Pedido não realizado, valor pago via PIX para ex-atendente e falta de responsabilidade da empresa GranLayme

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São Paulo - SP

07/01/2026 às 10:27

ID: 236899375

No dia 03/12, entrei em contato com a empresa GranLayme por meio de seu telefone fixo. O atendente me informou que, para dar andamento ao orçamento, eu deveria continuar o atendimento via WhatsApp com o vendedor Humberto.

Fui atendida por Humberto, que compreendeu minha solicitação, realizou o orçamento, acertamos valores e, no dia 04/12, fechei o pedido. Ele me informou que seria necessário o pagamento de 50% do valor (R$ 950,00) para agendar a visita de medição e dar andamento ao pedido.

O pagamento foi solicitado via PIX em conta de titularidade do próprio Humberto, sob a justificativa de que ele não estava na empresa naquele momento, mas que faria o saque e entregaria o valor à GranLayme. No dia 05/12, realizei o pagamento conforme orientado.

Após o pagamento, fiquei aguardando a medição. Humberto informou que ela ocorreria ao longo da semana e que não impactaria o prazo de entrega, estimado entre 15 e 20 dias úteis, contados a partir do fechamento do pedido.

A medição chegou a ser mencionada para a sexta-feira (12/12), porém, ao ser cobrada, Humberto informou que a empresa não realizava medições às sextas-feiras e que reagendaria para a segunda-feira seguinte. Mesmo assim, a medição não ocorreu.

No dia 17/12, ao cobrar novamente, fui atendida por Felipe, que informou não localizar meu pedido no sistema e que Humberto não fazia mais parte da empresa, tendo sido desligado. Segundo ele, não havia histórico da conversa, pedido formalizado ou comprovantes vinculados à empresa.

Diante disso, compareci pessoalmente à empresa para falar com o diretor e proprietário, Neto Layme. Fui informada de que Humberto havia apresentado falhas de conduta e, por isso, fora desligado. Neto afirmou que Humberto teria R$ 500,00 a receber da empresa, valor que seria considerado como meu crédito. Para reaver o valor restante pago diretamente a Humberto, eu deveria processar a empresa, que então buscaria ressarcimento junto ao ex-atendente.

Saí da empresa com um novo pedido, considerando os R$ 500,00 como entrada, saldo a pagar na entrega e uma nova medição agendada para o dia 23/12, a ser realizada pelo próprio Neto. Por se tratar de semana de recesso, solicitei que a medição ocorresse após as festas.

No dia 06/01, entrei novamente em contato questionando sobre a medição. Neto respondeu que, devido ao recesso, havia mais de 30 medições pendentes e que estavam sendo realizadas conforme a ordem de pagamentos. Ao questionar sobre o prazo de entrega, fui informada de que haveria impacto, mesmo o pagamento tendo sido realizado no início de dezembro.

Ao final da conversa, Neto informou que poderia me devolver o crédito de R$ 500,00, alegando que Humberto nunca foi funcionário da empresa, que apenas espelhava o WhatsApp na GranLayme e que o PIX informado não possuía vínculo com a empresa embora o contato tenha sido repassado pelo próprio atendimento telefônico da GranLayme.

O valor de R$ 500,00 foi devolvido, porém não fui atendida conforme contratado. Permaneci com um prejuízo financeiro de R$ 450,00, além do transtorno e da perda de quase um mês aguardando uma solução que não ocorreu.

Ressalto que a empresa GranLayme deve se responsabilizar pelas pessoas que coloca para atender seus clientes, independentemente do tempo de vínculo. Esses atendentes representam a empresa, realizam negociações em seu nome e, futuramente, entrariam nas residências dos clientes para prestação de serviços. A ausência de controle interno não pode ser transferida ao consumidor.

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