Contratei a MOBTEK e fiquei com a reforma abandonada e um enorme prejuízo

Reclamação em réplica

Em réplica

Reclamar dessa empresa

São Paulo - SP

01/07/2026 às 11:00

ID: 252789377

Em 29/06/2024, contratei a MOBTEK Móveis Planejados para executar a reforma completa e os móveis planejados do meu apartamento de 33m, localizado na *****. A empresa me incentivou a fechar o contrato quase um ano antes da entrega do imóvel, alegando que assim eu garantiria os valores e evitaria reajustes.

Quando o apartamento foi entregue, em junho de 2025, a reforma foi iniciada por um engenheiro parceiro da MOBTEK. No entanto, durante a execução da obra, houve uma desavença entre a empresa e esse profissional. Em vez de resolver a situação ou disponibilizar outro responsável para concluir o serviço contratado, fui orientado pelo próprio proprietário da MOBTEK a tratar diretamente com o engenheiro e realizar pagamentos a ele, conforme comprovam as conversas por WhatsApp.

O resultado foi desastroso. O engenheiro iniciou a reforma, realizou demolições e diversas intervenções no apartamento, mas abandonou a obra antes de concluí-la. Desde então, meu imóvel permanece danificado, com a reforma inacabada e sem condições adequadas de uso.

Procurei inúmeras vezes a MOBTEK para que assumisse a responsabilidade e apresentasse uma solução, mas a empresa se recusou a resolver o problema, alegando que a responsabilidade seria exclusivamente do engenheiro. Entretanto, fui cliente da MOBTEK, que vendeu o serviço, intermediou toda a contratação e me orientou a continuar com o profissional mesmo após o rompimento da parceria entre eles.

Hoje acumulo um enorme prejuízo financeiro, um apartamento inutilizado e mais de um ano de espera por uma solução que nunca chegou.

Compartilhe

Resposta da empresa

01/07/2026 às 17:03

O prezado cliente faltou com a verdade.

Deixou de informar que desde que se configurou o abandono da empreita por uma empresa indicada pela MOBTEK, a EMPRESA SE PRONTIFICOU a assumir a responsabilidade, dando início a procedimentos para retomada dos trabalhos.
Foram feitas visitas ao imóvel, com e sem a presença do reclamante.

Novos empreiteiros foram ao local para realizarem orçamentos que ficariam à cargo da MOBTEK.

Em 18 de junho, na presença dos progenitores e do reclamante, foram novamente ratificadas as intenções da MOBTEK.
Na quinta-feira p.p., dia 25, em nova reunião, com a presença da advogada do reclamante, foi delineada uma minuta, que seria, e foi, encaminhada para a MOBTEK na sexta-feira dia 26 para análise pelo jurídico da empresa.
Tudo levava a crer que sr. Lucas havia compreendido o teor e o andamento das tratativas.
Para nossa surpresa esta postagem no Reclame Aqui foi feita como se a empresa tivesse se recusado a prestar assistência ao reclamante.
Isso não é verdade, e confunde sobre as reais intenções do reclamante.

Réplica do consumidor

01/07/2026 às 18:08

Após duas idas a loja, depois de um ano de reforma e entrar em um acordo para avançar a obra, o dono não assinou um documento se comprometendo a entregar a obra em 60 dias.

Réplica da empresa

01/07/2026 às 20:47

Novamente o sr. Lucas omitiu fatos.

Em reunião havida anteriormente, ficou estabelecido que o reclamante, através de sua advogada iria apresentar a minuta de um acordo/contrato.
Esta minuta foi recebida na sexta-feira, 26/06/26, às 16.00h, para ser encaminhada ao advogado da empresa, para análise e complementação, se fosse o caso.
Sem qualquer ato ou motivo que desse causa, passados dois dias úteis, a doutora asseverou que a empresa "estava enrolando" (sic), e que o cliente havia optado por recorrer ao judiciário, negando aquilo que a boa prática ensina:

"Que os prazos sejam proporcionais à complexidade da causa e à quantidade de informações exigidas"

Por oportuno a empresa MOBTEK, reitera e tem provas, de que as afirmações abaixo postadas pelo reclamante, NÃO CORRESPONDEM À VERACIDADE dos fatos:

"Procurei inúmeras vezes a MOBTEK para que assumisse a responsabilidade e apresentasse uma solução, mas a empresa se recusou a resolver o problema, alegando que a responsabilidade seria exclusivamente do engenheiro."