Imperalismo dos EUA na América Latina impede Mercosul de ser Potência Global

Não respondida
Belo Horizonte - MG
03/01/2026 às 22:28
ID: 236534379
É vergonhoso que as rivalidades entre as nações, os ódios e as intrigas, não possam cessar. Os preconceitos e animosidades de raça deveriam ser substituídos por amizade, entendimento mútuo e cooperação e boas relações internacionais. Os cidadãos estão cansados de contendas religiosas e de barreiras/restrições econômicas e divisão das famílias em classes. Não entendemos porque os EUA não podem colaborar com a paz na América Latina e extinguir a pobreza extrema e excessiva acumulação de bens. Há muito desperdício energia com guerras (econômicas, políticas, bélicas). Não pode haver busca da promoção de estimular a vida intelectual, moral e espiritual da humanidade inteira porque os EUA só querem enriquecer infinitamente [Editado pelo Reclame Aqui] petróleo e riquezas da América Latina com a força. Se Trump quisesse a liberdade dos venezuelanos Edmundo González estaria governando. Os militares venezuelanos estão impondo ditadura na Venezuela dando continuidade à ditadura de Maduro em troca de petróleo para os EUA. Os militares venezuelanos estão inserindo milícias e líderes de facções armados nas fronteiras (Roraima e Amazonas).
O presidente dos EUA tenta fazer o mesmo no Brasil elegendo o candidato que ele quer e impedindo o povo de eleger por voto o candidato que democraticamente seja eleito. Porque Trump sabe que a América Latina não pode deixar de ser quintal dos EUA devido ao histórico de viver sobre ditaduras, por isso tenta soltar o ex presidente preso por [Editado pelo Reclame Aqui] de estado por meio de alguém eleito que fará isso em recompensa dos EUA impor ao Brasil os seus desejos. Isso é colonialismo.
É ridículo Trump perdoar Juan Orlando Hernández que traficava e transportava centenas de toneladas de cocaína para aos EUA e utilizar o discurso que [Editado pelo Reclame Aqui] petróleo e riquezaas da América Latina é lícito devido a ditadura venezuelana e ainda permite o exército venezuelano a manter a ditadura. As guerras ocorrem devido ao petróleo e desejo de manter os países invasores ricos [Editado pelo Reclame Aqui] riquezas de países invadidos.
Os governadores de Roraima e do Amazonas, bem como o ministro das relações internacionais (Itamaraty) não estão fazendo nada para promover boas relações internacionais na América Latina com livre comércio. A Constituição Federal de 1988 garante:
Art. 4 A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:
I - independência nacional;
II - prevalência dos direitos humanos;
III - autodeterminação dos povos;
IV - não-intervenção;
V - igualdade entre os Estados;
VI - defesa da paz;
VII - solução pacífica dos conflitos;
VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;
IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;
X - concessão de asilo político.
Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.
Notamos que o Mercosul foi impedido de crescer e ser livre (como ocorreu com a União Europeia) porque os EUA proíbe a liberdade democrática do povo dos países da América Latina escolherem seus representantes. Não adianta arrancar ditadores como ocorreu na Venezuela e prejudicar países vizinhos como o Brasil (governadores do Amazonas e de Roraima não fazem nada para impedir o excesso de migrantes venezuelanos no Brasil). A tirania dos EUA é de se enriquecer [Editado pelo Reclame Aqui] petróleo e outras riquezas da América Latina como faziam os piratas no passado. Não entendemos porque o Brasil não pode ter boas relações internacionais com os EUA, China, Rússia e toda a Europa, mantendo a libertação da América Latina da tirania. Proibir o livre comércio do Mercosul é imperialismo e viola a Declaração Universal dos Direitos Humanos e Tratados Internacionais. Não sabemos porque os venezuelanos não podem ser livres em seu país e ter democracia.
Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 traz:
Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo;
Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da humanidade e que o advento de um mundo em que mulheres e homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do ser humano comum;
Considerando ser essencial que os direitos humanos sejam protegidos pelo império da lei, para que o ser humano não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra a tirania e a opressão;
Considerando ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações;
Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, sua fé nos direitos fundamentais do ser humano, na dignidade e no valor da pessoa humana e na igualdade de direitos do homem e da mulher e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla;
Considerando que os Países-Membros se comprometeram a promover, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos e liberdades fundamentais do ser humano e a observância desses direitos e liberdades
Considerando que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mais alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso.
Assembleia Geral proclama a presente Declaração Universal dos Direitos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade tendo sempre em mente esta Declaração, esforce-se, por meio do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Países-Membros quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.