do passeio, paradas nos locais constantes em nossos descritivos, inclusive nas brincadeiras que tem tanta ou mais emoção que as dunas , curiosamente . Finalizo nosso retorno à sua reclamação, informando que temos quase 30 anos de mercado, comprometidos com as expectativas dos clientes, ouvindo-os, acolhendo-os , fazendo o melhor, investindo em treinamento, em excelência no atendimento.



Atenciosamente;

Setor de Relacionamento ao Cliente / Setor jurídico Operacional

Réplica do consumidor

07/10/2022 às 06:19

Bom dia!
Vocês distorcem os fatos, amenizando situações que não devem ser amenizadas.

Não há brincadeira alguma em relação ao sem emoção / com emoção. Esta nomenclatura é famosa no Brasil inteiro, e simplesmente todas as pessoas sabem o que isto significa. Não pedi para andar devagar, pois sei guiar em areia e sei que exige técnica e agilidade. Porém, foram realizadas manobras desnecessárias (incursão à lateral de uma duna bastante larga), sem prévio acordo.

Como dissemos anteriormente, não foram expostas alternativas, e isto é SIM resonsabilidade do bugueiro, pois é quem domina o roteiro e age em nome da empresa. E sim, foi ele quem solicitou a rotação inicial dos bancos. Isenta-lo de responsabilidade é, novamente, passar o pano, ato que, estou percebendo, é comum na empresa de vocês.
Teríamos optado pelo passeio exclusivo, se esta modalidade tivesse sido apresentada, e inclusive solicitamos o retorno ao hotel, uma vez que o bugueiro, espontaneamente, disse que pessoas com medo e que passam mal não fazem este passeio. Expondo sua própria contradição, ao dizer que o guia conduz os passageiros com manobras somente ratifica o com emoção que você mesmo negou.

Sobre ter provas, tal *******. Não conheço o bugueiro, não tenho pessoalmente nada contra ele e apenas estou relatando mais um aborrecimento ocorrida no passeio. Pedir provas em comentários desta magnitude exigem gravação e, aí sim, violação de privacidade dos ocupantes. Sua solicitação é o mesmo que uma mulher ter que provar que foi assediada/abusada...
Em alguns temas/comentários, não existe direito à personalidade, como homofobia, racismo, misoginia, nazismo, etc. São [Editado pelo Reclame Aqui] e ponto. Não estou pedindo que ninguém seja preso, pois não cabe a mim, mas sim que vocês ajam com firmeza para evitar que novas situações desta aconteçam com outros clientes.

A proposta de retratação apresentada por vocês (refazer o passeio sem custo), como explicado ao funcionário da empresa, não é viável, pois não estamos mais em natal. Penso que o valor pedido, de 1/3 de ressarcimento, é bastante razoável, frente à omissão de informações no início do passeio, que poderiam ter alterado nossa escolha de maneira a obter mais satisfação com o serviço por vocês prestado. Não foi o que houve, e perdemos um dia com um passeio que nos foi insarisfatorio. Se a empresa topa arcar com todo um passeio gratuito, não vejo por que seria um problema tao grande o ressarcimento de 1/3, visto que isto se trata de um prejuízo menor, em termos financeiros.

Não ficarei discutindo o indiscutível, pois esta troca de mensagens apenas ratifica o que relatei em minha mensagem anterior a respeito da empresa. Não houve sequer tentativa de repor nossa insatisfação na resposta deste canal. Resta minha recomendação a outros potenciais clientes que tenham atenção ao contrata-los (empresa que nem cadastrada no site https://******* está).

Réplica da empresa

07/10/2022 às 15:30

Olá Boa tarde!

Lamentamos mais uma vez todo o transfono causado em decorrência de sua experiência durante o passeio de Buggy em Natal, Todas a providencias foram tomadas para que casos como este não torne a acontecer. Já tomamos as devidas medidas cabíveis e decidimos aceitar sua proposta de ressarcimento de 1/3 do valor pago pelo passeio.

Atenciosamente,

Wendell Lopes
Gestor de Relacionamento.

Consideração final do consumidor

13/10/2022 às 17:22

Após longas e irritantes tratativas, sempre sem sucesso, nossa solicitação foi atendida. O Sr. Wendell Nunes se mostrou extremamente prestativo, no momento que entrou em contato, sendo o único da empresa a se prontificar a escutar, sem querer achar desculpas descabidas.

O problema foi resolvido?

Reclamação resolvida

Resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

2