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Brasília - DF

16/03/2026 às 11:26

ID: 243382021

No dia 27/12, às 17h58, dirigi-me ao POSTO DE GASOLINA SOBRADINHO LTDA CNPJ ***** (Shell), localizado na Quadra 13, para abastecer meu veículo, como faço há anos no referido estabelecimento.

Enquanto realizava o abastecimento, solicitei também que fosse colocada água no reservatório do limpador de para-brisa, serviço que normalmente é oferecido pelo próprio posto, juntamente com checagem de óleo e oferta de produtos.

A frentista que me atendeu inicialmente demonstrou não saber como abrir o capô do veículo e acabou forçando a abertura. Inclusive questionei se daquela forma não poderia quebrar a peça, ao que ela respondeu que era assim mesmo.

Em seguida, ela também não sabia identificar qual era o reservatório de água do limpador de para-brisa do carro. Diante disso, pedi que solicitasse ajuda de um colega que estava atendendo na bomba ao lado. Esse funcionário veio até o veículo e mostrou onde ficava cada reservatório e para que servia cada compartimento.

No momento de fechar o capô do veículo, a frentista novamente demonstrou não saber como proceder e passou a bater o capô várias vezes com força. Novamente a alertei que daquela forma poderia quebrar a peça. Mesmo assim ela insistiu e, na última tentativa, utilizou ainda mais força e não conseguiu fechar corretamente. Foi então necessário que o colega viesse novamente ajudar a fechar o capô. Inclusive outro funcionário comentou com ela que não era daquela forma que se fechava o capô de um carro.

Após o atendimento fui embora para casa e utilizei o veículo novamente apenas no dia seguinte, quando precisei levar minha filha ao hospital em situação de emergência, pois ela estava convulsionando.

Durante o trajeto pela BR-020, o capô do carro abriu repentinamente enquanto eu dirigia. Por sorte o para-brisa não foi quebrado, porém a trava do capô foi danificada e o capô ficou amassado, impossibilitando a utilização do veículo.

Posteriormente me dirigi ao posto de gasolina levando um orçamento para o reparo dos danos causados ao veículo, porém não obtive qualquer auxílio. Fui informado de que a gerente não estava no local e que eu deveria retornar na segunda-feira.

Na segunda-feira retornei ao estabelecimento e permaneci por mais de duas horas explicando toda a situação por diversas vezes. A gerente demonstrou postura grosseira e o tempo todo duvidou do ocorrido, afirmando que o capô do veículo já estava quebrado anteriormente, recusando-se a assumir qualquer responsabilidade.

Ressalto ainda que o ocorrido aconteceu na véspera de Ano Novo. Eu tinha uma viagem marcada para o domingo à noite com minha família e informei isso à gerente. Mesmo assim, ela respondeu com total falta de sensibilidade que talvez aquilo fosse um sinal para eu ficar em casa.

Devido aos danos no veículo, fui impossibilitado de realizar a viagem planejada, passando o Ano Novo sem minha família, além de arcar com o prejuízo causado pelo dano ao meu veículo.

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