Sofá com defeito estrutural após um ano de uso e má qualidade no pós-venda

Resolvido
São Paulo - SP
24/08/2026 às 21:09
ID: 257281885
Venho registrar minha profunda insatisfação com a Plenitude Designer em relação a um sofá adquirido há aproximadamente 1 ano.
Optei pela marca justamente pela reputação de qualidade e pelo posicionamento da Plenitude Designer no mercado. A empresa se apresenta como uma marca diferenciada, com produtos de alta qualidade e acabamento superior. Além disso, trata-se de uma marca cujo preço está entre os mais elevados do segmento.
Justamente por isso, a expectativa em relação à durabilidade, qualidade construtiva e assistência pós-venda é muito maior.
Infelizmente, minha experiência até o momento está sendo exatamente o oposto.
Com aproximadamente apenas 3 meses de uso, o sofá já apresentou um primeiro problema: o flexível apresentou falha, travando e impedindo que eu conseguisse fechar o sofá corretamente.
Agora, aproximadamente 1 ano após a compra, ocorreu um segundo problema, desta vez ainda mais preocupante: ao simplesmente movimentar o sofá de lugar dentro da minha residência, o braço do sofá se desprendeu da estrutura.
Não houve queda, impacto, excesso de peso ou qualquer utilização que pudesse ser considerada anormal. O sofá estava sendo apenas deslocado de lugar.
Entrei em contato com a empresa buscando uma solução e, para minha surpresa, fui informado de que o problema seria considerado mau uso.
Mais surpreendente ainda foi saber que, caso eu queira uma visita técnica para avaliar o problema, eu teria que pagar pela visita e ainda poderia ter que pagar pelo eventual conserto.
Não concordo com essa postura e considero essa resposta extremamente inadequada.
Como a empresa pode afirmar que se trata de mau uso sem sequer realizar uma avaliação técnica do produto?
Não estou dizendo que a empresa deve assumir automaticamente qualquer dano que possa ser causado pelo consumidor. O que estou questionando é justamente a classificação prévia do problema como mau uso, sem que tenha sido apresentada qualquer evidência técnica que demonstre isso.
O sofá possui aproximadamente 1 ano de uso e já apresentou dois problemas distintos em um período relativamente curto: primeiro, uma falha no flexível com apenas 3 meses; agora, uma falha na estrutura do braço durante uma movimentação normal do móvel.
Isso, no mínimo, deveria levar a empresa a investigar cuidadosamente a qualidade e a resistência da estrutura do produto antes de simplesmente transferir toda a responsabilidade para o consumidor.
Estamos falando de um produto de alto valor, vendido por uma empresa que se posiciona no mercado justamente pela qualidade de seus produtos.
Se a Plenitude Designer cobra um valor elevado e utiliza a qualidade como um de seus diferenciais, é razoável esperar que essa qualidade também esteja presente na durabilidade do produto e, principalmente, no pós-venda.
Infelizmente, neste caso, não é isso que estou percebendo.
Também considero importante destacar que um sofá é um bem durável, cuja expectativa de utilização obviamente não é de apenas um ano. O fato de o produto ter aproximadamente um ano de uso não significa, por si só, que qualquer problema apresentado posteriormente possa ser simplesmente atribuído ao consumidor.
Inclusive, dependendo da origem do problema, pode estar caracterizado um vício oculto, cuja análise deve considerar o momento em que o defeito se manifesta e a própria vida útil esperada do produto.
Por isso, não considero aceitável que a empresa simplesmente diga é mau uso e encerre a questão.
Quero que a empresa demonstre tecnicamente que houve mau uso.
Se existe uma avaliação técnica que comprova isso, que ela seja apresentada de forma clara, indicando:
* qual componente apresentou a falha;
* qual foi a causa da ruptura/desprendimento;
* qual seria o suposto uso inadequado realizado;
* quais evidências técnicas comprovam essa conclusão;
* e por que uma movimentação normal do sofá teria provocado esse tipo de dano.
Até o momento, não recebi nenhuma dessas informações.
Também não considero razoável que eu tenha que pagar antecipadamente por uma visita técnica para descobrir se o problema é decorrente de uma falha do próprio produto.
Não estou solicitando um favor. Estou solicitando que a empresa avalie adequadamente um produto de alto valor que apresentou mais de uma falha em pouco mais de um ano de uso.
Minha expectativa, como consumidor, era justamente ter a tranquilidade de adquirir um produto de uma marca que se posiciona como referência em qualidade. Entretanto, diante dos problemas apresentados e da forma como a empresa está conduzindo o atendimento, essa expectativa está sendo completamente frustrada.
Por esse motivo, solicito que a Plenitude Designer reavalie a negativa, providencie uma avaliação técnica adequada do sofá e, sendo constatado vício de fabricação, montagem, fixação, estrutura ou qualquer outro problema relacionado à qualidade do produto, realize o reparo sem qualquer custo para mim.
Caso a empresa mantenha a alegação de mau uso, solicito que apresente uma justificativa técnica formal e fundamentada, e não apenas uma resposta genérica responsabilizando o consumidor.
Espero sinceramente que a Plenitude Designer resolva essa situação de forma amigável e coerente com o posicionamento de qualidade que a própria marca transmite ao consumidor.
Paguei caro justamente esperando qualidade, durabilidade e um pós-venda compatível com o nível do produto. Neste momento, infelizmente, não estou recebendo nenhum dos três.
Aguardo uma solução efetiva para o problema, e não apenas uma negativa genérica de responsabilidade.
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Resposta da empresa
25/08/2026 às 10:54
Olá Sr. Luiz
Lamentamos a insatisfação relatada e esclarecemos que a Plenitude Designer leva a sério os relatos relacionados aos seus produtos, especialmente quando envolvem itens de maior durabilidade e valor.
No caso apresentado, a situação foi analisada com base nas informações e evidências disponíveis, e o dano identificado no braço do sofá apresenta características compatíveis com esforço/tração externa aplicada à estrutura, não sendo constatado, até o momento, indício de falha decorrente do processo de fabricação.
Por esse motivo, a ocorrência não foi caracterizada como vício de fabricação, mas como dano decorrente de condição externa de utilização/movimentação do produto.
É importante esclarecer que a classificação não foi realizada simplesmente pelo fato de o produto possuir aproximadamente um ano de uso, tampouco significa que a empresa atribua automaticamente ao consumidor qualquer problema apresentado após a compra. A conclusão está relacionada especificamente às características do dano apresentado.
Quanto ao questionamento sobre a necessidade de avaliação técnica, permanecemos à disposição para realizar uma análise mais detalhada do produto, justamente para que a origem do dano possa ser verificada de maneira adequada. Caso seja constatada alguma falha relacionada à fabricação, montagem ou ao próprio produto, a empresa adotará as providências cabíveis.
Por outro lado, sendo confirmada a existência de dano decorrente de esforço externo ou condição de uso que não caracterize vício do produto, eventual reparo poderá ser realizado mediante orçamento, conforme as condições aplicáveis ao atendimento.
Reforçamos que nosso objetivo é solucionar a situação de forma transparente e técnica, sem atribuir responsabilidade ao consumidor sem fundamento. Da mesma forma, não podemos caracterizar como defeito de fabricação uma ocorrência que, conforme os elementos analisados, apresenta características incompatíveis com uma falha de fabricação.
Estamos a disposição para qualquer esclarecimento referente a essa publicação.
Obrigado!
Atenciosamente.
Central de Relacionamento Plenitude Design.
Consideração final do consumidor
01/09/2026 às 10:56
Não se qualifica como mau uso.
Conforme visita técnica realizada na data de hoje, 01/09, às 10h, o próprio técnico constatou que o problema ocorreu porque o parafuso responsável por fixar o braço estava mal posicionado, o que ocasionou a soltura da peça. O procedimento realizado pelo técnico foi justamente reposicionar corretamente o parafuso e reforçar a fixação.
Diante disso, causa estranheza a posição inicial do SAC em simplesmente classificar o ocorrido como mau uso, sem que, aparentemente, tenha sido realizada uma avaliação técnica adequada para determinar a causa do problema.
Não teríamos qualquer motivo para abrir uma reclamação sem fundamento. Se existe algo que temos com nossos produtos é zelo, cuidado e responsabilidade na utilização. Portanto, não aceitamos que um problema decorrente de uma fixação aparentemente inadequada seja atribuído ao consumidor de forma genérica, sem uma comprovação técnica que sustente essa afirmação.
O mais preocupante é que a justificativa apresentada pelo SAC transmite a impressão de que a empresa está tentando afastar antecipadamente sua responsabilidade e possíveis custos, atribuindo o problema ao consumidor antes mesmo de uma análise técnica conclusiva.
Se o próprio técnico, durante a visita, identificou que o parafuso estava mal posicionado e precisou apenas reposicioná-lo e reforçá-lo, é necessário esclarecer: como a empresa pode afirmar que houve mau uso sem apresentar uma avaliação técnica que demonstre de que maneira o consumidor teria causado esse problema?
Esperamos que a empresa reveja seu posicionamento, considere efetivamente a avaliação realizada pelo técnico e trate o caso com a seriedade que merece.
Não estamos buscando nenhum benefício indevido. Estamos apenas reivindicando que o problema seja analisado de forma justa e que a responsabilidade seja atribuída a quem de fato deu causa ao ocorrido e não simplesmente transferida ao consumidor por meio de uma alegação genérica de mau uso.
Por fim, fica registrada nossa insatisfação não apenas com o problema apresentado, mas principalmente com a postura do SAC, que, antes de buscar entender o que realmente aconteceu, optou por responsabilizar o consumidor. Essa postura é extremamente frustrante e não condiz com o mínimo de respeito e transparência que esperamos de uma empresa da qual somos clientes.
O problema foi resolvido?

Resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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