Tratamento abusivo, constrangimento e recusa de atendimento nas lojas Mega 20

Não resolvido
Itambé - PE
03/02/2026 às 17:10
ID: 239668583
Constrangimento, humilhação pública, recusa de atendimento e possível violação ao Código de Defesa do Consumidor Mega 20
Venho registrar reclamação formal, com fundamento no Código de Defesa do Consumidor (Lei n 8.078/90), em razão do tratamento abusivo, constrangedor e humilhante que sofri nas unidades da rede Mega 20 localizadas em:
Pedras de Fogo PB (***** Centro)
Itambé PE (próximo ao Correio)
Sou consumidor que entrou nas lojas de forma regular, com intenção clara de compra. Em dezembro, inclusive, adquiri várias bermudas do mesmo modelo, apenas variando as cores disponíveis. Ainda assim, fui submetido a atendimento negligente, com funcionários que se recusam a prestar orientação adequada, descumprindo o dever básico de atendimento previsto no art. 6, III, do CDC (direito à informação adequada e clara).
Na unidade de Pedras de Fogo PB, a situação se agravou quando a pessoa que se apresentou como gerente (mulher de cabelo cacheado, no caixa) adotou postura hostil, retaliatória e discriminatória.
Ao relatar, de forma educada, que uma bermuda apresentava pequeno defeito no tecido, recebi a resposta:
Aqui é loja de 20.
Tal fala é abusiva e depreciativa, sugerindo que o consumidor deve aceitar produtos defeituosos por se tratar de loja popular, o que viola diretamente o art. 18 do CDC, que trata da responsabilidade do fornecedor por vício do produto, independentemente do preço.
A partir daí, a gerente passou a:
ignorar deliberadamente minhas perguntas,
falar com terceiros me deixando sem resposta,
afirmar falsamente que eu estaria gritando, mesmo eu possuindo baixa audição decorrente de acidente,
retirar produtos da minha mão,
recusar a venda de mercadorias sem justificativa legal,
ordenar a outros funcionários que não me atendessem,
proferir insinuação ofensiva e discriminatória ao dizer, em público, que eu não era do CAPS,
e ainda ameaçar chamar a polícia, sem qualquer situação que configurasse [Editado pelo Reclame Aqui] ou desordem.
Essas condutas configuram, em tese:
constrangimento ilegal,
humilhação pública,
abuso de direito,
discriminação,
e violação ao art. 39, II e IV, do CDC (recusa injustificada de atendimento e prática abusiva).
Tudo ocorreu na presença de outros consumidores, agravando o dano moral sofrido, o que pode ensejar responsabilização civil da empresa, conforme entendimento pacífico da jurisprudência.
Ressalto que a unidade de Itambé PE apresenta comportamento semelhante, com gerência igualmente arrogante e despreparada, reforçando que se trata de falha sistêmica na gestão e treinamento, e não de caso isolado.
Relato ainda episódios envolvendo terceiros, como:
recusa em testar produtos elétricos,
desconfiança injustificada quanto a defeitos,
e negativa de garantia adequada, contrariando os arts. 18 e 26 do CDC.
Diante do exposto, aguardo posicionamento formal da empresa, bem como:
apuração interna dos fatos,
capacitação urgente de funcionários e gerentes,
garantia de que práticas abusivas não se repitam.
Ressalto que este registro poderá ser utilizado como prova documental em eventual reclamação junto ao Procon, Ministério Público ou Juizado Especial Cível, caso não haja solução adequada.
Esta reclamação não tem caráter ofensivo, mas visa assegurar direitos básicos do consumidor e impedir que outros passem pelo mesmo constrangimento.
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Consideração final do consumidor
07/05/2026 às 12:48
**RECLAMAÇÃO FORMAL CONSTRANGIMENTO, HUMILHAÇÃO PÚBLICA, DISCRIMINAÇÃO E POSSÍVEL VIOLAÇÃO AO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR**
Venho complementar a presente reclamação formal em face da rede Mega 20, especialmente das unidades de Pedras de Fogo/PB e Itambé/PE, diante da ausência total de resposta da empresa e da continuidade das situações constrangedoras sofridas posteriormente.
Após os fatos já relatados anteriormente, busquei resolver a situação de maneira pacífica e respeitosa, tentando conversar diretamente com o proprietário da empresa. Contudo, fui novamente tratado de forma desrespeitosa, sendo interrompido diversas vezes e impedido de expor adequadamente os acontecimentos.
Durante a conversa, o proprietário adotou postura debochada, desdenhosa e incompatível com o dever mínimo de respeito ao consumidor, chegando a afirmar frases ofensivas e depreciativas relacionadas à minha pessoa, insinuando que eu seria alguém cheio de problemas, em tom claramente constrangedor e humilhante.
Tal conduta demonstra total despreparo para atendimento ao público e profundo desconhecimento dos direitos básicos garantidos pelo Código de Defesa do Consumidor, especialmente quanto ao dever de respeito, dignidade e boa-fé nas relações de consumo.
Posteriormente, em outro episódio ocorrido nas proximidades da loja, o mesmo proprietário iniciou comentário de cunho potencialmente homofóbico direcionado a uma funcionária. Antes que a frase fosse concluída, deixei claro que manifestações discriminatórias podem configurar [Editado pelo Reclame Aqui], razão pela qual interrompi imediatamente a situação e informei que, caso houvesse continuidade, buscaria as autoridades competentes.
Ressalto que a homofobia e a transfobia são equiparadas ao [Editado pelo Reclame Aqui] de racismo pelo Supremo Tribunal Federal, nos termos da decisão da ADO 26 e MI 4733, podendo gerar responsabilização criminal conforme a Lei n 7.716/1989.
Além disso, toda a sequência de acontecimentos reforça a percepção de que há falha grave na gestão da empresa, ausência de treinamento adequado e tolerância com práticas abusivas, constrangedoras e discriminatórias.
Como consumidor, sinto-me profundamente desrespeitado, humilhado e desestimulado a retornar ao estabelecimento, não recomendando a empresa diante da experiência vivenciada e da postura adotada por seus representantes.
Diante da gravidade dos fatos e da ausência de qualquer tentativa de solução amigável, informo que esta manifestação poderá ser utilizada como prova documental perante:
* Procon;
* Ministério Público;
* Delegacia competente;
* Juizado Especial Cível;
* e demais órgãos responsáveis pela fiscalização das relações de consumo e combate à discriminação.
Reforço que esta reclamação possui finalidade exclusivamente legítima e jurídica, baseada no exercício regular do direito do consumidor e da liberdade de manifestação, sem qualquer intenção ofensiva, mas com o objetivo de impedir que outras pessoas passem pelo mesmo tipo de constrangimento e humilhação pública.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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