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Rio de Janeiro - RJ

10/03/2025 às 10:38

ID: 211744079

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Em fevereiro de *******, comprei móveis na My Home do Recreio com o consultor Gabriel Vieira. Até então, tudo parecia perfeito, como acontece em qualquer loja que busca encantar seus clientes antes da compra. Em *******, recebi as chaves do apartamento que adquiri na planta e retomei o contato com a loja para desenvolver o projeto executivo e providenciar a montagem dos móveis.

Ao retomar o contato, fui informado de que o consultor que me atendeu inicialmente não trabalhava mais lá. Fui, então, atendido pela consultora Yasmin, que agendou a medição com o profissional da loja e providenciou o projeto executivo.

Após o prazo de 40 dias úteis, os móveis chegaram, e foi nesse momento que começou o maior arrependimento! A montagem iniciou em setembro, e os problemas apareceram logo nos primeiros dias. Houve erros de medida, resultando em um espaço de pouco mais de 10 cm entre o módulo do forno e o armário abaixo da cuba.

Nesse momento, Yasmin entrou em contato com minha filha, que é arquiteta e me auxiliou nesse processo. Ela explicou as alterações necessárias, mas, ao solicitar uma imagem para visualizar as modificações, Yasmin informou que o projeto já havia sido encaminhado para outro setor e que não poderia gerar essa nova imagem.

Até esse momento, apesar do transtorno, ainda confiávamos que tudo seria resolvido. No entanto, ao final da montagem, ainda havia pendências, como o porta-pano de prato (uma solução improvisada para disfarçar o erro de medida).

Além disso, identificamos diversos problemas:
- Furos excessivos e aparentes;
- Painéis desalinhados;
- Peças com adesivos que não foram retirados;
- Fitas de borda mal coladas;
- Armários sujos de cola de contato;
- Peças mal cortadas e com acabamento ruim.

Diante disso, minha filha entrou em contato com a consultora no dia 13/09/******* para solicitar os ajustes necessários. Yasmin encaminhou o caso ao supervisor de montagem, Igor, que só entrou em contato no dia 17/09/*******, após minha filha cobrar um posicionamento.

No primeiro contato, Igor solicitou vídeos dos problemas e afirmou que não poderia ir ao local verificar a situação. No dia seguinte, minha filha pediu um retorno sobre as providências, e Igor solicitou mais fotos dos erros cometidos pela equipe da loja. Depois disso, não houve mais resposta.

Novamente, no dia 20/09/*******, minha filha entrou em contato com a consultora cobrando uma solução. Somente em 23/09/*******, o supervisor retornou, demonstrando desconhecimento sobre o erro que originou a necessidade do porta-pano de prato.

Foi combinado que um profissional iria até minha casa no dia 30/09/******* para medir as peças que precisavam ser substituídas. A medição foi feita, mas começou outro problema: tivemos que insistir repetidamente para obter uma data de entrega das novas peças e a supervisão da montagem.

No dia 10/10/*******, minha filha entrou em contato com o supervisor, que informou não ter uma previsão. Em 29/10/*******, cobramos novamente, e ele afirmou que o material chegaria ao Rio em 12/11/*******. No dia 19/11/*******, Eduarda, do pós-venda, nos contatou para agendar a entrega do novo material, que ocorreu em 28/11/*******.

Após a entrega, ficamos aguardando a loja marcar uma data para os ajustes. Como já era de se esperar, ninguém entrou em contato. Em 13/12/*******, minha filha procurou o supervisor e Yasmin. Esta última sequer respondeu. O supervisor marcou a montagem para 23/12/*******, que de fato ocorreu. Contudo, apesar dos ajustes, o nicho do porta-pano de prato não foi feito. O montador informou que as peças necessárias não estavam disponíveis.

Mais uma vez, aguardamos contato da loja, mas ninguém nos procurou. Em 18/02/*******, minha filha buscou novamente o supervisor, que sequer sabia o que faltava ser finalizado. Após explicar, ele sumiu novamente. No dia 24/02/*******, tentamos outro contato, mas, mesmo assim, não houve retorno.

No dia 06/03/*******, minha filha ligou para o supervisor, sem sucesso. Diante disso, decidimos levar a situação à gerente da loja, a quarta pessoa envolvida no caso. A gerente informou que entraria em contato com o SAC para resolver as pendências. Na mesma tarde, o supervisor nos procurou pedindo para descrever e enviar fotos do que faltava, alegando que haviam perdido todo o histórico das conversas.

Diante desse absurdo, minha filha ligou para a gerente, que garantiu que acompanharia o caso. No dia seguinte, 07/03/*******, minha filha cobrou um posicionamento e a gerente respondeu que falou com o SAC, mas passou o contato para que minha filha "reforçasse" a cobrança.

A grande questão é que, durante o processo de compra, tudo é maravilhoso, mas, depois que todos recebem suas comissões, o interesse em resolver problemas desaparece. Houve erro de medida, má execução da montagem, dificuldade de contato e um verdadeiro jogo de empurra, sem que haja uma pessoa responsável por resolver tudo de uma vez.

Nós, clientes, é que precisamos falar com diversas pessoas e cobrar para que algo seja feito. Já são sete meses nessa novela e ainda nada foi resolvido. Simplesmente não existe uma pessoa competente para solucionar a situação.

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