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Gravataí - RS

24/03/2019 às 11:20

ID: 90002213

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Este sábado, dia 23.03, fui até a unidade Higienópolis da academia para cortar o cabelo. Falei para a cabeleireira (Patrícia) que queria doar o cabelo e precisava cortar 15cm, porque é o mínimo solicitado. Então coloquei um atílio no cabelo para que ela ajeitasse depois. Esperava que ela fosse medir (mesmo que fosse aproximadamente), que fosse me perguntar se estava bom,mas ela simplesmente passou a tesoura do jeito que estava. Fiquei em choque. Falei: olha o tamanho que tu cortou (25cm, medi quando cheguei em casa) e ela me respondeu: tu colocou o atílio. Só consegui responder: mas achei que tu ia falar comigo ( e eu tinha dito: 15 cm).
Então pedi pra picotear e era isso. Ela começou a cortar e não parou mais... Até que ela não soube mais o que fazer e foi atrás do instrutor (Diego), que não estava por ali, que em nenhum momento acompanhou o processo, que em nenhum momento deu dica ou instruiu. Enquanto ela procurava ele, soltei a parte da frente do cabelo e havia uma diferença gritante de uns 3 dedos do que ela tinha "picoteado" e a parte que ela não soube mais como encaixar. Segundo choque em meia hora.
Quando eles finalmente vieram eu falei: ela atorou o meu cabelo (estava me referindo a segunda vez). Pra minha surpresa ele me respondeu: tu colocou o atílio. Oi?! Daí eu respondi: não foi assim,mas ele disse que foi assim porque ela (cabeleireira) já tinha contado, ou seja, não ouviu a minha versão e me chamou de [Editado pelo Reclame Aqui]. Eu falei pra ele olhar o meu cabelo, a diferença de tamanho, que ele não estava ali instruindo e outra resposta profissional que recebi: tu devia ter me chamado. Eu tenho que chamar o professor? perguntei e ele respondeu que sim. Fiquei questionando e ele só sabia falar: não adianta ficar nervosa. Se tu não te acalmar, não vou conversar contigo. É justamente o que uma pessoa nervosa não precisa ouvir.
Daí, vendo que nada se resolvia, veio a gerente (Andreia) e perguntou se podia ajudar. Eu respondi: ela atorou o meu cabelo. E, inacreditavelmente, ouvi: tu colocou o atílio. Sem nem me ouvir ela sentenciou que a culpa era minha. Não tentou contornar, não tentou me acalmar, só queria repassar a culpa. De novo, eu estava me referindo a segunda vez. Falei sobre a diferença de tamanho do que havia sido cortado para picotear e o que faltava e a Andreia quis me convencer que era o ângulo, o jeito que o cabelo estava e blábláblá. Os três, cada um na sua função, foram incompetentes, mal educados, despreparados para lidar com uma cliente, arrogantes em não reconhecer o erro e ainda tentar jogar a culpa pra cima de mim. Quando cheguei em casa ainda percebi que tinham umas partes mal cortadas que tive que tirar com a minha tesoura. Inacreditável. Cheguei com o cabelo pela cintura e saí com ele acima dos ombros e sem nenhum pedido de desculpas. Péssimos amadores, porque estão muito longe de serem profissionais.

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