Cobrança indevida e ameaças durante internação hospitalar - Munra Semijoias

Não resolvido
Catalão - GO
29/12/2025 às 19:39
ID: 236165199
Estou vindo aqui expor toda a minha indignação com a empresa Munra Semijoias, pois o que estou passando ultrapassa qualquer limite de respeito, humanidade e profissionalismo.
Atualmente, estou internada no hospital, sem previsão de alta, passando por um momento extremamente delicado de saúde, e mesmo depois de comunicar a situação, a empresa insiste em agir com total desrespeito, pressão psicológica e ameaças.
Desde que informei que estava internada, uma das representantes da empresa passou a me COBRAR insistentemente um valor absurdo de mais de R$ 8.000,00, mesmo sabendo que eu não tenho condições físicas nem emocionais de resolver absolutamente nada no momento.
Para piorar, a pessoa responsável continua me mandando mensagens exigindo atestado médico, sendo que eu sequer recebi alta para conseguir solicitar um documento desses. É completamente sem noção exigir um atestado de alguém que ainda está internada, tentando se recuperar!
Em vez de demonstrar empatia, orientar ou aguardar meu restabelecimento, a empresa optou pelo caminho da pressão, ameaças e chantagens emocionais, falando de:
encaminhar para justiça,
negativar meu nome,
tomar providências imediatas,
e cobrando valores que não condizem com a realidade e nem com o que foi combinado inicialmente.
A postura da Munra Semijoias é desumana, assediadora, antiética e completamente fora de qualquer padrão aceitável de atendimento ao cliente. A sensação é de estar sendo tratada como um número, não como uma pessoa que está vivendo um momento de fragilidade.
Eu nunca tive problema em devolver material, regularizar pendências ou resolver qualquer assunto. Mas como eu vou fazer isso se estou internada? Querem que eu me levante da cama do hospital para resolver problemas deles? Querem que eu peça um atestado SEM alta, sem contato com médico, sem condições? Isso é abuso psicológico!
Além disso, a empresa demonstra falta completa de preparo, despreparo para lidar com situações delicadas e total ausência de humanidade. Clientes não são obrigados a suportar pressão, constrangimento e mensagens com tom ameaçador ainda mais em situação de internação hospitalar.
Exijo respeito, pausa imediata nas cobranças, suspensão total de qualquer ameaça ou encaminhamento jurídico e que a empresa aguarde minha alta para que eu possa resolver tudo com calma, consciência e dignidade.
Também deixo registrado aqui:
Tenho TODAS as mensagens, áudios e conversas salvas.
Estou completamente amparada pela legislação que protege consumidores contra abusos, constrangimento ilegal e assédio de cobrança.
Se necessário, levarei o caso ao PROCON e até mesmo à Justiça, porque essa situação não é apenas uma cobrança: é um DESRESPEITO GRAVE a uma pessoa hospitalizada.
Quero providências imediatas da Munra Semijoias e respeito ao meu estado de saúde. Não vou aceitar pressão psicológica, ameaças ou cobranças ilegais enquanto estou INTERNADA.
Aguardo solução.
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Resposta da empresa
30/12/2025 às 09:30
Olá, Julia!
Esperamos que esteja bem.
Informamos que já entramos em contato com você para dar andamento à solução do caso e chegar a um acordo dentro dos limites legais.
Permanecemos à disposição para dar continuidade e finalizar a questão da melhor forma possível.
Atenciosamente,
Munrá Semijoias.
Consideração final do consumidor
30/12/2025 às 11:36
0
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
0
Consideração final da empresa
05/01/2026 às 15:03
Diante de todo o exposto, resta claro que a empresa agiu e continua agindo dentro dos limites legais e contratuais, sempre buscando uma solução razoável e proporcional para o caso. O contrato firmado estabelece de forma expressa o prazo de até 30 (trinta) dias para devolução do mostruário, bem que permanece de propriedade da empresa, sendo a posse por terceiro condicionada às regras e prazos estipulados pelo proprietário.
Reiteramos que a empresa compreende e analisa situações excepcionais, como casos fortuitos ou de força maior, desde que devidamente comprovadas, o que até o presente momento não ocorreu, apesar das diversas oportunidades concedidas. A ausência de comprovação idônea e a não devolução do bem impedem qualquer flexibilização adicional.
Assim, permanecemos no aguardo imediato da apresentação de documento que comprove a alegada internação ou, alternativamente, da devolução do mostruário. Não havendo manifestação ou regularização, a empresa adotará as medidas legais cabíveis para resguardar seus direitos, nas esferas cível e criminal.
Permanecendo à disposição para a resolução do caso dentro dos meios adequados e legais.
Atenciosamente,
Munrá semijoias.