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Osasco - SP

02/01/2014 às 10:29

ID: 7460395

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Fato ocorrido em 04 e 05 de novembro/*******.

Programamos a viagem dos sonhos: pensamos em cada detalhe, com programação e tudo para nossa estadia em Natal.

Escolhemos a dedo os hoteis para hospedagem, e decidimos, após inúmeras pesquisas, passar o último dia num resort. Reservamos então, um dia de estadia (nosso último dia em Natal) no Natal Mar Hotel, para descansarmos e aproveitarmos as instalações do resort, que, pela internet, pareciam ser muito boas.

Era uma 2ª feira. O check-in abria às 12h, e para agilizar, decidimos deixar as malas no guarda-volumes do hotel logo pela manhã para não precisarmos andar com malas dentro do carro (pois já tinhamos feito check-out no outro hotel). Fomos dar o último passeio pela cidade e voltamos ao meio dia para realização do check-in. Ocorreu que os quartos foram liberados DUAS HORAS após o check-in (já tinhamos deixado tudo avisado na recepção, inclusive as malas já estavam lá), sem nenhuma satisfação pela demora, e ainda nos trocaram de quarto 2 vezes.

As acomodações que tinham vista para a piscina estavam em reforma, a sauna não funcionava e a piscina ficava disponível aos hóspedes por tempo muito curto.

Estávamos em dois quartos: em um, estávamos, eu, minha irmã e minha prima (ambas menores de idade), e no outro, meus pais e meu irmão.

Fomos dormir por volta das 23h. De madrugada, por volta das 3h da manhã, vi um homem de costas, sem camisa dentro do meu quarto, saindo do banheiro, indo em direção à porta de entrada. Levantei para ver quem era, mas quando cheguei à porta não havia mais ninguém. O rapaz deixou a porta aberta, então eu a fechei e voltei para a minha cama. Não me assustei, pois achei que era meu irmão.

Detalhe: o sistema de abertura das portas é com cartão magnético - cada hóspede tem o seu (portanto, sendo 3 pessoas no quarto, havia 3 cartões de entrada).

Quando conferi, havia apenas 2 cartões magnéticos (faltava um) na mesa ao lado da tv.

Interfonei ao quarto dos meus pais e perguntei se meu irmão havia ido ao meu quarto. Ele estava dormindo e não saíra de lá e também não estava com o cartão magnético que eu dei falta. Fui então à recepção e perguntei se era algum serviço de quarto que tinha entrado... O recepcionista disse que um moço, se dizendo ser meu irmão (sem citar o nome de nenhuma de nós), com o nome de Marcio, pediu um cartão reserva, pois tinha "perdido" o dele para entrar no meu quarto. O recepcionista, sem nem consultar o cadastro de hóspedes por quarto, simplesmente entregou um cartão extra para o homem.

Entrei em pânico, pois 3 moças num quarto, a mercê de um homem totalmente estranho, entrando e saindo do nosso quarto quando bem quisesse. Política de segurança ZERO por parte do hotel.

Comuniquei aos meus pais sobre o ocorrido e pedimos para ver as câmeras de segurança a fim de saber por quanto tempo o indivíduo permaneceu dentro do quarto. Disseram que só poderiam liberar as imagens com a presença do gerente. Assim que notificamos o ocorrido na recepção eles ligaram imediatamente para o gerente (isso foi às 7h da manhã). O gerente do hotel chegou às 10h da manhã, como se nada tivesse acontecido. Foi extremamente estúpido, mal educado. Gritou com a minha mãe, em tom extremamente grosseiro e desrespeitoso. Depois de muita lenga-lenga, trouxeram o computador com as imagens de monitoramento.

Abriram as câmeras que davam vista para o meu quarto e lá estava: o homem permaneceu dentro do meu quarto por UMA HORA! Constatamos também, que antes dessa permanência assustadoramente longa, o homem entrou e saiu do quarto 4 vezes e ainda pegou o cartão que eu dera falta, pois nas imagens de segurança, pudemos ver que ele abriu e fechou a porta diversas vezes - certamente para testar o cartão magnético ( o quarto verdadeiro dele era o quarto ao lado do nosso, ou seja, ele tinha consciência de que o nosso não era o quarto dele).

A polícia esteve presente conosco desde as 8h.

Com as devidas provas, fomos à delegacia, prestar o boletim de ocorrência. A polícia levou o indivíduo algemado para prestar depoimento. Devido à delonga do processo de inquérito, perdemos nosso voo direto de volta para São Paulo, que estava marcado para as 14h. (Fomos liberados da delegacia às 13h30). Conseguimos outro voo que chegaria a São Paulo somente no dia seguinte pela manhã, com escala de 3 horas em Fortaleza, para isso, esperamos 6 horas no aeroporto de Natal para este voo. Foi extremamente cansativo.

A polícia investigou e interditou o verdadeiro quarto do indivíduo e encontraram drogas no recinto.

Não recebemos nenhum pedido de desculpas do hotel e o mínimo que eles têm a fazer agora é o ressarcimento da nossa estadia, gastos com passagens de avião (pois perdemos nosso voo, devido a um ocorrido dentro do hotel, que é responsabilidade do hotel).



NÃO RECOMENDO O NATAL MAR HOTEL A NINGUÉM! Não zelam pela segurança dos hóspedes e o atendimento é horrível!

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