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Curitiba - PR

17/10/2018 às 00:53

ID: 39274351

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No dia 8 de junho de *******, foi comprada uma moto Yamaha mt-07 na cor branca de placas ******* na loja MOTOWORLD, segundo o contrato de compra e venda feito na loja daria garantia nos próximos 90 dias ou 3 mil quilômetros o que ocorresse primeiro. No dia 05 de outubro de ******* a moto apresentou um defeito no motor, impossibilitando a mesma de ser usada, aproximadamente um mês após o fim da garantia feita pela loja. Ao entrar em contato com a loja disseram que a garantia referida da moto já havia passado, mesmo assim levei a motocicleta na loja em cima de uma caminhonete no dia 08 de outubro de *******, que um dia após essa data através do whatsapp um dos funcionários da loja chamado Alessandro falou que na moto haveria apenas ******* ml de óleo no motor, ai que se deu a quebra do mesmo inviabilizando principalmente o virabrequim da moto, e eu ainda perguntei como, sendo que no painel de instrumentos da moto não acusou nenhum erro, e o painel da moto teria essa função. Indagando os funcionários da loja e o Alessandro sobre o ocorrido falaram que era normal acontecer da referida moto baixar aquela quantia de óleo. Mas conforme manual do proprietário a moto teria capacidade para 2,6 litros de óleo, ou seja, baixou 2,2 litros de óleo em 4 meses, o que não faria sentido pois a moto saiu da loja "revisada". Na mesma conversa do whatsapp o mesmo disse ter passado dos 5 mil quilômetros previstos para a troca de óleo, e eu disse que não, justificando que faltavam ainda ******* quilômetros pra próxima troca de óleo e filtro que seria realizada na loja conforme no dia da compra da moto teria sido acertada, sendo que no odômetro da moto confirmado com foto ela teria apresentado esse defeito com ******* quilômetros após a retirada da loja , faltando os ******* quilômetros para chegar aos 5 mil para a referida troca. Diante disso mostraram no sistema deles que a ultima revisão feita na moto foi realizada quando a moto possuía ******* quilômetros, o que é estranho pois no contrato de compra e venda da moto ela saiu da loja com ******* quilômetros a principio revisada, ou seja, ******* quilômetros a mais do que constava no sistema. Mesmo apresentando a moto com a quilometragem menor do que eles haveriam dito por vencer o óleo me repassaram que a garantia da mesma já haveria expirado conforme o contrato de compra e venda e não era mais de responsabilidade da loja. Mais no mesmo contrato de compra e venda na clausula 8 diz que o comprador da moto deve seguir o manual do proprietário que esta afirmando realizar troca de óleo e filtro a cada 5 mil quilômetros, ou seja , ainda estava dentro do prazo para a realização da troca de óleo e filtro e, no mesmo manual do proprietário não diz nada sobre olhar o nível de lubrificação da moto pois a mesma pode apresentar uma baixa de uma certa quantia de óleo. Por fim o funcionário de nome Alessandro me passou um orçamento via whatsapp de *******,00 reais para o conserto da moto, sendo que seria 2,5 mil reais de mão de obra no inicio que foi "descontado" ******* reais vindo a custar 2 mil reais a mão de obra e mais um virabrequim usado, pois um novo custaria em torno de 5 mil reais e estariam fazendo isso para me ajudar, pois segundo o mesmo já havia passado o prazo de validade da garantia, fora algumas outras peças que poderiam ser trocadas no momento de montagem do motor, e como expliquei para ele que eu não teria essa quantia para pagar o conserto conversamos com o vendedor Eduardo e ele perguntou se eu não queria fazer uma consignação da moto para pagar o conserto, eu disse que queria apenas o valor da entrada novamente (quantia de 6 mil reais), o mesmo disse que poderia consertar a moto e fazer a consignação da mesma para ver quanto iria me sobrar de volta na moto. Propôs em vender a moto por 28 mil reais para pagar o conserto, quitar o financiamento com o banco e ai me devolver a entrada da moto, depois de assinado o papel o mesmo fez alguns calculo e no fim não me sobraria nem a metade da entrada que eu dei na moto o que não me ajudaria em nada, pois não poderia comprar outra moto, fora que a consignação pelo que disseram não tem prazo máximo, ou seja, teria que continuar pagando as parcelas da moto, que não são baratas, para não sujar o meu nome, e sabe-se la quanto tempo demoraria para vender a moto.
Mas pelo que tudo indica conforme o código de defesa do consumidor, presumo que nela havia algum vicio oculto que fez ela baixar 2,2 litros de óleo em quatro meses o que faz no ato da compra não poder ser inspecionado por mim que sou o comprador do bem, pois conversado com outros mecânicos de motocicleta, afirmaram que a moto não baixaria isso de óleo a não ser que tivesse um vazamento, o que não foi constatado e nem acusado no painel de instrumentos da mesma. A moto não apresentou nenhum vazamento pois fica parada sempre no mesmo local no trabalho ou em casa o que torna essa falta de óleo ainda mais esquisita. No dia 13 de outubro eu e o Dr Diniz, amigo meu e mais entendido no assunto jurídico, fomos conversar com o gerente da loja chamado Bruno, ele me explicou que não era culpa da loja acontecer aquilo com a moto, eu indaguei o mesmo sobre algum erro na hora de colocar o óleo na moto na hora da revisão que foi feita antes de me venderem a mesma, pois sou leigo no assunto e esta seria a minha primeira moto de alta cilindrada, o mesmo disse que não teria como haver erros por parte da loja, disse que eu poderia estar agindo de má fé, o que deu a entender que eu tirei o óleo da moto pra ela estragar. Nesse momento o Dr. Diniz perguntou sobre o vicio redibitório que poderia haver na moto, o gerente disse para o Dr Diniz "você não esta na jogada ainda", diante disso o Dr Diniz se retirou da sala e disse para conversarmos depois, pois não teria como acertar as coisas amigavelmente naquele momento.
Eu dependo da moto para me deslocar até o trabalho e eventuais deslocamentos pessoais, não teria pago nem a quarta parcela dela que venceria no dia 8 de outubro de ******* então por que agiria de má fé, segundo as palavras do gerente bruno?
Diante dos fatos gerente me fez uma proposta no momento de pagar a quantia de cinquenta por cento do conserto que daria em torno de 3 mil reais, e eu não concordei pois não tenho o referido valor para o conserto da moto e não foi me passado nada sobre isso poder acontecer com a moto sendo que novamente afirmaram que a moto sairia de la revisada. Diante da negativa eu disse ao Bruno que procuraria algum direito meu, ele disse que eu poderia ir sem problema algum. Eu não entendi ainda como a moto apresentou o defeito já que eu estava seguindo rigorosamente o manual do proprietário e ainda não teria se passado os 5 mil quilômetros conforme a clausula 8 do contrato, e confiando assim na palavra do vendedor Eduardo e de outro funcionário de apelido Guto dizendo que a moto sairia revisada no ato da compra, e que eu poderia retornar na loja apenas para esticar a corrente, e retornar somente antes de se passar os 5 mil quilômetros para a troca de óleo e filtro já que a moto foi "revisada com *******" quilômetros segundo o contrato.
No dia 13 de outubro de ******* eu entrei com contato com o gerente Bruno e perguntei se ele havia decidido algo da moto, disse que "não, que quando se tenta ir a justiça é demorado mesmo, já que eu optei por essa saída", disse que enviou o contrato para um dos cinco advogados da loja que o mesmo falou que possui para tais problemas, que os mesmos relatariam a ele quais medidas tomar sobre o assunto, depois deste dia não tive mais nenhuma ligação da loja para conversar sobre algo, ou resolver de forma amigável , estou desde o dia que a moto ficou na loja até hoje sem a mesma, pagando as parcelas sem ter o bem, declaro aqui a minha reclamação

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