FALTA DE RETORNO E SENDO IGNORADA PELA ADM E SINDICÂNCIA

Não resolvido
São Paulo - SP
26/03/2023 às 22:23
ID: 161743769
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesO motivo deste é para relatar os inúmeros problemas que o condomínio onde resido enfrenta, e que aparentemente não são de interesse da administradora, síndica e corpo diretivo.
São diversos relatos e apontamentos sobre as inúmeras inflações e ocorrências que são presenciadas pelos condôminos, realizadas/informadas por meios dos canais definidos como oficiais e por canais paralelos, e que são completamente ignoradas, ficando sem resposta/retorno dos responsáveis, independente do canal em que seja informado.
Aqui elenco parte delas:
ELEVADORES Há inúmeros problemas que são relados/informados/comunicados diariamente, pois não há um dia sem que os elevadores das torres e de acesso ao estacionamento coberto não apresentem falhas/problemas. Nesta semana em especial foram 3 dias consecutivos de relatos compartilhados no grupo paralelo de mensagem do condomínio, somente na torre que resido, e em nenhum desses dias houve qualquer manifestação da administração, síndica ou corpo diretivo sobre as providencias que estavam sendo tomadas. Não houve qualquer comunicado de que a empresa fora acionada, de que estava no condomínio, de que o elevador estava fora de operação. Os condôminos só tomam conhecimento de que há um problema porque tentam fazer uso do serviço, que não responde/atende ao acionamento, ou porque o morador que passou pelo perrengue relata no grupo paralelo de mensagens, sinalizando o ocorrido e os possíveis traumas e todo o contratempo por qual passou.
Nos dois primeiros relatos de problema (onde um deles eu mesma relatei por e-mail a administradora e síndica, apontando o problema identificado entre outros relatos, e claro, sem qualquer retorno), não foi possível saber se houve a presença de um técnico no local, pois os problemas apontados ocorreram na parte da noite, e milagrosamente pela manhã os elevadores estavam em uso, como se tivessem sido reparados, fato este que é possível de compreender que não houve reparo, visto a recorrência somente nesta semana. Em um dos relatos o morador informava que o elevador travou, e começou a descer em trancos. Esse relato foi compartilhado no grupo paralelo de mensagens e um dos membros do corpo diretivo simplesmente se limitou a dizer que: Precisamos levar para assembleia a possível troca da empresa. (Por conta do custo alto)
Eu mesma já passei pela situação de ficar presa por duas vezes, e nas duas vezes o elevador para de funcionar e volta repentinamente descendo como se estivesse despencando. Nem mesmo o canal de emergência de dentro do elevador funcionava, para que eu pudesse ter pedido ajuda. Já presenciei situação de ouvir moradores gritando pois se encontravam presos no elevador, imagino que pelo mesmo motivo e por não conseguir fazer uso dos botões de emergência localizado dentro dos elevadores.
A Excelência Elevadores, empresa contratada, responsável pela manutenção dos elevadores, demonstra total negligência, falta de comprometimento e irresponsabilidade quanto aos serviços que presta ao condomínio.
Já escutei os prestadores de serviços trabalhando nos elevadores como se estivessem quebrando os elevadores/peças, devido ao som alto das inúmeras batidas e pancadas quando da realização dos possíveis reparos. Já presenciei os botões de acionamento dos halls e dos equipamentos quebrados e consertados com a colocação de botões qualquer aleatório (Ex: botão de acionamento de descer com um botão aparente de numeração 17, e botão de acionamento do 3 andar com um botão de seta colocado no lugar). Pode parecer uma bobagem, mas estamos falando de uma empresa responsável que nem mesmo dispõe de itens simples de reparos/consertos. Agora imaginem como tratam reparos/consertos de maior complexidade.
Enfim, quando algo mais sério e irreversível ocorrer, talvez os olhares de prioridade para o problema mudem.
PISCINA Há inúmeros relatos de inflações acometidas pelos moradores. São relatos da utilização do espaço frequentemente por não moradores. Pessoas essas que tem total acesso as áreas que deveriam ser de uso exclusivo dos moradores, e que adentram ao espaço cometendo diversas infrações, atos libidinosos, fazem uso de palavras de baixo calão, fazem uso de som alto com músicas inapropriadas e causam constrangimento nas demais pessoas que estão fazendo uso do espaço.
Problemas com o trocador de calor da piscina, que é desligado por moradores sem a menor explicação, causando o desconforto do resfriamento da água. Por mais absurdo que pareça, sim, há moradores que simplesmente vão até o local e simplesmente desligam o aparelho de trocador de energia, e pasmem, nada é feito. Ninguém é identificado, E vida que segue.
Essa é uma situação que caberia identificação e aplicação de multa, mas o condomínio há anos não apresenta no relatório das contas do condomínio valores arrecados com as multas, por exemplo.
Essas infrações se repetem constantemente, e embora sejam notificadas com a mesma frequência em que acontece, nada é feito. Os prestadores de serviços quando acionados não costumam tomar qualquer atitude, muitas vezes nem comparecem ao local para se certificarem de que as pessoas são mesmo moradores.
São regras básicas e que fazem parte do regulamento interno, inclusive com indicação de serem devidamente penalizadas, mas que são simplesmente ignoradas pelos prestadores de serviços e gestão.
PETS Os relatos novamente são inúmeros. São encontradas urinas e fezes nos elevadores, halls, nos caminhos/passeios, no bosque, e novamente nada é feito. Embora não seja permitido, há diversos moradores que fazem uso dos ambientes e áreas comuns para passearem com seus pets, crianças e adultos que levam os pets para brincar na quadra. Pets andando soltos, sem o uso de coleiras. São inúmeras ocorrências completamente possíveis de serem identificadas, notificas ou multadas, mas que novamente são feitas vistas grossas pelos prestadores de serviços e gestão.
São infrações que também fazem parte do regulamento interno, e que novamente são completamente ignoradas pelos prestadores de serviços e gestão.
Já realizei relatos diretos, já acionei prestadores de serviços para relatar situações que estavam acontecendo no exato momento, e simplesmente fui ignorada, recebendo como resposta uma bela torcida de nariz por parte do prestador de serviço, e tendo o relato completamente ignorado.
O próprio membro da gestão solicitou no grupo paralelo do condomínio, indicações de adestradores para que pudessem contatar e conversar sobre a criação de um espaço pet mais apropriado (ao que mesmo duvidando da solicitação, pois veio por meio de um dos membros que apresenta uma conduta de condução ao condomínio que não parece muito apropriada), foi compartilhado o contato, e para surpresa o referido membro, como esperado, foi completamente contraditório ao motivo que levou tal ******* bem claro para a adestradora ESTAVA DE SACO CHEIO DE TANTAS RECLAMAÇÕES, E QUE É CONTRA APLICAÇÃO DE MULTAS/PENALIDADES. Sim, isso mesmo. A pessoa que foi escolhida/votada pela maioria, e, portanto, deveria ser um representante de se fazer valer as regras condominiais existente, simplesmente fez questão de esclarecer sua verdadeira opinião. Opinião essa que foi devidamente compartilhada com a síndica, mas que certamente também concorda, pois o membro de sua gestão segue atuando (claro eleito pela maioria..).
Há um detalhe importante, a criação de um espaço pet ainda não é uma discussão, se quer deve estar em pauta para qualquer tipo de aprovação, mas a criação de um espaço para os gatos de ruas que invadem o condomínio já foi devidamente criado na garagem pela sindica, tal qual compartilhado por moradores. Engraçado que esse espaço foi criado na garagem, local esse em que é proibido armazenamento de objetos e afins, devendo ter sua circulação respeitada, tal qual regulamento compartilhado pela gestão. Ou seja, você não pode usar sua vaga para manter/guardar pertences seus, mas o estacionamento é apropriado e permitido ter um espaço para os gatos de ruas. Gatos esses que são trazem e causam transtornos, doenças, que urinam e defecam em qualquer lugar, que sobem nos carros e arranham as pinturas, e que o condomínio é conivente e complacente com a situação. Já relatei fezes depositadas na minha vaga, pelos canais oficiais, e claro que segui sem qualquer retorno/respaldo dos responsáveis pelo informado.
Ainda referente a pets, hoje tivemos um acontecimento deplorável e ultrajante causado por um morador que simplesmente abandonou seu cachorro trancado na sacada, sacada está onde batia um sol escaldante, e o cachorro latia copiosamente desesperado por ajuda, e o condomínio mais uma vez se mostrou omisso e desinformado do que poderia ser feito nessa situação. Os relatos de revolta dos demais moradores foram inúmeros no grupo paralelo do condomínio, moradores informando que estavam acionando a portaria para que realizassem contato com os moradores responsáveis pela unidade. E, pasmem, também realizei o meu relato a situação para a portaria e diretamente para a síndica (por meio do canal whatsapp que ela disponibiliza aos condôminos), e qual não foi minha surpresa quando recebi da síndica a resposta de que eu havia sido a única moradora a reportar a situação, que sendo assim, o condomínio só pode se manifestar sobre algo quando é acionado, sim, isso mesmo. Resposta contraditória, sem sentido, e que demonstra claramente a falta de comunicação entre síndica, corpo diretivo e prestadores de serviços, visto que os prestadores de serviços da portaria foram acionados por moradores, que o corpo diretivo é membro/participante do grupo paralelo do condomínio, deste modo, cientes dos diversos relatos e gravações que foram compartilhadas, mas, que neste caso, não se comunicam com a síndica. Complicado né?
Pois, uma gestão que não tem conhecimento dos problemas relatados em grupos, ainda que paralelos e relatados aos prestadores de serviço da portaria e afins, está fadada ao erro. E isso é muito sério.
CADASTRO Não bastasse os problemas já relatados, temos ainda que lidar com a falta de cadastro e controle de informações pessoais, simplesmente porque esses dados sensíveis se perderam ao longo dos tempos, em virtude das diversas trocas de empresa e do controle das informações pelos responsáveis.
A gestão atual joga a responsabilidade para as gestões anteriores, e assim vamos seguindo.
Lembrando que estamos falando de dados sensíveis, que violam a LGPD (A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) determina diretrizes obrigatórias para a coleta, o processamento, compartilhamento e o armazenamento de dados pessoais. Implantada desde *******), mas que o condomínio ignora totalmente.
Novamente o condomínio está fazendo uma ação de coleta de dados cadastrais através do preenchimento de uma ficha de cadastro, mas novamente sem o menor controle de acesso a essas informações. Quando retirado na zeladoria o prestador de serviço registra a retirada pelo morador, mas quando devolvida nada é feito. A ficha é simplesmente depositada num balcão da zeladoria, sem o menor controle de que foi entregue, sem um protocolo. Neste caso, o que garante a privacidade e controle dessas informações?
O condomínio se quer dispõe de uma base de dados e registros de prestadores de serviços externos, por exemplo. Os prestadores de serviços externos não são acompanhados, monitorados, não há registros das visitas e dos serviços prestados/realizados.
Sem contar a insistência por parte do corpo diretivo pela implantação de um sistema de custos alto de reconhecimento fácil, quando o condomínio apresenta tantos outros problemas que demando custos altos mais urgentes e necessários, tal qual os problemas nos elevadores.
E, também, o fato de que o processo de controle e acesso dos moradores pode muito bem ser melhorado, se forem realizados estudos de viabilidades para tudo que já foi implantado e hoje não serve mais. Estão em desuso, ou não são de interesse de serem melhorados. Por ex: Cartões de identificação dos veículos, que aparentemente são obrigatórios, mas basta uma simples volta no estacionamento para identificar/verificar quantos veículos fazem uso; Outro ponto foi a implantação de um tag, que foi imposto aos moradores adquirirem, e pagarem pelo serviço, mas que não tem qualquer serventia, completamente sem sentido; Temos também os cartões de acesso e liberação das catracas da entrada dos moradores, espaço esse que precisa urgente ser estudado para melhoria e viabilidade, por se tratar de um espaço inviável e de difícil acesso, principalmente para moradores que chegam com compras, com carrinhos de bebês e pets.
Por fim, vamos gastar mais, afinal as contas e reservas bem comportam gastos não prioritários. Reforço, os custos para rever o contrato com a empresa de elevadores estão fora de cogitação, mas implantar sistemas de reconhecimento facial ok.
Enfim, os problemas são diversos, tal qual relatei no início da mensagem. São prestadores de serviços que não conhecem o regulamento do condomínio, e com isso fazem vistas grossas quando são abordados para atuarem nas ocorrências, ou não sabem informar como o morador deve proceder.
A própria função ronda não é clara quanto ao que significa, Membros da gestão já chegaram a relatar no grupo não ser função dos rondas agir quando das infrações. Neste caso, quais seriam as funções então? Para que se manter alguém numa função que aparentemente não tem função?
Os diversos alagamentos nas garagens localizadas nos subsolos, em dias de muita chuva escorre uma lama absurda, enchendo a garagem de lama e água por dias, até que sequem sozinhas.
As chuvas causam diversos pontos de acúmulo de água no condomínio. Causando dificuldade para uma simples caminhada nas áreas, fora as infiltrações nos tetos das unidades dos últimos andares.
Deste modo, aqui reforço a necessidade de tais relatos, na tentativa de quem sabe ser ouvida e atendida, e ter algum tipo de retorno pelos responsáveis, sem a necessidade, por enquanto de recorrer a meios legais para obter um retorno.
Sem mais, no momento.
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Consideração final do consumidor
23/10/2025 às 15:19
Não quero comentar.
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Não resolvido
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Não
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