Atendimento médico inadequado e negligência resultando em agravamento de lesões após acidente de carro

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Guarulhos - SP

10/07/2026 às 13:17

ID: 253585697

Em fevereiro/2024 eu sofri um acidente de carro e estava com minha filha, fomos transferidas da UPA São João pro HGG mesmo solicitando sermos transferidas pro convenio. Minha filha foi pra pediatria do HGG ate ser transferida pro convenio ( a pediatra no plantão fez os exames e nem sequer ofereceu dipirona pra minha filha por conta das dores e ainda falou que o colar cervical não adianta de nada), meu marido teve que solicitar remedio de dor e enjoo pra minha filha e essa mesma medica ficou querendo apressar a transferencia da minha filha.
Já eu, fui atendida pelo ortopedista do plantão, eu estava com fratura na clavicula e com muitaaaas dores, o médico falou que EU NÃO PRECISAVA DE TRANSFERENCIA e só me deu receita pra tomar dipirona em casa e me deu alta. No dia seguinte comecei a me tratar em outro hospital e descobri que minha clavicula deveria ser operada. Dias depois com exames mais complexos descobri que fraturei: CLAVICULA, COSTELAS, TIVE DERRAME PLEURAL, FRATURA NO TORNOZELO E LUXAÇÃO NO JOELHO.
Graças ao péssimo atendimento do HOSPITAL GERAL DE GUARULHOS, desde fevereiro/2024 eu venho passando por internações, cirurgias e até uso de dreno pulmonar. Fora os gastos com remédios e fisioterapias pra me ajudar.

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Resposta da empresa

17/07/2026 às 14:41

Boa tarde! Após contato telefônico com a Sr L.S.B. para identificação de sua filha, resgatadas as fichas de atendimento em fevereiro de 2024.
A paciente Sr L.S.B. ao dar entrada no Pronto Socorro vítima de acidente automobilístico foi atendida inicialmente por médico emergencista e solicitados exames de imagem: radiografias e tomografia computadorizada. Reavaliada por médico cirurgião geral e ortopedista, diagnosticado fratura de clavícula e costelas e orientado tratamento conservador, sendo também orientado no momento da alta hospitalar, o retorno imediato ao Pronto Socorro para reavaliação se necessário. No momento do primeiro atendimento a paciente não apresentava queixas ou sinais de traumatismo no tornozelo que justificassem avaliação radiológica. A ocorrência de derrame pleural tardio em traumatismo torácico ou o diagnóstico de outras lesões em situações traumáticas é possível de ocorrer, motivo este a orientação ao retorno imediato ao Pronto Socorro para reavaliação se necessário.
Quanto ao atendimento da menor L.B.S, constam os registros, que após o atendimento pela equipe da Cirurgia Pediátrica e Neurocirurgia e realização de exames de imagem: radiografias e tomografia computadorizada e ministração de analgesia, indicada observação neurológica em ambiente hospitalar e a paciente foi transferida para unidade hospitalar do convênio médico da família.

Réplica do consumidor

17/07/2026 às 14:48

No prontuário não tem nem informando que eu solicitei a transferência para o convenio e mesmo assim o medico que me atendeu falou que não precisava. Graças ao péssimo atendimento, estou há 2 anos e 5 meses passando por uso de remédios, cirurgias, internações. Na UPA já queriam me transferir pro convenio e um médico de um Hospital fala que não é necessário.

Consideração final do consumidor

17/07/2026 às 14:49

Na única vez que precisei do atendimento desse hospital, não fui atendida com o mínimo de cuidado, SE RECUSARAM me transferir pro convenio e por ERRO DELES, estou há 2 anos e 5 meses passando por cirurgias, internações e diversos problemas de saúde.

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Nota do atendimento

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