Aliança de casamento de tungstênio quebrou ao meio em uso normal e empresa se recusou até mesmo a analisar a peça

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São Paulo - SP
12/06/2026 às 11:38
ID: 251217641
Em fevereiro de 2025 comprei um par de alianças de tungstênio da Novissa Joias justamente pela forte propaganda de resistência, durabilidade e qualidade do material.
A empresa divulga o tungstênio como um dos materiais mais resistentes do mundo, afirmando que a peça mantém aparência de nova por anos, não amassa e suporta o uso do dia a dia.
Porém, após aproximadamente 1 ano de uso, minha aliança de casamento simplesmente quebrou ao meio durante uma situação totalmente comum: eu estava lavando a louça e secando as mãos em um pano de prato.
Não houve queda, pancada, impacto forte, esmagamento ou qualquer situação extrema que justificasse a quebra da peça.
O mais revoltante é que não estamos falando apenas de um objeto material. Trata-se da minha aliança de casamento, com gravação da nossa data, um item carregado de enorme valor sentimental e emocional.
Ao entrar em contato com a empresa buscando uma solução razoável, inicialmente fui informado de que a peça poderia passar por uma análise técnica para verificar possível defeito de fabricação. Porém, posteriormente, a empresa simplesmente mudou o posicionamento e informou que não faria qualquer análise, limitando-se a oferecer um cupom de 50% de desconto para compra de outra aliança.
Ou seja: mesmo diante de um produto vendido como extremamente resistente, que quebrou em uso absolutamente normal, a empresa sequer aceitou avaliar a possibilidade de defeito.
Também me chamou atenção o fato de existirem diversas reclamações semelhantes na internet envolvendo alianças de tungstênio da marca quebrando, sempre acompanhadas da mesma resposta padronizada de que a garantia não cobre.
Entendo perfeitamente que nenhum material é indestrutível. Porém, uma aliança anunciada justamente pela resistência não deveria quebrar ao secar as mãos em um pano de prato após apenas 1 ano de uso.
Além disso, considero extremamente preocupante a ausência de qualquer análise técnica da peça, já que isso impede o consumidor de saber se houve falha de fabricação, microfissura, problema estrutural ou qualquer outro vício oculto no produto.
Me senti completamente desamparado como consumidor.
Não estou pedindo favor. Estou buscando uma solução justa, proporcional e respeitosa diante de um produto que claramente não correspondeu à expectativa criada pela própria propaganda da empresa.
Solicito:
análise técnica da peça quebrada;
substituição da aliança sem custo;
ou
outra solução compatível com a situação.
Caso contrário, seguirei buscando meus direitos pelos órgãos de defesa do consumidor e vias judiciais cabíveis.