Péssima prestação de serviço e Preços exorbitantes.

Reclamação não resolvida

Não resolvido

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Praia Grande - SP

12/02/2019 às 23:54

ID: 42811589

Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa

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Em meados do mês de Dezembro de *******, procurei a concessionária de motos, Yamaha Moto Praia, CNPJ - 06.*******.*******/*******10, situado na Av. São Paulo, ******* - Boqueirão - Praia Grande/SP, para identificar o problema que havia com a minha moto, pois o painel estava acendendo a luz da injeção, e as vezes minha moto desligava sozinha no meio de um percurso.

Cheguei na concessionária e solicitei que fizessem a identificação do problema e se possível que já arrumassem. Após 1 ou 2 dias retornei lá, o balconista informou que o problema estava na sonda lambda da moto (Yamaha fazer ******* 15/15), informando também que seria necessário a encomenda da peça, mas que a fábrica estava em recesso e só voltaria a entregar as encomendas em meados do mês de Janeiro. Perguntei o valor, o mesmo me informou que ficaria em um total de R$*******,00. Por ser leigo, e não entender muito de peças de motocicletas, confiei na concessionária, afinal, ostentando o logo da Yamaha, imaginei que poderia confiar na mesma. Foi aí que eu me enganei. Por curiosidade, após passar em outra concessionária, em Santos/SP, na Senador Feijó com a Carvalho de Mendonça, perguntei ao atendente quanto estava custando a mesma peça que havia comprado na concessionária supra citada, o mesmo me informou um valor, que não era superior a R$*******. No mesmo momento, tive uma sensação de ter sido [Editado pelo Reclame Aqui], na mão grande, uma sensação de incapacidade, sentimento de ter jogado dinheiro no lixo, ter sido passado a perna, pois me cobraram quase o dobro da peça.

Retornei a concessionária na data de hoje 12/02/19, pois ninguém entrou contato comigo, e perguntei se a peça já havia chegado, pois havia quase dois meses que eu tinha solicitado. O atendente foi conferir e me trouxe a peça. Eu o perguntei se eles instalavam a peça, e mais uma vez fui surpreendido. Eles instalavam sim, mas mediante um pagamento de mais R$80,00, (enquanto a outra me cobrou R$30,00) como se já não bastasse terem me [Editado pelo Reclame Aqui], por me cobrarem quase o dobro do valor da peça.
Mas eu consegui trocar sozinho e me custou zero reais, além de eu ter aprendido uma enorme lição.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR.

Art. 4 A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios:

I - reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo;
III - harmonização dos interesses dos participantes das relações de consumo e compatibilização da proteção do consumidor com a necessidade de desenvolvimento econômico e tecnológico, de modo a viabilizar os princípios nos quais se funda a ordem econômica (art. *******, da Constituição Federal), sempre com base na boa-fé e equilíbrio nas relações entre consumidores e fornecedores;
VI - coibição e repressão eficientes de todos os abusos praticados no mercado de consumo, inclusive a concorrência desleal e utilização indevida de inventos e criações industriais das marcas e nomes comerciais e signos distintivos, que possam causar prejuízos aos consumidores;

Art. 6 São direitos básicos do consumidor:
IV - a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços;
V - a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;
VI - a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos;
Art. 37. É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva.
Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas:
IV - prevalecer-se da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista sua idade, saúde, conhecimento ou condição social, para impingir-lhe seus produtos ou serviços;
V - exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva;
X - elevar sem justa causa o preço de produtos ou serviços.
Art. 40. O fornecedor de serviço será obrigado a entregar ao consumidor orçamento prévio discriminando o valor da mão-de-obra, dos materiais e equipamentos a serem empregados, as condições de pagamento, bem como as datas de início e término dos serviços.
Art. 51. São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que:
I - subtraiam ao consumidor a opção de reembolso da quantia já paga, nos casos previstos neste código;
IV - estabeleçam obrigações consideradas iníquas, abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada, ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a equidade;

Senhores, eu poço ser leigo no tocante a peças de motos, mas quanto aos meus direitos, pode ter certeza que não. Não pense você, "Patrão" ,que o senhor, por ser comerciante vai cometer suas práticas abusivas e vai permanecer impune.


Vou procurar o PROCON, exercer meu direito, e se preciso for, vou acionar o JEC ( JUIZADO ESPECIAL CIVEL) para que seja reparado o dano causado.



Aos leitores, que residem na Praia Grande, aqui vai um conselho: Não percam seu tempo nessa concessionária, pois a intenção deles, jamais é prestar um serviço de qualidade e fidelizar seus clientes, e sim, lucrar. Apenas isso e nada mais.



Segue a imagem da nota do produto que comprei e o orçamento da Yamaha que presta serviços em Santos/SP. Por tanto, vai uma sugestão: Se precisarem vão lá. Endereço: AVENIDA SENADOR FEIJÓ, *******- VILA MATHIAS - SANTOS/SP

Respondo apenas por E-mail: *******

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Consideração final do consumidor

19/11/2019 às 23:13

Péssimo!

O problema foi resolvido?

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

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