Práticas abusivas e falta de transparência na venda de fotos de formatura

Respondida
Curitiba - PR
03/11/2025 às 22:12
ID: 230959917
Práticas abusivas e falta de transparência na venda de fotos de formatura
A empresa Polyndia foi a responsável pelas fotos da minha colação de grau, escolhida pela própria instituição de ensino (FAE). Eu, como formando, não contratei diretamente o serviço, mas fui obrigada a depender exclusivamente da empresa para qualquer registro fotográfico do evento.
Durante todo o processo, não houve transparência sobre os valores dos pacotes de fotos. Desde o ensaio prévio no estúdio até o dia da colação, nenhuma estimativa de preço foi informada, o que impediu qualquer planejamento financeiro.
No dia do evento, as fotos pessoais foram proibidas dentro do anfiteatro justamente o momento em que estávamos com o jaleco da formatura. Havia seguranças impedindo o uso de celulares, o que na prática nos deixou totalmente reféns da Polyndia para ter qualquer lembrança desse dia.
Posteriormente, o contato da empresa foi feito apenas para oferecer pacotes com preços altos e inflexíveis (R$ 3.940 para o álbum físico e R$ 1.990 pelos arquivos digitais), sem possibilidade de adquirir fotos individuais.
Considero essa prática abusiva e antiética, pois cria dependência total do serviço, restringe o direito de registro pessoal e explora emocionalmente os formandos. Solicito que a empresa reveja sua conduta e adote políticas mais éticas, transparentes e justas em eventos acadêmicos.
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Resposta da empresa
20/11/2025 às 11:07
Prezado formando,
Esclarecemos que no dia do evento não é vedada a utilização dos celulares em momento algum, tanto que há imagens fotógrafas pelos próprios formandos e convidados.
A única recomendação é que sejam evitadas as capturas juntamente com os fotógrafos, evitando prejudicar as imagens profissionais.