Violação de Dados Sigilosos dos Alunos e Desigualdades Sociais

Não respondida
Belo Horizonte - MG
05/06/2026 às 21:54
ID: 250642551
Alguns professores da PUC Minas capturam dados de processos de segredos de justiça de alunos e divulgando a intimidade e vida privada dos discentes que os denunciam por abuso e desrespeito. O professor ***** está capturando dados e, para não corrigir provas que ele errou, acusa alunos usaram inteligência Artificial nos trabalhos e nas provas. É impossível saber matérias de 2 anos em 4 meses. Os alunos nem podem consultar nada é uma acusação do Felipe. Além disso, há muitos erros de português nas provas e cobra coisas não ensinadas em sala. O prof ***** reprova pessoas que estão passando dificuldades de saúde e com filhos nos hospitais porque as pessoas de baixa renda não tem dinheiro pra pagar enfermeiras particulares. E quase não sobra tempo pra estudar porque são muitas horas de trabalho para pagar o curso e mais de 4 horas dentro dos ônibus que agarram na av Amazonas. Os profs ***** e ***** dificultam ao máximo as provas para gerar mais reprovações e segurarem os alunos sem formar durante muitos anos. Já reclamamos na ouvidoria da PUC e no Procon e nada foi feito. A PUC Minas não pode ser referência global em ensino devido a falhas na gestão dos recursos públicos e a alguns professores que violam o decoro e usam de má-fé pra prejudicar alunos. O prof Alexandre (que dá aulas de administrativo e de tributário) sempre falta sem avisar os alunos. Esse prof leciona com total desleixo e desmazelo. Não ensina nada para os alunos porque conversa sobre coisas que nada tem a ver com a matéria.
Enquanto alunos de alta renda que ficam o dia todo estudando porque os pais pagam são cobrados muito menos. Isso aumenta as desigualdades sociais porque não pode haver ascensão social no Brasil. Por isso, muitas pessoas com ensino superior continuam na pobreza porque as universidades privadas e faculdades nada fazem para ajudar. Diversos universitários, da PUC Minas Barreiro, estão sendo prejudicados por professores (que lecionam bem as aulas) porque as provas estão com níveis muito elevados e prejudicam a aprovação da turma, tanto que muitos alunos estão com baixa nota. Os cidadãos querem saber onde está o dinheiro público investido para pesquisas acadêmicas pela Capes, Fapemig, CNPQ, Lattes, etc. Faltam soluções institucionais e pedagógicas. Porque os professores ***** e Felipe Vaz de Mello e não aceitam recurso contra a prova e nunca podem auxiliar os alunos. Tanto, que não fornecem trabalhos e outras formas de pontuações e avaliações. Muitos alunos que participam das aulas ativamente não ganham nada de pontuação. Quando há pontuações por palestras dificultam o acesso e a entrega para não darem os pontos para os alunos. A maioria da turma teve notas baixas, mesmo os alunos participantes. Faltam revisões pré prova para orientação pedagógica melhor. Falta revisão da prova pelo colegiado junto com a coordenação, Núcleo Docente Estruturante (NDE), Colegiado do curso, Comissão de avaliação, e departamentos estudantis (proibidos na PUC). Em vez de provas extremamente difíceis, a avaliação poderia combinar: provas, trabalhos com pesquisas acadêmicas, estudos de caso, seminários acadêmicos com relações internacionais de pesquisas acadêmicas, projetos, exercícios práticos. Onde já se viu basear a inteligência das pessoas por uma única prova? Faltam métodos pedagógicos e atividades de extensão acadêmica que colabora com as comunidades para trabalhar na redução das desigualdades sociais e gerar ascensão social. Os professores dominam profundamente o conteúdo, mas não receberam formação específica em avaliação educacional/pedagógica.