O dia do meu casamento foi arruinado

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Betim - MG

01/10/2022 às 09:01

ID: 151088227

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No dia 05/03/******* às 14h52, meu esposo entrou em contato com a Patriarca Eventos procurando um serviço de catering para casamento. Em 07/03/******* às 10h30 ele recebeu a resposta com uma proposta que incluía serviços de assessoria cerimonial, decoração e buffet. Às 21h44 do dia 12/03/******* eu, Keren Pereira Machado, entrei em contato com a prestadora de serviços via WhatsApp para entrar em mais detalhes sobre a proposta e agendei uma visita onde seria sediado o evento para dia 20/03/*******. Após dias de discussão, o contrato entre os noivos e a prestadora de serviços foi fechado por volta das 21h00 do dia 07/04/*******. O contrato da prestadora de serviços tinha como objeto a realização da prestação de serviços de buffet, bar sem álcool, decoração com mobiliário, DJ, assessoria cerimonial, exclusiva e coordenada por Vitor Moraes, e espaço para ******* convidados. A execução dos serviços foi marcada para dia 28/08/******* e a remuneração pelo pacote de serviços com espaço correspondeu ao valor de 14.*******,00 reais pagos da seguinte forma: 30% do valor da entrada no cartão de crédito, pagos via link no dia 07/04/******* e o restante quitado dia 28/07/*******. Entre a data da assinatura do contrato e o evento, houveram reuniões e discussões presenciais e remotas sobre as expectativas, desejos e formulações do casal quanto à cerimônia e recepção. Houveram duas degustações onde o casal escolheu o cardápio, o arranjo da decoração e layout de mesas Também foi acordado o cronograma com horário do evento e ordem de execução das etapas. Contudo, no dia do evento (28/08/*******), ao chegar no espaço, a noiva Keren Machado, seus pais e seu irmão foram surpreendidos com a notícia de que o responsável pela organização do evento, dono da prestadora de serviços, Paulo Vitor Damião Moraes, havia sofrido um determinado acidente (24/08/*******) e havia sido internado. A equipe que se encontrava no local alegou estar impedida de entrar em contato com o responsável da prestadora de serviços, Sr. Vitor Moraes e portanto estavam sem acesso às informações sobre os acordos entre os noivos e a Patriarca Eventos sobre a realização da cerimônia. Da mesma forma, alegaram não ter acesso aos dados bancários sobre transações efetuadas e por não saberem o valor do orçamento, tiraram dos próprios bolsos para realizarem um evento que atendia a demanda do contrato. Essa informação passada por eles, foi muito estranha, pois a alegação foi de que o acidente ocorrera dia 24/08/******* e depois dessa data, encaminhamos algumas mensagens via whatsapp para o Vitor Moraes e todas elas foram entregues nos dias de envio das mesmas, porém não respondidas. Isso é sinal de que ele (Vitor Moraes) leu as mensagens ou alguém leu as mensagens. Da mesma forma, o parceiro de Vitor Moraes entrou em contato comigo várias vezes na semana, ocultando a informação de mim. Sendo assim, como poderiam alegar que não tinham nenhuma informação a respeito dos acertos e combinados entre noivos e empresa? Também poderiam ter comunicado com antecedência a situação para que pudéssemos tomar outras providências. Voltando ao dia 28/08/*******, o tão esperado dia, todos foram surpreendidos pelo não cumprimento do contrato conforme acordado. O Sítio estava mal cuidado, em situação precária, não havia decoração no local da cerimônia religiosa (pegaram uns vasos de samambaias artificiais que haviam no sítio e colocaram espaçadas uns 3 metros umas das outras pra limitar o trajeto da noiva até o altar que foi uma mesa de cozinha que improvisaram (sem forro). Pegaram as cadeiras que estavam junto às mesas na quadra de recepção e levaram para o campo de futebol onde seria a cerimônia e improvisaram junto aos vasos de samambaias, bem como um carpete verde que tinha no sítio. Para o pastor celebrar o casamento, não havia um equipamento de som para tal e, mais uma vez, desceram com umas caixas velhas que tinham na quadra da recepção para realizarem a cerimônia. O sonoplasta contratado alegou que estava sem informações sobre o cronograma preenchido pela noiva com dias de antecedência, ou seja, não recebeu instruções do ceremonial contratado. Para contornar a total falta de organização do serviço contratado, rotearam a Internet do pai do noivo (Valtamiro Oliveira de Sousa) para baixar as músicas desejadas e programadas pela noiva, o que acarretou mais atraso. Contudo, as músicas das entradas dos noivinhos, da florista, da porta aliança, dos padrinhos e a marcha nupcial da noiva foram todas trocadas e tocadas na hora errada. Finalmente, depois de 2 horas do horário marcado, foi iniciado a cerimônia na mais absoluta e singela simplicidade. Após a cerimônia, cada convidado pegou sua cadeira e carregou até a quadra, onde seria servido o buffet que por sua vez, também deixou a desejar. Nada do que foi contratado, foi servido, o buffet escolhido a dedo anteriormente foi ignorado. Sem deixar de dizer que os convidados ficavam muito tempo esperando serem servidos. Com pouca iluminação, os convidados formaram uma fila pra comer um pratinho de comida que foi servido num lugar em que as pessoas não enxergavam nem as próprias panelas. A noiva chorou muito quando chegou e se deparou com aquele fracasso. O noivo ficou em prantos também quando esperava a resolução do problema de som para entrada ceremonial. Com todos esses perrengues a cerimonia foi encerrada e, logo após os convidados se alimentarem, todos se despediram. Antes de deixar o sítio, os nossos pais, do noivo e da noiva, procuraram o Pablo, responsável pelo acontecimento do evento e tiveram uma conversa com ele. Ficara acertado que eles entrariam em contato com os noivos dentro de uns cinco dias após o casamento, tempo suficiente para que ele conversasse com o Vitor a respeito do que acontecera, afim de que fosse feito um acordo de devolução do valor pago por não ter cumprido o contratado. Porém, passaram-se mais de 30 dias, e estamos sem reposta. Infelizmente, o dia do meu casamento foi um dos dias mais traumáticos da minha vida.

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