Notebook Ultra UB235 com defeito recorrente na bateria e mousepad, orçamento abusivo e recusa de assistência técnica oficial

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Palmas - TO
10/06/2026 às 23:03
ID: 251081837
Sou proprietária de um Notebook modelo Ultra UB235. O aparelho apresentou um estufamento severo na região da bateria e do mousepad. Trata-se de um defeito reincidente que compromete a usabilidade e apresenta grave risco à segurança física (risco de explosão e incêndio).
Em 30 de outubro de 2024, o notebook apresentou exatamente o mesmo problema e foi consertado pela própria assistência técnica do Grupo Multi (Protocolo do laudo: *****). Naquela ocasião, o reparo custou R$ 416,90.
Agora, o defeito voltou a ocorrer. Ao contatar o suporte via WhatsApp, a primeira resposta foi a recusa de atendimento, com a atendente mandando eu procurar uma assistência de terceiros. Após insistência, foi gerado um orçamento de R$ 1.349,20 para o mesmo reparo que havia custado R$ 416,90, um valor irreal e desproporcional.
Ressalto que a minha exigência não é a gratuidade, mas sim o direito básico de enviar o meu equipamento para a assistência técnica especializada da própria fabricante. Estou disposta a pagar pelo conserto, desde que seja feita a readequação do orçamento para um valor justo e compatível com o histórico do produto (próximo aos R$ 416,90 já cobrados anteriormente).
A postura da empresa viola os seguintes pontos do Código de Defesa do Consumidor (Lei n 8.078/1990):
1. Obrigação de Fornecimento de Peças (Art. 32 do CDC): O fabricante não pode se recusar a consertar o aparelho na sua rede oficial ou dificultar o envio.
2. Prática Abusiva (Art. 39, V, do CDC): O valor de R$ 1.349,20 é manifestamente excessivo e está sendo utilizado como manobra para inviabilizar o conserto na assistência oficial.
3. Risco à Saúde e Segurança (Art. 8 do CDC): Bateria estufada é uma falha de segurança do produto e a fabricante tem responsabilidade técnica sobre isso.
Exijo a geração do código de postagem para envio do notebook à assistência técnica oficial do Grupo Multi e a readequação do orçamento para um valor justo (equivalente aos R$ 416,90 cobrados no laudo de 2024). Envio em anexo a nota fiscal, o protocolo do laudo do reparo anterior e os prints do atendimento negado via WhatsApp. Aguardo uma solução antes de acionar o Procon e o Juizado Especial Cível.