Reembolso de R$ 3.000,00 por serviço de marketing digital insatisfatório e falha na geração de leads qualificados

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Mogi das Cruzes - SP
24/09/2025 às 12:45
ID: 227704841
Prezados(as) Senhores(as),
Venho por meio desta formalizar uma reclamação e solicitar o reembolso integral no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais) referente ao plano de serviço de marketing digital contratado com a sua empresa.
O serviço, contratado há mais de 30 dias, tinha como objetivo principal a geração de leads qualificados e o agendamento de reuniões por meio de um profissional de SDR, utilizando suas próprias contas de anúncio. O valor de R$ 3.000,00 foi pago integralmente pelo plano, que era o mais caro disponível.
No entanto, o serviço entregue se mostrou completamente insatisfatório e falhou em cumprir o que foi prometido. Em mais de um mês de trabalho, a campanha resultou em apenas dois agendamentos, e nenhum deles compareceu às reuniões. A performance do serviço foi nula e não gerou o retorno esperado.
Ao questionar a falta de resultados, sua empresa admitiu, através de mensagem de WhatsApp, que houve falhas internas, como a perda da conta de WhatsApp e a saída do gestor de tráfego. Essas falhas comprometem a capacidade de sua empresa de prestar o serviço contratado, demonstrando falta de profissionalismo e estrutura para entregar o que foi acordado.
A proposta de compensação oferecida trabalhar por mais 30 dias sem custo, com a justificativa de postar fotos em nossa rede social é inaceitável e não resolve o problema. Isso porque o serviço contratado não era o gerenciamento de mídias sociais, mas sim a qualificação e agendamento de leads por meio de anúncios pagos, o que não foi feito.
Diante do exposto e da falha total na prestação do serviço, reitero o meu pedido de reembolso imediato do valor de R$ 3.000,00. Aguardo um posicionamento e a devolução do montante em até 5 dias úteis a partir do recebimento desta notificação.
Em caso de não resolução amigável, buscarei os meios legais para garantir o meu direito como consumidor, acionando órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, e o poder judiciário, se necessário.