Falta de clareza na cobrança de valores e dificuldade de solução após contratação de consórcios

Não respondida
Curitiba - PR
24/05/2026 às 17:53
ID: 249540087
Venho registrar minha insatisfação com a forma como foi conduzida uma operação intermediada pela Piffer Contemplados e pelo responsável *****.
Inicialmente tive uma experiência positiva com a empresa ao adquirir uma carta de consórcio do Itaú, que foi contemplada normalmente e funcionou conforme o planejado.
Posteriormente, diante da necessidade de ampliar recursos para continuidade de uma obra, adquiri novas cartas de consórcio da Âncora por intermédio da empresa. Na ocasião, me foi apresentada uma estrutura comercial envolvendo pagamento de um valor de aproximadamente R$ 50.000,00 relacionado à operação, o qual foi depositado diretamente em conta pessoal do responsável pela negociação.
O problema começou quando, posteriormente, ao buscar esclarecimentos e solicitar uma solução para a operação, fui informada de versões diferentes sobre a natureza desse valor. Em momentos distintos, o montante foi tratado como taxa de adesão, consultoria e posteriormente comissão.
Na minha percepção, faltou transparência e formalização adequada dessas informações no momento da contratação. Não assinei contrato específico de prestação de consultoria, não recebi detalhamento claro sobre a finalidade exata desse pagamento e também não houve esclarecimento adequado sobre o motivo do depósito ter sido realizado em conta pessoal.
Além disso, os grupos da Âncora passaram a exigir contemplações com percentuais extremamente elevados, entre aproximadamente 95% e 97%, situação que acabou inviabilizando completamente o planejamento financeiro que me havia sido apresentado inicialmente.
Após meses arcando com parcelas elevadas de diversas cartas de consórcio, procurei diversas vezes o escritório da empresa tentando encontrar uma solução amigável e equilibrada para o problema.
As alternativas apresentadas envolveram devolução parcelada do valor em prazo extremamente longo e condicionada à continuidade de outras operações de consórcio, o que, no meu entendimento, não resolvia a situação financeira delicada em que eu já me encontrava naquele momento.
Toda essa situação me trouxe grande desgaste emocional, financeiro e profissional, especialmente em razão de obra parada, perda de materiais, custos elevados e dificuldades para manutenção da equipe de trabalho.
Registro aqui minha frustração com a condução do caso, mas deixo claro que ainda espero uma solução adequada, justa e efetiva por parte da empresa, proporcional aos prejuízos financeiros e emocionais sofridos, a fim de evitar a necessidade de adoção de medidas judiciais para resguardar meus direitos.
Ressalto que este relato representa exclusivamente minha experiência pessoal e minha percepção sobre os fatos vivenciados.