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Belo Horizonte - MG

25/09/2026 às 01:14

ID: 260016863

Por que o Brasil não pode se consolidar como referência cultural, acadêmica e tecnológica para a CPLP e uma das marcas-país mais admiradas nos 192 países do mundo (Hegemonia Lusófona e Cultural)? A petrobras deveria ter hidrogênio verde a nível global e SAF/biocombustíveis, eólica offshore. O mercado de carbono verde está parado e poderia ter MBRC regulado, com certificação indígena, títulos verdes (BNDES), não pode ter ecoturismo e cultura indígena como a austrália faz com etnoturismo sustentável e rota da fauna. Falta lusofonia com exportação de conteúdo e embratur 2.0.
Onde estão colocando o dinheiro da Petrobras que deveria ser investido em combustível sustentável de aviação (SAF), exportação para CPLP e Europa, Eólica offshore e solar com parques em alto-mar para suprir indústria, eletrólise verde. Falta tecnologia de carbono (CCUS) com injeção e captura de carbono nos poços do Pré-sal.
A transição de matriz deveria ter combustível sustentável de aviação (SAF) e biocombustíveis e liderar produção global de SAF a partir de biomassa, abastecendo rotas internacionais de aviação que conectam o Brasil aos 192 países. Falta eólica Offshore no litoral brasileiro e utilizar capacidade técnica de exploração em águas profundas para instalar parques eólicos no mar (offshore), alimentando a produção de Hidrogênio Verde (H2V) para exportação para Africa, Europa e Ásia.
Falta captura e armazenamento de carbono (CCUS) e tornar os poços de exploração da Petrobras os mais descarbonizados do mundo e vender tecnologia de mitigação para outros países petroleiros (incluindo Angola e Guiné Equatorial). Falta cooperação técnica em refino verde e capacitar as empresas estatais de energia de Angola (Sonangol) e Moçambique em tecnologias de transição e eficiência energética. Falta Hub de exportação de energia limpa e firmar acordos bilaterais para que o Brasil seja fornecedor de tecnologia, infraestrutura de rede e geradores de energia renovável para a África Lusófona e América Latina.
Por que não pode transformar a Floresta Amazônica, o Cerrado, o Pantanal e a Mata Atlântica em ativos financeiros globais regulados e auditáveis, captando centenas de bilhões de dólares de corporações e governos estrangeiros? O mercado de carbono verde brasileiro deveria ter plataforma regulada com B3 de créditos de carbono e certificação via INPE. Falta remunerar comunidades com bioeconomia e farmoquímica. O governo com títulos verdes do tesouro nacional e fundo amazônia 2.0.
Falta mercado brasileiro de redução de emissões (MBRC regulado) e criar a maior bolsa de créditos de carbono do mundo em parceria com a B3, garantindo auditoria por satélite via INPE/Space para evitar greenwashing. Falta crédito de carbono Indígena e comunitário e garantir por lei que a rentabilidade dos créditos gerados em terras indígenas e reservas extrativistas seja direcionada às próprias comunidades, gerando renda direta e infraestrutura (energia solar, internet, saúde). Falta o Tesouro Nacional captar recursos internacionais garantidos pela preservação ambiental para financiar a industrialização verde no Brasil e em países parceiros da CPLP.
Falta Ecoturismo de Elite, Flora/Fauna e Valorização Indígena e atrair turistas dos 192 países e oferecer segurança, infraestrutura e experiências imersivas exclusivas, aliando o respeito à biodiversidade e à cultura ancestral. Falta concessões de parques, conectividade regional, visto digital descomplicado, gestão indígena com roteiro culturais, comércio justo (fair trade), falta marca-país fauna e flora com proteção do bioma, marketing global da biodiversidade.
Falta programa nacional de Etnoturismo Sustentável, coordenado pelo Ministério dos Povos Indígenas e FUNAI, com roteiros em terras demarcadas são administrados e rentabilizados pelas próprias etnias. Faltam feiras Internacionais de Arte e Bioeconomia Indígena e exportar a arte, moda, cosmética natural, gastronomia e saberes medicinais com selos de indicação geográfica e Fair Trade (Comércio Justo). Faltam rotas nacionais de Ecoturismo e Fauna/Flora com santuários e Ecolodges de baixo impacto e conceder gestão turística de parques nacionais (Amazônia, Pantanal, Chapada dos Veadeiros, Lençóis Maranhenses, Serra da Capivara) a operadores globais com obrigação de investimento em preservação e comunidades locais.
Faltam roteiros "Big Five" do Brasil e campanhas focadas na fauna brasileira (Onça-pintada, Lobo-guará, Boto-cor-de-rosa, Mico-leão-dourado, Arara-azul), estruturando pontos de observação de fauna (birdwatching e wildlife safari) com guias locais qualificados. Falta integração Lusófona (CPLP) e Projeção Mídia-Cultural e conectar TV e streaming CPLP com licenciamento EBC/TV, produção conjunta de novelas e séries brasileiras em países lusófonos. Falta inserir animação geek culture brasileira com estúdios de animação, joos brasileiros na fauna e folclore. Falta campanhas digitais segmentadas via algoritmos por país e idioma para incentivar marca-Brasil em todos países do mundo.
A coordenação da agenda econômica verde e da diplomacia cultural deveria ser gerida por conselho multidisciplinar. Falta o Ministério do Meio Ambiente/INPE fazerem gestão do MBRC (Carbono Verde) e monitoramento por satélite. Por que o Ecoturismo Global brasileiro não pode atingir patamares de participação de dois dígitos no PIB, atraindo bilhões de visitantes de alta renda?

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