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São Paulo - SP

22/05/2025 às 19:59

ID: 217777179

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Faço parte do condomínio Modo Saúde e pessimamente administrado pela empresa Max Síndicos através do Sr ***** e Sr *****. Foram dois anos de descasos, péssima manutenção, péssimo canal de contato e péssimo relacionamento. Para terem ideia, eles não foram capazes de em dois anos resolver um problema de acesso de veículos. São tão incapacitados que tivemos de formar comissões exclusivas para determinados assuntos e mesmo assim eles não cumpriam nada do que era combinado. A relação foi péssima durante todo o período e resultou agora na decisão pela retirada dessa empresa de forma unânime pelos proprietários. Estamos em processo de troca e nem mesmo nessa transição a Max atuou de forma digna, praticamente abandonando o condomínio e nem participar da última assembleia eles participaram (mesmo ainda sendo pagos durante esse período). Por fim, agora que outra empresa de sindicância assumiu, estamos descobrindo mais temas dessa péssima administração, como por exemplo a contratação de uma empresa para aquecimento das piscinas sem exigir a emissão de nota fiscal. Péssimos. Fujam dessa empresa.

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Resposta da empresa

30/01/2026 às 22:12

Prezado Sr. Fabrício,

Espero encontrá-lo bem!

Prezamos pela transparência e entendemos que processos de implantação de novos condomínios são, por natureza, desafiadores e sensíveis. Ainda assim, é importante esclarecer alguns pontos para que os fatos sejam corretamente contextualizados.

O tema relacionado ao acesso de veículos decorreu de limitações do sistema originalmente entregue pela construtora, composto por quatro portões operando simultaneamente. Desde o início, foi esclarecido que o tempo de liberação exigia uma dinâmica de uso adequada, sendo que parte dos transtornos se deu pela impaciência de alguns usuários em aguardar o ciclo completo do sistema, e não por ausência de atuação da administração. A comissão da qual o senhor fez parte, foi criada para que os moradores, pudessem discutir soluções adequadas a realidade do condomínio e as alterações sugeridas também dependiam das empresas responsáveis pelo ajuste do sistema com novos parâmetros de acesso.

Durante o período de implantação, diversas demandas estavam dentro do prazo de garantia da construtora, razão pela qual buscamos, de forma responsável, que as correções fossem conduzidas diretamente por ela, preservando os direitos do condomínio e evitando custos indevidos aos proprietários.

Quanto à assembleia de eleição do novo representante, esclarecemos que não houve rescisão contratual, mas sim o encerramento natural do mandato ao final do período de dois anos, conforme previsto. Em consenso com o conselho da época, optou-se por não apresentar nova candidatura após o término do primeiro ciclo do condomínio fase conhecida por sua complexidade e ajustes iniciais. A ausência nessa assembleia específica ocorreu por incompatibilidade de agenda, sendo relevante destacar que as contas do período aprovadas pelo conselho na época foram referendadas pela assembleia, o condomínio apresentava boa saúde financeira e resultado superavitário, refletindo uma gestão financeiramente responsável, principalmente neste início de vida do condomínio onde a taxa de ocupação reflete proporcionalmente nos gastos do condomínio.

Reforçamos que todo o processo de transição ocorreu dentro da normalidade, considerando é claro esse cenário de implantação e desejamos sinceramente que a nova gestão tenha conseguido superar às expectativas dos condôminos nesta nova etapa - .

Obrigado por aguardar nossa resposta!