Falha na defesa do código do consumidor

Não respondida
São Paulo - SP
17/06/2026 às 16:25
ID: 251671491
No dia 12/06/2026 (sexta-feira), o meu veículo (Hyundai HB20) apresentou problemas mecânicos e não ligava.
Diante disso, foi acionado o serviço de guincho por meio do seguro "Star Veículos". O motorista do guincho, identificado como *****
(contato: *****), retirou o automóvel e, conforme orientação prévia do funcionário *****, da "Mecânica Barbosa",
transportou o veículo até o endereço da referida oficina. Posteriormente, a Mecânica Barbosa enviou o orçamento inicial via
WhatsApp, e começamos a conversar, aprovei o serviço e a entrega do veículo ficou combinada para o dia 15/06/2026 (segunda-feira). No dia 13/06/2026 (sábado), recebi uma mensagens no WhatsApp de um número que afirmava ser da mesma mecânica (*****). O interlocutor alegou a existência de novos problemas no HB20 e solicitou autorização e pagamento antecipado para a
compra de peças direto com o fornecedor. Confiando se tratar da oficina, autorizei e realizou três transferências consecutivas à
medida que novos supostos problemas eram relatados, como não havia conseguido realizar o pagamento pelo Itaú que é o meu
banco, pedi para que minha mãe fizesse a transferência do valor e depois eu acertava com ela, ela fez da conta dela um valor de
920,00 e depois eu consegui fazer mais 625,00 do banco da nubank. totalizando um prejuízo de R$ 1.545,00 (mil quinhentos e
quarenta e cinco reais). No dia 15/06/2026 (segunda-feira), recebei uma mensagem do contato oficial do funcionário *****
informando que o carro estava pronto e que o valor do serviço era de R$ 1.347,00. O pagamento legítimo foi realizado na oficina. Ao
vistoriar o carro e questionar o mecânico sobre as peças que haviam sido pagas no sábado (como a ventoinha, bobina e o compressor
do motor), foi constatado que tais peças nunca haviam sido solicitadas pela oficina e que a mecânica não tinha conhecimento
daquelas mensagens. O funcionário ***** informou que a empresa estava sendo alvo de um [Editado pelo Reclame Aqui] e que terceiros estavam utilizando
dados dos clientes para aplicar [Editado pelo Reclame Aqui], eximindo-se de culpa. Diante do exposto, restou evidente que a comunicante foi vítima de
[Editado pelo Reclame Aqui] praticado por terceiros que detinham informações privilegiadas sobre a entrada do veículo na oficina.