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Belo Horizonte - MG

28/09/2025 às 16:39

ID: 228009417

As equipes de Popo e do Wanderlei deram exemplos para o público que não podem deixar de ser violentos na sociedade. As empresas Spaten e outras cervejas patrocinam a violência. O conselho federal de educação física não fiscaliza nada e não pode melhorar porque não há legislações para isso. Deveria ser multados em bilhões. Essa briga generalizada demonstra falhas regulatória. A barbárie continua devido a impedir punições dos atletas, equipes e empresas envolvidas. Não há órgão regulador para aplicar e fazer cumprir suspensões e multas fora da competição esportiva. A autoridade do árbitro dentro do ringue termina quando a luta acaba. Não existe comitê disciplinar pós-evento estabelecido para muitos eventos de esportes de combate no Brasil. Não pode ter Comissão Nacional de Esportes de Combate com autoridade legal para licenciar atletas, assistentes, juízes e árbitros. Esse órgão deveria ter seu próprio código e processo disciplinar. O ministério do Esporte deveria determinar, por legislação, que todos os eventos profissionais de esportes de combate devem ser sancionados por uma entidade reconhecida (por exemplo, CBMMA para MMA, CBBoxe para boxe) que siga um código disciplinar federal. O Congresso não está legislando e falta estabelecer código disciplinar claro e público que defina explicitamente e penalize a violência generalizada e a barbárie. As penalidades por brigas, agressões a oficiais ou ataques pós-luta tinham que ser severas, padronizadas e públicas com bloqueio e perda de bens. Não há suspensões de longo prazo para atletas (de 6 meses a proibições vitalícias para reincidentes). Faltam multas pesadas (uma porcentagem do prêmio ou um valor fixo significativo). Falta suspensão das licenças dos treinadores e multas para suas equipes. Falta suspensão ou revogação da licença do promotor para realizar eventos, afetando-o financeiramente. O conselho federal de educação física deveria regulamentar os profissionais com cláusulas explícitas em seu código de ética condenando o incitamento à violência e a conduta antiética durante os eventos. Por que não podem buscar ativamente a suspensão do registro como educador físico e de qualquer profissional de esportes (como treinadores) que participe ativamente ou incite brigas. Não há logística nem segurança dos eventos. O órgão licenciador tinha que exigir aos promotores que implementassem um plano de segurança detalhado para a área do ringue/octógono e do local do evento. A falha no controle do evento deveria resultar na negação da licença do promotor para eventos futuros. Não há comissões com poder de reter os prêmios das lutas, impor multas pesadas e emitir suspensões reconhecidas nacionalmente. Não há audiências formais extrajudiciais como arbitragem jurídica após evento com incidente. As partes envolvidas podem apresentar seu caso, e a comissão vota a punição. Esse processo seria transparente e público.
O promotor deveria ser multado por não manter o controle. A falta de penalidades administrativas nas comissões proíbem suspensões imediatas e multas com base em suas regras de conduta. Não há banco de dados nacional para manter registros nacionais a fim de impedir que indivíduos banidos simplesmente se mudem e continuem as violências.

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