Uso Indevido de Vaga PCD e Falta de Suporte do Supermercado

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Rio de Janeiro - RJ

16/03/2026 às 10:33

ID: 243319059

Data: 15/03/2026 Horário: 10h00
Local: Supermercados Guanabara Unidade Barra da Tijuca

Ao estacionar meu veículo no estacionamento do supermercado, observei um homem estacionando em uma vaga destinada a pessoas com deficiência. O indivíduo (homem, aproximadamente 40 anos, sozinho) saiu do carro e não apresentava qualquer sinal visível de deficiência, tampouco havia identificação no veículo que autorizasse o uso da vaga.

Informei ao motorista que aquela vaga era exclusiva para pessoas com deficiência. Ele respondeu apenas: Eu sei, dando de ombros e demonstrando total descaso com a situação.

Entendo que a postura individual do cliente, marcada por evidente falta de educação, não é responsabilidade direta do supermercado. No entanto, diante da irregularidade, procurei auxílio no guichê de pagamento do estacionamento. O atendente informou que não poderia fazer nada e orientou que eu procurasse os agentes do próprio estacionamento.

Retornei então ao estacionamento e encontrei dois seguranças uniformizados, que estavam em motocicletas e conversando entre si naquele momento. Relatei o ocorrido e, novamente, fui informado de que não poderiam tomar nenhuma providência.

Segundo os seguranças, seria necessário acionar a Guarda Municipal para verificar o veículo, mas eles afirmaram que não poderiam fazer esse acionamento. Um deles chegou a comentar que até poderia entrar em contato com a Guarda Municipal, porém isso poderia gerar um confronto com o cliente, o que, segundo ele, não seria bom, reiterando assim que não faria nada a respeito.

Diante disso, ficam as seguintes questões:

Qual é o papel do supermercado em situações como essa?

Quais medidas efetivas o Supermercados Guanabara adota ou pretende adotar para coibir o uso indevido de vagas destinadas a pessoas com deficiência?

Além da atitude desrespeitosa do motorista que estacionou irregularmente, também me senti frustrado por perder tempo tentando resolver a situação com funcionários do estabelecimento, sem que nenhuma providência fosse tomada.

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