Cliente se sente constrangida ao ser convidada a se retirar da mesa por consumir produto de outra loja na Kopenhagen.

Respondida
Rio de Janeiro - RJ
09/03/2026 às 16:29
ID: 235730059
Boa tarde,hoje me senti constrangida pela loja kopenhagen,sentei em uma das mesas com meu esposo consumindo um sorvete da concorrência,fomos abordados pelo funcionário que nós trouxe o cardápio para consumir ,porém falamos ao mesmo que no momento a gente não gostaria de nada
Ele nos convidou a sair da mesa pois só poderia sentar se fosse consumir algo
Me sentir constrangido como consumidora por ser um lugar público,e não tinha nenhuma placa sinalizando que só poderia sentar se fosse consumir .frequento esse shopping a anos nunca fui tratada dessa forma.fica aqui minha indignação ,mesmo que eu queira comprar na kopenhagem pode ter certeza que não comprarei não indicareis pra ninguém essa loja .falta de empatia é educação do funcionário
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Resposta da empresa
09/03/2026 às 17:57
Boa tarde, senhores leitores!
Vamos nos utilizar da seguinte frase abaixo, extraída da narrativa dessa senhora queixosa, por onde já poderíamos resumir a resposta que se dará a essa reclamação:
"sentei em uma das mesas com meu esposo consumindo um sorvete da concorrência"
Vamos aos devidos esclarecimentos...
O espaço de comodato da loja é um ambiente muito confortável, seguro e diferenciado, criado com esmero para atender nosso público. É um espaço LOCADO, MANTIDO e PAGO pela empresa ao shopping, sendo de uso PRIVADO e EXCLUSIVO para nossos clientes, condicionada a permanência de pessoas no local mediante consumação de nossos produtos. Isso está bem claro e sinalizado (por escrito e adesivado) em TODAS as mesas (temos fotos). O comodato da loja correspondente a um restaurante e cumpre essa finalidade para a empresa e seus clientes, sem sequer cobrar taxas de serviço. Para outras finalidades não vinculadas ao nosso negócio, o shopping dispõe de ampla praça de alimentação que fica a disposição do público em geral.
Na rede de lojas Kopenhagen, até o tempo de atendimento a qualquer pessoa é contado, por isso nosso atendente abordou a senhora e deixou o cardápio para depois retornar e continuar o atendimento. E sim, caso a pessoa não esteja disposta a cumprir o estabelecido para a utilização do espaço privado (que, repetimos, está explícito por ESCRITO em todas as mesas), pedimos cordialmente que o deixe livre para nossos clientes usufruirem. Isso não é coação e sim normas de uso, gozo e fruição da propriedade privada estabelecidos no Código Civil.
Frize-se que ninguém se senta num restaurante para não consumir nada, ou vai ao consultório do dentista para não ser atendido pelo profissional, tampouco ninguém vai ao escritório de um advogado se não for para tratar de questões jurídicas. Acontece que as pessoas hoje em dia perderam quase que por completo a noção de educação e de limites, forçando-nos a testemunhar cenas esdrúxulas no cotidiano.
Mesmo zelando por tudo isso, ainda nos deparamos com situações onde diversos tipos de pessoas, sem nenhuma educação e/ou acanhamento, sujam o espaço que não lhes pertence, vandalizam nossos móveis, furtam peças decorativas, tentam consumir produtos de outros estabelecimentos em nosso ambiente SOB RISCO DE CONTAMINAÇÃO CRUZADA (regra que observamos e seguimos segundo determinações da própria ANVISA), tentam se deitar nos sofás e, pasmem, já trocaram até fraldas de crianças deixando fezes espalhadas pelo chão! Simplesmente não dá pra negociar o inadmissível e essa proibição será mantida, sem tolerância alguma de consumo de outros produtos em nosso espaço! Isso é definitivo!
Após essa elucidação, reiteramos a postura da empresa de continuar a utilizar o comodato seguindo as mesmas regras e amparada pela Lei. Sendo isso necessário para que nossos clientes possam encontrar o conforto e experiência que buscam em nossas lojas.
Sendo assim, reforçamos nossa qualidade nos produtos da marca, em excelência de serviços e, principalmente, no atendimento; convidando essa senhora a talvez um dia retornar na loja na qualidade de cliente e não de mera passante, que nem sequer soube escrever o nome da empresa em sua reclamação.
Obrigado!