Descaso na unidade Notrelabs Ipiranga

Não respondida
São Paulo - SP
14/02/2025 às 14:35
ID: 209952367
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesPrezados,
Gostaria de relatar minha experiência na unidade Notrelabs Ipiranga no dia 13/02/*******. Cheguei antes das 7h da manhã, fui atendida pela supervisora Francimaria, que me perguntou quais exames eu realizaria e me entregou uma senha.
Após aguardar, fui chamada ao guichê 3 pela funcionária Alessandra Maria da Silva, que sequer me cumprimentou. Ela me pediu o rg e o pedido médico, eu entreguei. Depois disso ela me entregou os papéis necessários para o preenchimento e, antes de me fornecer o termo de consentimento, informou que eu não poderia realizar os exames, pois quatro exames do mesmo pedido médico não haviam sido liberados. Expliquei que havia enviado o pedido pelo aplicativo na sexta-feira e que, caso não fosse possível realizar os quatro exames pendentes, eu gostaria de fazer pelo menos o Papanicolau.
Subi para coletar os exames de urina e sangue e, antes de realizar o Papanicolau, a enfermeira perguntou se eu gostaria de aproveitar para fazer os outros exames. Respondi que sim, então ela desceu até a recepção para falar com a funcionária Alessandra, mas não conseguiu contato. Ao retornar, orientou-me a descer e tentar resolver diretamente com a recepção. Antes de sentar, informou que eu precisaria falar com a supervisora, Francimaria.
Ao abordá-la, a supervisora foi extremamente rude e debochada, perguntando quem havia me dito que eu poderia realizar os exames. Disse que enviaria uma mensagem para uma colega para verificar se os exames poderiam ser liberados sem senha, mas fez isso com total má vontade. Após isso, mandou-me procurar Alessandra novamente.
A funcionária Alessandra solicitou o pedido médico, que enviei para ela. Em seguida, pediu a senha, mas eu não tinha uma senha. Enquanto isso, tentei contato pelo chat do aplicativo, que me instruiu a ligar no telefone **************. No app, constava que eu não precisava de autorização prévia para os exames. Ainda assim, pediram que eu aguardasse.
A supervisora então me chamou em um canto e enviou um áudio pelo celular dela para uma outra pessoa, perguntando se eu poderia fazer os exames sem senha. Mostrei a ela pelo aplicativo que os exames não necessitavam de autorização prévia. Após um longo tempo de espera, consegui contato com a central pelo telefone, que solicitou o código dos exames.
Voltei à supervisora Francimaria para pedir o código, e ela afirmou que não poderia ajudar, pois não estava na frente do computador. Tentei com outro funcionário, que disse que estava ocupado e não podia ajudar. Finalmente, uma terceira funcionária, Karoline, me atendeu de forma solícita. Assim que pedi ajuda a Karoline, a supervisora finalmente entregou os códigos, que já estavam disponíveis no telefone dela desde as 8h da manhã. (Eu tenho foto). Ou seja, ela já tinha os códigos, mas preferiu liberar no tempo dela, enquanto eu permanecia esperando.
Depois de 40 minutos, finalmente liberaram a senha de um dos exames (Tricomoníase). Voltei ao guichê 3 para falar com Alessandra, mas ela atendeu dois pacientes antes de mim, olhou para minha cara e disse que não me atenderia porque estava saindo para o intervalo. Simplesmente levantou da cadeira e saiu.
Tentei novamente pedir ajuda a outro funcionário, que respondeu que estava resolvendo outro problema e não podia me ajudar. Sentei para falar com Karoline, que informou que não sabia o *******ário para inserir no sistema e que, mesmo com a senha, eu não conseguiria fazer o exame de tricomoníase, mas que conseguiria fazer o papanicolau e outros 2 exames. Pediu ajuda a um colega, que também não soube resolver.
Nesse ponto, já estava com dor de cabeça, tremendo e muito nervosa. Mas ela me deu os papéis necessários e eu consegui subir pro primeiro andar e fiz meu exame com a mesma enfermeira atenciosa que havia falado comigo antes (infelizmente, não lembro o nome dela). Expliquei a situação, e ela sugeriu que eu conversasse com sua supervisora. A supervisora da enfermagem me atendeu com respeito, ouviu meu relato, pediu desculpas e disse que levaria o caso aos seus superiores.
Após esse episódio, fui até a unidade Notrelabs da Avenida Angélica e fui tão bem atendida que me emocionei. Fiz todos os meus exames sem nenhum problema. A funcionária Elaine Meireles, do 3 andar, foi extremamente profissional e prestativa. Resolveu todas as minhas dúvidas, me orientou corretamente sobre os exames e ainda conversou com a supervisora dela para tentar me ajudar a encontrar uma unidade que realizasse os exames pendentes.
Essa experiência me fez concluir que o problema não está na Notredame ou no convênio em si, mas sim nas pessoas e na má gestão da unidade do Ipiranga. Quando até a supervisora se sente no direito de zombar e maltratar os pacientes, significa que há um problema sério de atendimento nessa unidade.
Sinceramente, nunca mais pretendo voltar à unidade Notrelabs do Ipiranga. Jamais fui tratada com tanto desrespeito em minha vida. Em um ambiente que deveria ser acolhedor, os pacientes são recebidos sem sequer um bom dia, com má vontade e descaso. Espero sinceramente que alguma providência seja tomada, pois sei dos meus direitos e estou abrindo uma reclamação na ouvidoria da Notredame e na Nippo.
É inadmissível ser tratada dessa forma em um local que deveria prezar pelo respeito e bem-estar dos pacientes. Sou dentista, atendo convênios, trabalho diretamente com o público e nunca tratei nenhum dos meus pacientes dessa maneira.
Aguardo retorno e providências.
Atenciosamente,
Ana Carolina