Motocicleta furtada no estacionamento da Panobianco SBC Planalto e não obtive mais retorno da academia para solução do caso.

Não respondida
Santo André - SP
17/08/2026 às 19:20
ID: 256700965
No dia 11/06/2026, minha motocicleta, uma Yamaha Fazer 250, foi furtada dentro do estacionamento da Panobianco SBC Planalto.
A motocicleta foi encontrada no mesmo dia, porém apresentava diversas peças danificadas em decorrência do ocorrido. A partir disso, fiz o levantamento de todos os danos e providenciei o orçamento para que a motocicleta pudesse ser reparada e voltar às condições anteriores ao furto.
O orçamento dos reparos ficou no valor de R$ 10.032,65. Encaminhei o orçamento e as informações necessárias para a academia, buscando resolver a situação de forma amigável.
Após a análise do caso, a academia apresentou uma proposta de ressarcimento de 50% do valor do orçamento, o que corresponderia a aproximadamente R$ 5.016,33. Isso significa que eu teria que assumir aproximadamente R$ 5.016,32 do prejuízo.
Recusei a proposta, pois não considero justo ter que arcar com metade desse valor sendo que fui a vítima do furto. A motocicleta estava dentro do estacionamento da academia quando foi furtada, e os danos que geraram esse orçamento ocorreram em razão dessa situação.
Desde a minha recusa, porém, não recebi uma nova proposta nem um posicionamento concreto da academia. O ocorrido aconteceu em 11 de junho, e o problema já se arrasta há meses, sem uma solução definitiva. O que espero da academia é uma postura de responsabilidade e uma tentativa real de solucionar o problema.
Por isso, neste momento, solicito o ressarcimento integral do orçamento apresentado, no valor de R$ 10.032,65, referente aos reparos necessários na motocicleta.
Estou registrando esta reclamação porque já tentei resolver a situação diretamente com a academia e, após recusar a proposta de 50%, fiquei sem uma resposta. Espero que, por meio deste canal, a Panobianco SBC Planalto se manifeste, retome o contato e apresente uma solução definitiva para o caso.
Atenciosamente,
Jorge Lucas Morão