Alerta!!! Preconceito e regra mal explicada Restaurante Picanha do Jonas!

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Eusébio - CE

09/03/2025 às 09:04

ID: 211685497

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*Alerta!!! Preconceito e regra mal explicada!!Restaurante Picanha do Jonas!*

Sábado, dia 8 de março de *******, fomos almoçar com a família no Restaurante Picanha do Jonas, localizado na *******. Ao tentar brincar no parquinho, minha filha de 9 anos, que pesa 49 kg, foi impedida de brincar como se não fosse uma criança. O gerente e as monitoras do parquinho foram grosseiros e sem compaixão com o fato da criança ter ficado triste, inclusive, o gerente disse que poderia retirar a pulseira dela se quisesse.

Relato completo:
Ao chegarmos no restaurante, como toda criança, minhas duas filhas ( 7 anos e 9 anos) e minha sobrinha (7 anos) pediram logo para irem pro parquinho, mas, poucos minutos depois de estarem brincando, minha filha de 9 anos chegou na mesa triste, e quando eu perguntei o que tinha acontecido, ela me disse que estava se sentindo excluída e muito envergonhada. Ao questionar por que ela estava tendo esse sentimento, ela me disse que a monitora impediu que ela brincasse na cama elástica, porque disse que ela era grande demais para estar ali, ela disse que se afastou envergonhada, e que ficou com muita vergonha de sair imediatamente do parque, pois observou que outras crianças também da altura dela, entravam na cama elástica e pulavam. A sua irmã e sua prima tentaram incluir ela na brincadeira, e ela disse que constrangida, não foi porque a moça havia barrado a sua entrada. Expliquei que iria averiguar com os responsáveis do parque, e que se houvesse uma restrição de idade no parque, teríamos que entender, pois precisamos respeitar as regras e a segurança, porém, quando cheguei no parquinho, dei de cara com uma placa informando que a idade mínima era de 1 a 12 anos, o que NÃO exclui a minha filha. A minha surpresa maior, foi ao olhar pra cama elástica e ver que ela não era pequena, questionei com a monitora aonde estava a placa informando a capacidade de carga do brinquedo, pois mais uma vez se existisse a restrição exposta, eu teria que entender, mas ela me respondeu que não tinha como saber qual o limite de peso, mas que ela precisava obedecer a regra de não deixar crianças grandes entrarem no brinquedo. Então, ela está ali julgando da cabeça dela, quem é grande e quem é pequeno? Sem nenhuma base de dados, sem se importar se a exclusão pode gerar sentimentos de rejeição, baixa autoestima e dificuldades em se relacionar com os outros??? Enquanto ela falava, entraram 3 crianças na cama elástica, que a soma do peso das 3 crianças daria bem superior ao peso da minha filha, questionei novamente por qual motivo a minha filha não poderia pular um pouco sozinha, se era uma criança, e o parquinho estava bem vazio? Com 3 monitores, era fácil o monitoramento de deixar cada criança brincar um pouco. E me responderam que não podia. Então questionei ao gerente, de nome Alexandre, expliquei pra ele que minha filha estava triste na mesa, e o mesmo foi terrivelmente grosseiro, me disse que eu não estava afim de entender, e que eu estava querendo ditar regras, que inclusive poderia mandar retirar a pulseira da minha filha. Perguntei se era isso mesmo que eu estava ouvindo, que ele estava ameaçando privar a entrada de uma criança ao parque? E ele desconstruiu o que tinha dito, e me respondeu que eu estava querendo ditar as regras e que ele não era obrigado a acatar, foi quando eu falei, que regras existem para serem respeitadas, mas que elas não eram superiores a lei, e que O ECA, art. 16, V, define como direito da criança a liberdade para convívio familiar *e comunitário, sem discriminação.*

Informei que caso eu notasse que estava se concretizando o constrangimento de violação e direitos da minha criança, iria procurar um advogado.
O gerente não ligou para nada que eu disse, as duas supervisoras do parquinho que observavam meu debate com o gerente não paravam de rir. Me senti desrespeitada, eu e minha família pedimos a conta e ao questionar o fato de estarem cobrando o parquinho das 3 crianças, quiseram iniciar outro debate. Foi constrangedor e desrespeitoso a forma como nos trataram o tempo todo.

PARA REFLETIR e APRENDER:
O preconceito que resulta na proibição de crianças em parquinhos pode se manifestar de diversas formas e tem implicações significativas no desenvolvimento social e emocional das crianças. Essa exclusão pode ocorrer com base em raça, classe social, características físicas ou outros motivos. Tal comportamento não só prejudica a criança que é barrada, mas também impacta todo o ambiente, criando divisões e perpetuando estigmas.
É fundamental promover a inclusão e a diversidade em espaços públicos, como parquinhos, para que todas as crianças possam brincar e interagir, aprendendo a respeitar e valorizar as diferenças. Iniciativas que incentivam a empatia, a educação sobre diversidade e a conscientização sobre preconceitos são essenciais para criar um ambiente mais acolhedor e justo para todos.
*Quando uma criança é barrada em um parquinho,* as razões podem variar, mas frequentemente estão relacionadas a *preconceitos* ou regras mal interpretadas. Essa situação pode ser devastadora para a criança, pois o parquinho é um espaço crucial para o desenvolvimento social, emocional e físico. A exclusão pode levar a sentimentos de rejeição, baixa autoestima e dificuldades em se relacionar com os outros.

*É importante que responsáveis por restaurantes com parques estejam atentos a essas dinâmicas. Promover a inclusão e garantir que todos tenham acesso a esses espaços de lazer da forma CORRETA é fundamental.*

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