Serviço de alimentação inadequado e falta de sensibilidade no pós-operatório infantil

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São Roque - SP

23/09/2025 às 11:56

ID: 227595743

Venho registrar minha indignação com o serviço de alimentação da empresa Máxima durante a internação do meu filho para uma cirurgia. O que ocorreu foi grave e trouxe muito sofrimento para uma criança em pós-operatório.

Falta de jantar na noite anterior: meu filho foi internado no dia 21/09 à noite e, após às 20h, entrou em jejum. Porém, mesmo antes do jejum ser obrigatório, não foi servido jantar ele recebeu apenas algumas bolachas.

Atraso e falha após a cirurgia: a cirurgia terminou por volta de 12h20 do dia 22/09, e, às 13h36, a refeição foi enviada ao quarto. Porém, como houve demora na transferência dele, quando subiu ao quarto a comida já estava fria. Não houve reposição imediata. O copeiro até informou que poderíamos solicitar outra, mas meu filho, com fome após horas de jejum, acabou sendo obrigado a comer a comida fria.

Demora e falta de informação no período da tarde: às 16h22, entregaram apenas pães no quarto, mas a refeição completa só chegou às 17h. Isso poderia ter sido evitado, já que a comida poderia ter subido junto com o pão. Além disso, em nenhum momento fomos avisados que já não havia mais almoço, apenas jantar. Essa falta de informação prolongou ainda mais a espera e a angústia.

Falta de sensibilidade com paciente pediátrico: trata-se de uma criança, em jejum desde o dia anterior, debilitada pelo procedimento, que precisou enfrentar horas sem refeição adequada, comer comida fria e lidar com atrasos injustificáveis.

O único ponto positivo foi a atitude do copeiro (*****, não recordo exatamente o nome), que tentou auxiliar diante da situação e demonstrou preocupação, diferente do restante do processo que evidenciou descaso e desorganização total.

Esse serviço é inaceitável em um hospital, principalmente em casos pediátricos, onde a alimentação faz parte do cuidado essencial.

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