Painel de pedra natural defeituoso: falta de solução e judicialização forçada

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Belo Horizonte - MG
19/02/2026 às 12:41
ID: 241081805
Registo aqui uma nova manifestação porque, mesmo após diversas tratativas, o problema continua sem solução e a empresa tenta transferir a responsabilidade da situação para o consumidor.
Adquiri um painel de pedra natural sob medida, pago integralmente, e recebi dois produtos sucessivamente defeituosos, com problemas relevantes de tamanho, trincas e acabamento, que impediram completamente a utilização. Após meses de tentativas de solução, a própria empresa retirou o material com a promessa de devolução do valor pago.
No entanto, a devolução nunca ocorreu.
A empresa afirma agora que não restituiu o valor porque a demanda foi judicializada. Isso não corresponde à realidade. A judicialização só aconteceu porque a empresa não quis resolver o problema extrajudicialmente quando teve oportunidade clara de fazê-lo.
Foram feitas diversas tentativas de acordo. Inclusive, houve contato por meio de advogado, que alertou expressamente que a judicialização apenas aumentaria custos e desgastes, sendo perfeitamente possível resolver a situação de forma direta, com a devolução do valor pago. Ainda assim, a empresa optou por não solucionar.
Na época, em uma das tratativas telefônicas, uma funcionária chegou a afirmar que os sócios eram muito ricos e que a empresa seria apenas um passatempo, o que demonstra o pouco caso com a situação e com o consumidor.
Agora, a empresa vem a público afirmar que é séria e responsável, mas, na prática, não resolveu o problema como deveria quando teve oportunidade, não restituiu o valor e obrigou o consumidor a buscar o Judiciário para garantir um direito básico.
Ou seja: fui obrigado a judicializar a demanda justamente pela falta de solução extrajudicial e pela postura adotada pela empresa.
Como consumidor, deixo registrado que não aconselho a contratação dos serviços da empresa, diante da experiência vivenciada: produto defeituoso, ausência de solução efetiva, necessidade de judicialização e demora na restituição do valor pago.
O objetivo sempre foi simples: receber o que é devido por um produto que nunca pôde ser utilizado. Infelizmente, isso só está sendo possível por meio do Judiciário.