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Mauá - SP

09/04/2025 às 16:52

ID: 214378949

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Eu, *****, compareci ao SAC para registrar uma reclamação referente à loja MOBILE CO. No dia 02/04/2025, realizei a compra de um teclado, porém, ao tentar utilizá-lo, o produto não funcionou.

Retornei à loja no dia 08/04/2025 para solicitar a troca. No local, havia outros três teclados disponíveis e foram realizados testes, mas nenhum deles funcionou. Nenhum dos produtos vinha com manual de instruções, e eu mesma, dentro da loja, precisei procurar na internet como conectar o teclado aos aparelhos fornecidos.

Junto com a subgerente, passamos cerca de uma hora e meia testando os teclados da loja. Os testes foram realizados no meu celular, no celular das funcionárias, no celular da loja e também no computador da loja, sem sucesso. Diante disso, ela entrou em contato com o gerente e, a partir daí, começou a se deslocar até o estoque junto com os teclados, entrando e saindo da loja várias vezes por pelo menos 30 minutos. Foi nesse momento que solicitei meu reembolso.

A subgerente informou que o estorno só poderia ser feito pelo setor financeiro e apenas em horário comercial. Nesse momento, expliquei que trabalho durante esse período e que não teria como retornar à loja nesse horário. Em seguida, ela alegou que o dono da loja a única outra pessoa com autoridade para autorizar o reembolso estava em reunião. Eu me prontifiquei a aguardar o término da reunião, mas, ainda assim, nenhuma solução foi apresentada. Passado um tempo, perguntei se a reunião havia acabado, e a subgerente respondeu que não, além de alegar que não possuía o contato do dono.

Após isso, a subgerente afirmou que a loja estava dentro do prazo de 30 dias para troca ou reparo do produto. Rebati dizendo que eu, como consumidora, também estava dentro do meu prazo legal de sete dias para arrependimento, conforme consta na nota fiscal. Esclareci que, inicialmente, eu estava solicitando a troca do produto, mas como nenhum teclado da loja estava funcionando, solicitei o estorno do valor pago.

Informei também que, no momento da compra, eu estava com meu tablet em mãos o aparelho no qual eu pretendia utilizar o teclado , mas a atendente que realizou a venda não fez nenhum teste de funcionamento. A subgerente respondeu que ela também estava presente no momento da compra, mas que não foi ela quem finalizou a venda, e que, por isso, não poderia justificar a falta de testes. Perguntei se a loja seguia algum padrão de atendimento ou se cada funcionário agia por conta própria. Também questionei como tinham coragem de expor na vitrine produtos que não funcionam, já que nenhum dos quatro teclados testados apresentou funcionamento adequado algo que ela mesma comprovou comigo durante os testes.

Perguntei, ainda, qual era o padrão de qualidade da loja, tanto em relação aos produtos quanto ao serviço prestado. Foi nesse momento que a subgerente chamou o segurança do shopping, alegando que eu estava alterada. O segurança se aproximou e perguntou se eu realmente estava alterada; respondi que não, e ele me autorizou a permanecer dentro da loja normalmente.

Cheguei à loja às 18h30 e permaneci até às 21h30 tentando resolver a situação, sem sucesso. Diante disso, fui obrigada a acionar a polícia. Reforço minha solicitação de reembolso, uma vez que o produto adquirido está com defeito e não houve nenhuma alternativa viável oferecida pela loja.

Além de tudo isso, na hora que saí do sac do shopping voltei à loja para pegar o teclado que havia deixado lá, depois que a subgerente me devolveu ela e sua funcionária riram de mim. Meu sentimento foi de constrangimento e achei um ato ofensivo.

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