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São Bernardo do Campo - SP

30/01/2026 às 07:08

ID: 239271915

Meu relato é triste.
Saí hoje do hospital 29/01/26 às 11h, antes mesmo da alta oficial.
Na terça-feira, descobri pelo ultrassom que meu bebê estava sem batimentos cardíacos. Fui orientada a procurar o pronto-socorro, e assim fiz. Lá, me pediram para retornar na quarta-feira para realizar o procedimento cirúrgico de retirada.
Cheguei às 6h da manhã, já em jejum.
A partir daí, começou a minha tortura.
Passei pela enfermagem somente às 8h e subi para o quarto para aguardar o procedimento com medicação. Às 8h50, por volta das 10h, iniciaram os remédios para dilatação.
Desde então, comecei a sentir dor.
Das 11h às 17h, fiquei em sofrimento contínuo.
Durante todo esse tempo, implorei por medicação para dor. Os enfermeiros de plantão foram extremamente solidários, pediam insistentemente a prescrição aos médicos mas nenhum médico apareceu para me avaliar ou receitar qualquer analgésico.
Era uma dor horrível, dor de parto. Dor na alma por perder meu filho meu menino. Dor pelo descaso, pela humilhação, pela sensação de abandono.
Somente depois de muita insistência nossa e da equipe de enfermagem, uma médica foi até o quarto e prescreveu remédio para dor. Aí, finalmente, tive um pouco de alívio.
Às 21h, fui levada ao centro cirúrgico para realizar o procedimento.
Até esse momento, eu seguia em jejum e havia passado o dia inteiro sentindo dores fortíssimas a pior dor da minha vida.
Ao acordar da anestesia, pedi minha refeição e a do meu marido. Fui informada de que ele não teria direito à janta, pois apenas acompanhantes de mulheres que tiveram bebê recebem alimentação.
O que é isso, senão discriminação?
Foram tantas camadas de desespero dentro daquele hospital.
Hoje, pedi diversas vezes pela alta. A médica só apareceu às 9h da manhã, dizendo que ainda faltava um exame para liberação. Contei tudo o que havia passado. Ela então me liberou, com a condição de que eu visse o resultado do exame e retornasse ao pronto-socorro.
Adivinhem?
Até agora o resultado não saiu. Já são 18h. Acredito, sinceramente, que tenham perdido

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Consideração final do consumidor

13/03/2026 às 14:03

Torço para que outras pessoas não passem pelo que eu passei nas mãos dessa empresa.

O problema foi resolvido?

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Voltaria a fazer negócio

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Nota do atendimento

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