Agressão verbal é quase física pelo funcionário do posto

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Balneário Camboriú - SC

04/12/2024 às 14:48

ID: 202950523

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No dia 26/11/*******, às 15:10, fui abastecer meu veiculo no posto Ipiranga localizado na Av do estado dalmo vieira ******* - Balneário Camboriú ,Solicitei ao frentista que abastecesse R$*******,00 de álcool. No entanto, enquanto estava na fila para pagar, o frentista veio correndo e me informou que havia colocado R$75,00 de gasolina por engano. Ele se desculpou e disse que havia cometido um erro.

Pedi para que chamasse o gerente e perguntei como seria resolvida a situação. O gerente me disse que o combustível poderia ser removido ou eu poderia aceitar o que havia sido colocado. Solicitei que o combustível fosse retirado, e o gerente me indicou que fosse até a rampa da oficina para proceder com a remoção.

Ao chegar à rampa, o funcionário da manutenção pediu que eu aguardasse um momento, pois estava atendendo um veículo com duas senhoras. Durante esse tempo, uma BMW com uma mulher jovem, sozinha, parou para abastecer. O frentista que estava atendendo a BMW abriu o capô e começou a mexer no motor e chamou o rapaz da manutenção, então o rapaz da manutenção em vez de finalizar o atendimento no veículo das senhoras e vir me atender pois estava na vez, foi atender a mulher da BMW.

Após algum tempo de espera, perguntei ao gerente se era normal pular a vez no atendimento, e ele me pediu para aguardar. Sem outras opções, permaneci esperando. Quando o funcionário da oficina começou a remover o combustível do meu veículo, ele usou um galão de ferro, que não permitia ver a quantidade de combustível que estava sendo retirada. Perguntei ao funcionário como ele sabia a quantidade correta, e ele respondeu que fazia isso no olho. Questionei a forma como o serviço estava sendo conduzido e sugeri que fosse utilizado um galão translúcido para aferir a quantidade corretamente. Nesse momento, o funcionário começou a se alterar e me disse, de forma agressiva, que, se eu não ficasse quieto, ele meteria a mão na minha cara. Ele alegou que eu estava desconfiando do serviço, quando na realidade eu só estava fazendo uma pergunta com base no que estava observando.

Chamei o gerente para esclarecer a situação e entender por que um funcionário da sua equipe estava tratando um cliente dessa maneira, especialmente com ameaças físicas. Perguntei os nomes do gerente e do funcionário para que, caso a situação piorasse, eu pudesse tomar as devidas providências, como registrar um boletim de ocorrência. O gerente, por sua vez, também fez ofensas, alegando que eu estava errado e me mandou ficar quieto. Para evitar maiores problemas, decidi permanecer em silêncio até que o combustível fosse retirado e eu pudesse ir embora.

Deixo aqui o meu relato sobre essa experiência extremamente desagradável e a minha opinião para que revejam a forma como tratam seus clientes. Um atendimento adequado e respeitoso é fundamental em qualquer estabelecimento, e a postura de alguns funcionários e gestores neste caso foi inaceitável.

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