Cobrança indevida, falta de comuni

Não respondida
Salvador - BA
14/08/2025 às 16:56
ID: 224549957
A Academia Luciano Tavares, cadastrada com razão social academia Monte Sinai Limitada infringe os direitos do consumidor.
Matriculei minha mãe num plano de pilates com 2 aulas por semana com pagamento recorrente em meu cartão de crédito. Há alguns meses, o cartão foi clonado, as vias foram extraviadas, com registro de boletim de ocorrência. Por esse motivo, fiz o pagamento via pix.
Com a chegada do substituto, pedi apenas alteração do cartão de pagamento em sistema. Durante atendimento, estranhei que ao dar o nome de minha mãe, a atendente não soube dizer qual era o plano ao ver o sistema. Expliquei que eram 2 aulas de pilates por semana e aulas de musculação que eu não soube confirmar se eram 2 ou 3 (há registro no meu celular dos dias e horários de aula que foram enviados pela academia no ato da matrícula). A atendente acabou colocando 3 dias de pilares e disse que não tinha como trocar. Contudo, garantiu que no mês seguinte esse valor seria abatido.
Passaram-se 2 meses com a cobrança no valor de 3 aulas, sendo que o serviço entregue era de apenas duas.
Entrei em contato com a academia por WhatsApp e por ausência de resposta, dias depois compareci à unidade. Em conversa com atendente, a mesma afirmou que viu a mensagem mas que não respondeu, porque passou para outra pessoa. Disse que à tarde ele estaria para resolver. No horário que me fora passado, estive lá e a pessoa não estava. Aguardei algum retorno por WhatsApp e o mesmo não aconteceu.
Hoje enviei nova mensagem cobrando e surgiu a historia de que eu teria contratado o plano de 3 dias de pilates. Ora, como, então, não haveria registro em sistema e nem mensagem informando via celular (porque os dias de aulas e horários são enviados por mensagem).
Argumentei novamente que minha única ação foi pedir a troca de cartão, com manutenção do plano.
Sem justificativa para tal, foi dito, neste momento, que houvera súbito aumento no valor SEM AVISO PRÉVIO.
Questionei como poderia haver aumento sem que o aluno fosse avisado.
A atendente respondeu que não tinha obrigação de comprovar ou avisar.
Elenquei, então, as falhas e os devidos artigos do código de defesa do consumidor e a pessoa que me respondia resolveu que minha mãe não se enquadraria mais no corpo de alunos.