Cliente alega constrangimento e discriminação por funcionária em loja de cosméticos.

Não respondida
São Paulo - SP
29/09/2025 às 18:25
ID: 228099367
No dia 29 de setembro de 2025, compareci à loja Perfumaria Princesa de São Bento, localizada na ***** São Paulo, com o intuito de comprar produtos cosméticos. Durante minha permanência, fui acompanhada ostensivamente por uma funcionária que, aparentemente, exerce a função de segurança.
Em um primeiro momento considerei tratar-se de atividade de rotina, porém o acompanhamento tornou-se excessivo, sendo intensificado por diálogos da referida funcionária com outros colaboradores, que riam da situação. Isso ampliou ainda mais minha sensação de exposição e constrangimento.
Sentindo-me humilhada e abalada emocionalmente, interrompi minha busca pelo produto desejado e me dirigi ao caixa para encerrar a compra, realizada às 17h, com os devidos comprovantes. Ressalto que a funcionária continuou a me acompanhar inclusive na fila, mantendo a postura de vigilância direcionada a mim. Após o pagamento, abordei-a de forma educada, expondo que sua conduta havia me causado profundo desconforto. Contudo, a mesma não se retratou nem acolheu meu apontamento, deixando evidente a manutenção de uma postura discriminatória mesmo após a finalização da compra.
Tal conduta viola princípios básicos previstos no Código de Defesa do Consumidor, em especial o direito à dignidade, respeito e proteção contra práticas abusivas (art. 6, IV, e art. 39, V). Além disso, o ocorrido gerou danos à minha honra e imagem pública, uma vez que terceiros presenciaram a cena, resultando em constrangimento público e atingindo minha moral.
Sou cliente da rede Princesa há algum tempo, inclusive em outras unidades. Porém, após este episódio, não me sinto segura em retornar à loja e tampouco em indicá-la a outras pessoas, pois ninguém merece ser discriminado e constrangido ao adquirir produtos que, em sua essência, deveriam promover autoestima ao consumidor.
Diante do exposto, espero uma retratação formal da loja e solicito que sejam tomadas as devidas providências para evitar que outros clientes passem por constrangimento semelhante.