Falha sistêmica na execução de Stop Out automático da ***** gerou prejuízo indevido em *****

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São Paulo - SP

09/05/2026 às 10:59

ID: 248167935

Sou cliente da ***** (classificado como cliente *****) e venho a público relatar um problema gravíssimo de falha de execução sistêmica referente ao acionamento do Stop Out automático, que me gerou um prejuízo indevido em posições de *****.
Após ter minhas posições liquidadas compulsoriamente, entrei em contato com o suporte da corretora. A justificativa que recebi por e-mail traz cálculos que simplesmente não fazem sentido lógico, financeiro ou operacional, e parecem apenas uma tentativa de encobrir um erro interno do sistema.
A regra da corretora é clara: o nível de Stop Out para o meu perfil é de 20%. No entanto, de acordo com o próprio e-mail enviado pelo suporte, minhas posições só foram fechadas quando o nível de margem já estava em -32,91% (com o Capital Próprio / Equity negativo em ***** -6,21).
Aqui reside a primeira prova da falha do sistema da corretora: o propósito central de um Stop Out automático de 20% é proteger a conta, executando a ordem rigorosamente quando o limite de margem é atingido. O sistema jamais deveria ter permitido que a operação continuasse até o capital próprio ficar negativo.
O segundo ponto, ainda mais grave, é a assimetria e a velocidade dessa execução. O mercado fez um movimento bidirecional rápido (caiu e subiu na mesma velocidade). Se o sistema da corretora alega que a queda foi tão brusca a ponto de não ter tido "velocidade" ou liquidez para me estopar nos 20% exigidos pela regra, como ele teve velocidade para liquidar a minha posição no exato "fundo do poço", milissegundos antes da reversão de alta?
Isso demonstra uma execução totalmente desproporcional. Se o movimento foi rápido demais para acionar a trava de segurança no nível correto, a ordem sequer deveria ter sido liquidada naquele preço extremo de -32,91%, pois o preço do ativo retornou imediatamente. Fui retirado do mercado de forma abrupta de um prejuízo não realizado (flutuante) exata e coincidentemente no momento em que o mercado estava iniciando o movimento de reversão que transformaria a operação em um lucro potencial.
Fica a forte impressão de que a corretora apresentou uma falha grave em seu provedor de liquidez, gerou um alargamento de spread artificial para forçar a liquidação e, agora, o suporte tenta justificar o injustificável com cálculos retroativos que ferem as próprias regras de gerenciamento de risco da plataforma.
Como um profissional que entende perfeitamente o funcionamento do mercado, não aceito ser penalizado por uma falha de "slippage" (deslizamento) ou lentidão sistêmica que só funciona para prejudicar o cliente.

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