Vestido de noiva sem bainha e apertado demais, vestido de dama de primeira locação foi alugado para outra pessoa e destruído.

Não resolvido
São Gonçalo - RJ
27/05/2016 às 15:29
ID: 18826765
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesAluguei meu vestido na Maria Clara Noivas em uma feira de noivas. No dia, experimentei o vestido e disseram que mesmo a cauda sendo grande, dava para fazer bainha, já que o vestido era da minha medida, só que com cauda comprida pela minha altura. Paguei à vista, e por isso, tinha direito ao desconto de 10% em aluguel de roupas de damas. Aluguei o vestido das três damas lá. Os problemas começaram, meu casamento marcado para dia 08/11/15 e no meu contrato o vestido de noiva estava alugado para o dia 08/11. No entanto, na agenda da loja, meu vestido estava reservado para agosto, se eles não me ligassem para saber o porquê do não comparecimento da prova, eu não ia saber do erro, o problema só não foi maior porque foi para antes, porque se fosse um erro para uma data após o casamento, eu ficaria sem vestido. Perto do casamento, fui pagar os vestidos das damas e o vestido de uma delas estava encardido, desfiado e feio. Com toda paciência, troquei por um mais caro, de primeira locação (que não poderia ser alugado antes da minha data) e paguei a diferença para não correr o risco de no dia do casamento estar feio. Quando chegou a semana do casamento, na quarta-feira, dia 03/11, chegamos para minha prova e das damas. Durante a minha prova pedi para que não apertasse o vestido, pois já estava bom, queria apenas que tirasse da bainha pois a cauda era enorme. A vendedora quis recusa-se a isso e marcou apenas uma vez, dizendo que a costureira seguiria a medida por ali. Na loja infantil, ficaram enrolando para trazer o vestido da dama de primeira locação, da parte da manhã (hora que a loja abriu) até a hora de depois do almoço, para por fim, descobrirmos que a loja havia alugado em primeira locação para nós e para uma outra pessoa, sendo que esta outra pessoa tinha deixado o vestido rasgar, por isso a [Editado pelo Reclame Aqui] de primeira locação foi descoberta. Tiraram as medidas dela e falaram que na sexta, dia de buscar o vestido, dia 06/11, o vestido estaria assim como o que eu aluguei, que fariam um igual. Chegando lá no dia 06/11, só desespero. Meu vestido de noiva estava com a cauda do mesmo tamanho de quando sai na quarta, além disso o vestido estava tão apertado que não dava para respirar. Fiquei o dia inteiro esperando as coisas se resolverem e não foram resolvidas. Na loja das damas mais uma vez erraram, não tinham feito o vestido da dama ainda, no dia de buscar, e passaram o dia inteiro prendendo uma criança de apenas 7 anos para ficar provando enquanto eles faziam durante todo o dia. A menina estava sem se alimentar direito por causa disso, passou o dia a disposição da loja. A criança começou a chorar de desespero, a ficar com febre. E quando desistimos de esperar fazer este (já que a situação estava fazendo mal à criança) a loja alegou que não tinha nenhum outro vestido para trocar. Já havia passado o horário das demais lojas fecharem e estávamos reféns da Maria Clara, porque se fossemos embora, não teríamos onde alugar outro. A dona da loja, para completar, ainda nos faltou com respeito, enquanto meu marido, minha mãe e irmã esperavam na loja infantil, eu esperava na loja de noivas. A dona da loja passou pela integração entre lojas, sem a gente saber, escondida, e começou a falar mal da gente, sem saber que do provador em que eu estava dava para escutar tudo. Chamou meu marido de “advogado de [Editado pelo Reclame Aqui], que acha que esperando ia conseguir alguma coisa”, na hora que escutei isso, entrei na sala em que ela estava e ela gelou pedindo para eu me acalmar, que não era isso que ela tinha falado, que eu estava enganada. Neste momento prometi que ia colocá-la na justiça. E é o que irei fazer agora, com mais calma e tempo, pois além da falta de respeito que teve comigo, com minha dama, alugou um vestido mais de uma vez como primeiro aluguel para lucrar mais. Além disso, estava humilhando suas costureiras para resolverem o problema, sendo que não era culpa delas. Se as costureiras estavam meia noite ainda em uma loja sobre pressão (sendo uma delas idosa) era por erro da loja, não porque eu cobrava meus direitos de sair da loja com os vestidos como prometido. Se não tivessem alugado o vestido da minha dama sem poder, ele estaria lá, em perfeito estado. Ou pelo menos tivessem consertado o erro fazendo um vestido igual a tempo, mas não, deixaram para fazer no dia da entrega. Se tivessem marcado e feito minha exigência de tirar a bainha do vestido de noiva alugado por mim, não teria que ficar lá o dia todo, mas não, alugaram o vestido para uma pessoa baixa, mas não queriam mexer na renda fazendo bainha, eu andava e pisava no vestido, ficava sempre prestes a cair, e ela afirmando que vestido com cauda não se mexe. Em resumo, saí da loja meia noite (estava lá desde a hora do almoço e minha irmã com minha sobrinha desde de manhã) sem nenhum dos dois problemas resolvidos. Ela tentou nos vencer pelo cansaço. O vestido da dama era muito inferior ao que havia sido alugado, minha irmã saiu com as pedras na mão para bordar em casa, pois foi entregue sem as mesmas, e minha sobrinha queimando em febre de nervoso. Eu sai com um vestido tão apertado que no sábado tive que arranjar uma costureira para consertar o erro da loja, ou seja, ainda tive que pagar por isso, por um erro deles. A costureira afirmou que o que eles fizeram foi me enrolar, pois realmente não tem como ajustar a cauda em um dia só. Portanto, nem ela pôde. Para me ajudar, me cedeu uma anágua sua, para tentar fazer o vestido subir mais um pouco, colocou um ganchinho para eu poder pendurar a cauda um pouco e tentar diminuir pelo menos para eu não pisar sobre o vestido e cair. A costureira teve que abrir todo o busto e cintura do vestido e aumentar 5 centímetros em cada lado, ou seja, estava 10 centímetros mais apertado do que deveria, não dava para respirar, quanto mais andar, falar, comer, beber, rir, chorar. Após tudo isso, todo aborrecimento, toda falta de respeito, toda espera e meus gastos extras. A loja foi incapaz de se desculpar, reparar meus danos, dar uma resposta. NADA! Por falta de tempo, não havia conseguido colocar na justiça antes. Mas farei ainda na semana que vem. Ela irá pagar por todos os danos materiais e morais, foi muita falta de respeito, além do tempo, aborrecimento e dinheiro gastos a mais para simplesmente ter o que eu deveria ter, por direito, os vestidos alugados conforme o serviço foi pago, de forma correta. E esta dona vai se arrepender amargamente de tudo que falou sobre nós. Se fossem outras pessoas, teriam acabado com ela, teriam-na xingado, destratado, feito coisas erradas, mas não, esperamos na paciência e mesmo assim fomos destratados e saímos da loja sem os problemas resolvidos. Então, de acordo com justiça, ela pagará o que deve. Esta dona de loja só faz isso porque sabe que depois do casamento, os noivos têm a lua de mel, ficam fora viajando e quando voltam, tem presentes e listas para organizarem, além dos móveis e presentes dentro de casa e acabam sem tempo e esquecendo de cobrar na justiça. Mas desta vez não deu certo. Passei por todo este trajeto e não esqueci. Ela vai pagar pelo que fez na justiça. E assim, vai pensar muitas vezes antes de fazer novamente com outras pessoas.
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Consideração final do consumidor
06/08/2018 às 12:54
Péssimo. Nenhuma tentativa da empresa em reparar o erro.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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