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São Paulo - SP

18/03/2025 às 16:13

ID: 212482133

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Hoje vi um absurdo que aconteceu, no Mira Hospital Oftalmológico na ******* - Indianópolis, São Paulo - SP, **************, houve uma confusão dentro do hospital, entre a funcionaria Priscila e um entregador de aplicativo, onde essa funcionaria humilhou esse entregador e expulsou do hospital, porem o questinamento do entregador era válido, porque pediram uma corrida por aplicativo para ser transportado um exame de biopsia, o entregador ainda indagou que não podia isso acontecer uma vez que não foi avisado que se tratava de um exame tão complexo. A funcionara Priscila ao ser questionada nitidamente furiosa expulsou o entregador de forma rispida e humilhante, mas meu questionamento é: Esta certo isso, confiamos ao hospital nossos exames e eles são transportados dessa maneira?? Sera que os resultados dos exames não dão alterações porque eu mesmo vi a bag que foi transportado o exame, sem cuidado, sem higiene, sem nenhum cuidado, inclusive quando a entregador lhe indagou que para o transporte daquele tipo de exame era necessário um motoqueiro adequado com itens de segurança para acondicionar de forma correta o exame, ficou nitido o comportamento da funcionaria Priscila que chamou a policia para o entregador lhe causando mais humilhação ainda, sendo que em nenhum momento o motoqueiro estava errado, eu mesmo acho absurdo que a Fleury permita que cheguem as suas mão exames dessa maneira! Estou realmente indignado com isso. Aguardo um retorno porque é inadimissivel a gente ter que passar por um exame tão invasivo pra no final tratarem ele de qualquer maneira

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Resposta da empresa

24/03/2025 às 17:32

Prezado paciente,
Entendemos o seu desconforto em relação à situação e gostaríamos de esclarecer alguns pontos. A motoboy responsável pela entrega se recusou a acessar o primeiro andar do Grupo Fleury, mesmo com essa informação destacada na solicitação do serviço. Além disso, não apenas se recusou a entregar a amostra do exame, como também desrespeitou a recepcionista durante a comunicação telefônica.
Após deixar o local, a motoboy retornou à unidade do hospital filmando a entrada dos pacientes, a recepção e a colaboradora Priscila, alegando que o exame envolvia risco biológico e que registraria um boletim de ocorrência contra a colaboradora por supostamente colocar sua vida em perigo.
Diante da situação, a colaboradora Priscila solicitou a devolução da amostra e do valor pago pelo serviço não prestado. No entanto, a motoboy se recusou a devolver o valor e continuou filmando sem autorização. Sentindo-se ameaçada, a colaboradora solicitou que ela se retirasse do local.
A motoboy insistiu em permanecer no hospital até que registrasse o boletim de ocorrência e continuou com a gravação sem consentimento, a colaboradora Priscila abriu a porta, reforçou o pedido para que ela se retirasse e acionou a polícia para registrar a ocorrência.
Com a chegada dos policiais, foi solicitada a exclusão do vídeo gravado sem autorização, além do registro formal de que não houve entrega de qualquer material de risco biológico, garantindo a proteção do Hospital e Grupo Fleury contra eventuais questionamentos futuros. ******* que a unidade em questão não realiza coletas que apresentem risco biológico. O exame em questão era apenas a análise de uma verruga perfeitamente acondicionada como indicações do próprio laboratório e, para garantir a conclusão do serviço, um novo motoboy foi acionado, realizando a entrega da amostra sem qualquer intercorrência.
Agradecemos sua compreensão e nos desculpamos por qualquer mal-entendido.

Atenciosamente
Sabrina Eliza.