HISTÓRICO EXPOSTO: Fabricante MotoChefe e Loja mantiveram cliente em risco por 4 meses e SAC tenta omitir culpa

Reclamação não respondida

Não respondida

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Rio de Janeiro - RJ

14/07/2026 às 23:07

ID: 253940401

ATENÇÃO CONSUMIDORES E DIRETORIA DA MOTOCHEFE: Quero abrir este relato expressando meu sincero agradecimento à equipe do Reclame Aqui , em especial à atendente [...], pela moderação, pelo atendimento altamente solícito e pelo reconhecimento da minha causa [CDC]. A plataforma constatou que os atos praticados pela empresa ao ocultar meus relatos anteriores violaram gravemente o meu direito de escolha sobre onde a minha queixa deveria estar, o meu direito de que ela permanecesse pública e visível para todo mundo, além de violar o direito fundamental à informação de qualquer cidadão que consulte esta página [CDC]. Esta nova reclamação está sendo publicada com o total apoio da moderação, que já deu a palavra de que este link específico será protegido contra novas manobras de censura e permanecerá 100% visível na página principal da marca [CDC].

Para que o público e a diretoria nacional saibam a verdade, segue o histórico grave de 4 meses de omissão e práticas abusivas que sofri no pós-venda da fabricante MotoChefe e de seu estabelecimento revendedor [...] [CDC]

Adquiri uma scooter MotoChefe, modelo Bob, há cerca de 4 meses pelo valor de R$ 7.900,00 [CDC]. Desde o primeiro mês de uso, relatei à equipe de vendas que o marcador de bateria do painel não funcionava corretamente e que a bateria estava sofrendo atrito na parte de baixo, raspando e soltando um pó branco. De início, fizeram-me levar o veículo até a loja e realizaram um teste colocando a bateria de outra scooter, o que fez o painel funcionar perfeitamente. Em vez de trocar a minha bateria defeituosa ali mesmo, a equipe agiu de [Editado pelo Reclame Aqui] e afirmou que o painel estava bom, que o problema era da bateria e que eu tinha que andar um ou dois meses até o painel começar a reconhecer o componente. Essa justificativa técnica absurda foi usada apenas para me enrolar e postergar a responsabilidade do estabelecimento.

Passados os meses, o veículo foi retido para trocar a tela do painel (procedimento que já sabiam que era inútil). A oficina me enviou uma foto do painel funcionando com a mensagem de que estava pronto. Contudo, ao chegar lá, descobri que eles SIMULARAM o conserto: utilizaram a bateria de outra scooter apenas para tirar a foto e me enganar, pois, ao recolocar a minha bateria original, o defeito persistia idêntico. Não emitiram nenhuma ordem de serviço ou laudo técnico por escrito, operando na total informalidade para esconder o histórico de vícios do produto [CDC].

Posteriormente, a gerência proprietária da loja colocou a bateria de outra scooter Bob no meu veículo e o marcador funcionou. Ao recolocar a minha bateria, exigiram que eu rodasse mais 15 km de teste na rua. Rodei o total de 17 a 18 km e retornei comprovando, na frente dele, que o marcador continuava falsamente travado indevidamente em 100%. Diante da evidência irrefutável, a gerência empenhou sua palavra de que solicitaria uma bateria nova imediata de fábrica. Naquele momento, para evitar que outros clientes na loja ouvissem meu relato, fui conduzido para a sala do mecânico para silenciar a minha reclamação com essa promessa.

Ocorre que o estabelecimento [...] recuou da palavra e passou a me ignorar completamente. Pelo WhatsApp, a empresa exigiu que eu realizasse um teste absurdo e perigoso: rodar na rua até a bateria de lítio zerar totalmente. Tenho áudios do próprio funcionário da oficina admitindo que esse teste sequer existe no procedimento padrão. Expor uma bateria instável, com falha de chip/BMS comprovada e danos físicos (pó branco), a um estresse severo gera risco iminente de explosão e incêndio químico [CDC]. Além disso, o manual do usuário exigido pelo Artigo 50 do CDC nunca me foi entregue [CDC].

ATUALIZAÇÃO CRÍTICA DO CASO:Diante da gravidade das provas (áudios de funcionários confessando a armadilha técnica e áudio da própria gerência proprietária da loja me expondo ao risco), o estabelecimento revendedor [...] realizou a devolução integral dos R$ 7.900,00 na terça-feira da semana passada, no último minuto do expediente, confirmando a existência do vício grave [CDC]

Contudo, a presente queixa permanece ativa e pública para registrar o absoluto descaso no pós-venda. Hoje à tarde, acionei o SAC oficial da fabricante nacional da MotoChefe para tratar dos desdobramentos dos danos causados. Para minha surpresa, o atendimento do SAC agiu com total cinismo, enviando respostas jurídicas prontas de "copia e cola" para tentar lavar as mãos, abrindo margem para ocultação da verdade ao alegar que a fabricante não responde pelos atos da loja parceira.

Esclareço que se a loja atua como revendedora autorizada, parceira de rua ou mera distribuidora comercial, isso NÃO IMPORTA perante a legislação brasileira e NÃO EXIME a fabricante de sua responsabilidade legal [CDC]. De acordo com os Artigos 18 e 34 do Código de Defesa do Consumidor, o fabricante responde civil e solidariamente por toda a [Editado pelo Reclame Aqui] de fornecimento e pelos atos de seus prepostos [CDC]. A tentativa do SAC de se esquivar dos erros cometidos pelo estabelecimento revendedor [...] configura flagrante [Editado pelo Reclame Aqui].

Deixo registrado que todo o histórico oficial de áudios, vídeos do painel travado e os prints do SAC fugindo da responsabilidade legal já estão catalogados [CDC]. Fica evidente que o caso não terminou bem para todas as partes, pois só houve uma prejudicada: eu, o consumidor. A loja simplesmente recolhe a scooter de volta, aciona internamente o seguro ou a garantia da fabricante para trocar a bateria defeituosa e recoloca o veículo à venda para lucrar novamente. Enquanto o ciclo comercial deles permanece intacto, eu fui quem ficou no prejuízo durante 4 meses, sendo privado do meu meio de locomoção, passando por situações de estresse severo e risco à integridade física por falha de segurança que eles tentaram mascarar [CDC].

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