Instabilidade e indisponibilidade do Portal Mobile Clinician prejudica projeto Hospital Sem Papel e gera lotes indevidos na farmácia

Respondida
Belém - PA
17/04/2026 às 11:44
ID: 246316893
Venho por meio desta, relatar as dificuldades e riscos do bom andamento do nosso projeto Hospital Sem Papel, por conta da instabilidade e indisponibilidade do produto Portal Mobile Clinician, que se configura em elemento basilar do projeto por embarcar as funcionalidades das operações e eventos à beira-leito.No ano de 2025, contratamos e pagamos a implantação do Portal Mobile Clinician e, após a implantação, iniciamos o pagamento da mensalidade de suporte ao produto em fevereiro/2026, viabilizando um projeto piloto em um pavimento com 24 leitos para consolidar a solução e, em seguida, expandir a solução para todo o hospital.Ocorre que, na prática, estamos experimentando o dissabor das reincidentes indisponibilidades do portal, sem que a Philips, com o devido apoio da Digisystem, que administra nosso ambiente computacional, consiga identificar sem dúvidas e sanar o problema de paradas no portal, prejudicando sobremaneira nosso trabalho e da área assistencial, acarretando prejuízos financeiros de grande monta, pelos investimentos já realizados e custos mensais dispendidos.Esclarecemos que, quando o mesmo está no ar, as funcionalidades operam conforme esperado, mas de vez em quando o portal trava do nada, mesmo com baixa utilização. Às vezes, trava de madrugada com baixo uso, quando então temos que solicitar o restart dos serviços. Todos os requisitos de infra foram disponibilizados, inclusive com excedentes, mas nada resolveu. Hoje é dia 16/04/2026 e estamos desde fevereiro/2026 sem uma solução efetiva.Depois de muita cobrança, conexões e coletas de log, a Philips decidiu tentar que uma atualização do Tasy poderia resolver o problema. A migração em produção está agendada para 23/04/2026 e ninguém tem certeza que isto resolverá a situação.Por outro lado, temos uma incongruência ainda sem solução, que não está ligada ao Portal Mobile Clinician, mas que está diretamente relacionada a adoção das ferramentas Philips para adoção do Hospital sem papel, que é a indevida geração imediata de lotes na farmácia, para medicamentos prescritos como se necessários, mesmo sem aprazamento do enfermeiro em caso de necessidade real. A solução dada pelo consultor da Philips na ocasião da implantação do projeto não está adequada e não se encontra outra solução. Hoje, do jeito que está, quando o médico prescreve algo como "se necessário", o sistema já gera o lote, criando uma montanha de lotes na farmácia que sequer se consolidarão como realmente necessários. Agora, estamos com uma reclamação enorme na farmácia, por conta dessa montanha de lotes que nunca serão dispensados, pois não foram necessários.Assim, esperamos que a empresa responsável pelo Tasy assuma de forma próxima, responsável e interessada, nomeando um dono para a solução completa dessa situação ligada à implantação do Hospital sem papel, que inviabiliza o uso efetivo na real extensão planejada.Cordialmente,
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Resposta da empresa
13/05/2026 às 11:53
Prezada Sra. Romina,
Realizamos algumas tentativas de contato para dar continuidade à tratativa:
Mensagem enviada via WhatsApp em 28/04/2026
E-mail encaminhado em 29/04/2026
Novo reforço via WhatsApp em 07/05/2026
Até o momento não recebemos retorno, o que tem dificultado avançarmos na resolução do caso. Pedimos, por gentileza, que nos responda por algum dos canais já utilizados ou atualize aqui na plataforma uma forma alternativa de contato.
Seguimos à disposição para concluir o atendimento da melhor forma possível.