PAULISTA INTERMEDIAÇÕES- [Editado pelo Reclame Aqui] DA CARTA DE CRÉDITO CONTEMPLADA- SOB PROMESSA DE UM VEICULO

Não respondida
Araxá - MG
22/02/2022 às 19:32
ID: 138915121
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesVenho através desta plataforma expressar minha insatisfação com a postura da empresa Paulista Intermediações de negócios EIRELI de CNPJ 28154527/*******90, que em minha opinião tem agido de total má-fé, devendo ainda ser apurado se sua conduta não tem configurado inclusive [Editado pelo Reclame Aqui] (JÁ REGISTREI BOLETIM DE OCORRÊNCIA).
Iniciei negociações com eles sobre promessa de carta de crédito contemplada.
Eles prometeram um veículo (caminhão com guindauto), com uma carta de crédito pela empresa Paulista Intermediações de negócios EIRELI.
Começamos a negociação por telefone e e-mail no início de junho de *******. Porém, para confirmar se a empresa existia, resolvi ir até a cidade de São Paulo, no endereço informado pela vendedora Ana, qual seja, Rua Francisco Morengo, n *******, bairro Tatuapé. (Sou do interior de Minas Gerais)
Pessoalmente, a Ana, me parecia bem séria, nos explicou sobre o contrato e suas peculiaridades, falou sobre o veículo, parecia entender bastante sobre o ramo, passou os dados da empresa e nos ofereceu uma carta de crédito no valor de R$ *******.*******,00. Inclusive com a promessa de já conseguir o caminhão no prazo máximo de 30 dias após assinatura do contrato e depósito da entrada, no valor de R$ 29.*******,00.
Então transferi o valor de R$ 29.*******,00 reais de entrada solicitado, na conta da empresa Paulista Intermediações de negócios EIRELI por transferência bancária, no dia 23/06/*******.
Os 30 dias se passaram e o veículo não chegou até minha cidade, conforme prometido pela vendedora Ana, assim, resolvi voltar a São Paulo pessoalmente para verificar o que estava acontecendo. Nessa nova viagem até São Paulo no dia 21/08/*******, buscando satisfações com a empresa, me encaminharam para outro endereço, na *******.*******, conjunto 35, onde novamente a vendedora Ana me atendeu. Ela alegou que não tinha conseguido o veículo que me atendia. Então, ela me ofereceu um aditivo no valor da carta de crédito, cancelando a carta antiga e fazendo um novo contrato que passaria a ser de R$ *******.00,00.
Ao oferecer essa novo contrato de consórcio, ela disse que já tinha até o caminhão, e que dessa vez seria muito rápido para que eu estivesse em posse do veículo, pois, segundo ela, um empresário que havia comprado 3 caminhões desistiu da compra de 1, tendo ela inclusive apresentado as fotos do veículo com equipamento(guindalto) e a nota fiscal do veículo.
Porém, para essa nova carta de crédito a vendedora me pediu para depositar mais um valor de R$ 9.*******,00, nessa hora resolvi cancelar o negócio, já desconfiando de um [Editado pelo Reclame Aqui].
Então, na mesma hora, lá mesmo em São Paulo a frente da vendedora Ana, pedi o cancelamento. Daí começou toda a burocracia. Ela disse que me enviaria uma carta no qual eu pediria o cancelamento por ela. Alguns dias após ela me enviou a tal carta, e pediu que reconhece firma em cartório do documento assinado.
Então, conforme especificações, enviei a carta de crédito no e-mail da vendedora Ana, sendo seu endereço de e-mail *******.
Antes de firmarmos o contrato, a Ana garantiu que caso quisesse cancelar, os valores por mim pagos seriam devolvidos de forma integral no prazo máximo de 45 dias. Após enviar a carta de cancelamento, ela voltou a confirmar que o valor integral pago de R$ 29.*******,00, seria devolvido em até 45 dias.
Passados 15 dias do envio da carta de cancelamento, um senhor chamado Santos com n de telefone*******, me ligou, dizendo era que era funcionário de um banco conveniado com a consórcio Paulista e que a partir daquele momento a questão da devolução do dinheiro seria tratada com ele.
O senhor Santos, disse que no prazo aproximado de 15 dias a consórcio Paulista enviaria o valor da devolução para a agência bancária dele, e que logo que a empresa realizasse o depósito, ele transferiria os valor para minha conta. Sendo assim, informei meus dados bancários para ele.
Passou-se os 15 dias, conforme combinado e nada da devolução. Sempre que ligava para ele, tinha um pretexto diferente. O tempo passando e o senhor Santos já nem atendia as minhas ligações. Nisso o prazo de 45 dias tinha passado a tempos.
Sem saída, voltei a ligar para a vendedora Ana. Essa disse que iria questionar o suposto chefe dela, para verificar o que aconteceu que o dinheiro ainda não tinha sido devolvido. Ela ficou de me ligar ou enviar e-mail para dar satisfações sobre o caso, mas nunca ligava ou mandava e-mail, depois de muito cobrá-la, ela alegou que não trabalhava mais para o consórcio Paulista, e me passou o contato do suposto gerente, chamado André.
Entrei em contato com o André no dia 01 de fevereiro de *******, no número ********************, pedi satisfações sobre a devolução da entrada que paguei, e ele já veio com outra conversa, afirmando que o que a vendedora Ana tinha garantido (a devolução dentro de 45 dias) não tinha valor, e que na verdade o valor somente seria devolvido quando eu fosse sorteado (o que poderia ocorrer em qualquer mês) ou ao findar-se o consórcio em junho de *******.
Nesse contato com o senhor André, ele ficou de me enviar e-mail, informando sobre os dados da devolução que ele havia acabado de me passar e também informaria uma data para que eu pudesse ir pessoalmente até sua empresa, para conversarmos melhor. Resumo, ele nunca mais ligou ou mandou e-mail e essa possível contemplação jamais saiu.
Total enrolação. Fui ao PROCON, e estou tomando as medidas legais cabíveis, como disse, registrei boletim de ocorrência, vou até a polícia civil para ingressar com Inquérito Policial, para apuração do [Editado pelo Reclame Aqui] de [Editado pelo Reclame Aqui], e inclusive já procurei um advogado em São Paulo. Vou resolver essa situação de uma forma ou de outra e resgatar o meu dinheiro.