Cobrança indevida de rodízio e mau atendimento no Restaurante Potiguar

Não respondida
Uberlândia - MG
25/05/2026 às 16:03
ID: 249625891
No dia 22 de maio de 2026, participei do aniversário de uma amiga de minha filha no Restaurante Potiguar, situado na Avenida *****, n *****, lote *****, quadra *****, em Uberlândia/MG. Inicialmente, pedi um drink e fui informada pela garçonete de que a bebida era forte. Respondi que já havia consumido anteriormente e que gostava desse tipo de bebida. Contudo, quando o drink chegou, estava fora do padrão esperado. Solicitei a troca, escolhi outra opção e novamente a bebida veio inadequada, aguada e com gosto de limão aparentemente passado.
Diante disso, decidi apenas pedir um chopp e continuar a confraternização. Meus filhos não optaram pelo rodízio. Assim, pedi separadamente uma porção de batata frita e uma porção de filé de tilápia. Durante a comemoração, garçons passavam oferecendo pizzas aos clientes que haviam escolhido o rodízio. Entretanto, não havia qualquer identificação, pulseira ou controle visual que diferenciasse os clientes do rodízio dos demais consumidores. Ao final, solicitei a conta e fui surpreendida com a cobrança de um rodízio adulto e um rodízio infantil.
A garçonete afirmou insistentemente que minha filha de 16 anos havia consumido pizza do rodízio, o que não ocorreu. Também afirmou que meu filho de 9 anos havia consumido pizza. Solicitei então que o gerente verificasse as câmeras do estabelecimento, pois me senti tratada como se estivesse agindo de má-fé.
Nesse momento, a própria funcionária dirigiu-se ao meu filho e perguntou diretamente se ele havia comido pizza. Meu filho respondeu que o garçom lhe ofereceu um pedaço e que ele aceitou, sem saber que havia qualquer restrição ou cobrança específica, inclusive relatando que sequer gostou e não comeu o pedaço inteiro.
Ressalto que, sendo uma criança de 9 anos, caberia ao funcionário informar previamente aos responsáveis antes de servir qualquer item vinculado ao rodízio. Caso houvesse comunicação adequada, eu poderia decidir conscientemente pela adesão ou não ao serviço.
Em relação à acusação sobre minha filha, mantive minha posição e pedi novamente a conferência das imagens. O gerente informou que seriam mais de três horas de gravação e que somente mediante vias judiciais eu poderia ter acesso. Contudo, em nenhum momento houve disposição em verificar as imagens no horário aproximado informado por mim, justamente o período em que os demais convidados começaram a consumir o rodízio.
Ao final, retiraram a cobrança referente à minha filha, mas mantiveram integralmente o rodízio infantil. Mesmo discordando da cobrança, realizei o pagamento para evitar maior constrangimento. Toda a situação me causou extremo desconforto, constrangimento e sensação de desrespeito. O gerente adotou postura indiferente, sem buscar mediação adequada ou esclarecimento imparcial dos fatos, preferindo respaldar exclusivamente a versão dos funcionários sem conferir as imagens que poderiam esclarecer a situação de forma simples e imediata.
Dessa forma, registro minha insatisfação com: a falha no atendimento; a cobrança indevida e desproporcional; a ausência de controle do estabelecimento quanto aos clientes do rodízio; a oferta de consumo a menor sem ciência dos responsáveis; e o constrangimento sofrido diante de terceiros.
Solicito providências e análise do ocorrido pelos órgãos competentes.
Gostaria ainda de reforçar que solicitei a verificação das imagens do estabelecimento justamente para esclarecer os fatos de forma transparente e evitar qualquer injustiça, tanto contra mim quanto contra o próprio restaurante.
Entendo que situações como essa podem ocorrer quando não há controle adequado dos clientes que aderiram ao rodízio. Por isso, considero essencial que o estabelecimento adote algum tipo de identificação visível para os consumidores do rodízio, como pulseiras, comandas específicas ou qualquer outro meio de controle.
Além disso, caso uma criança que não aderiu ao rodízio aceite alimento oferecido por um funcionário da casa, o correto seria que o garçom ou gerente procurasse imediatamente os pais ou responsáveis antes de consolidar qualquer cobrança. Uma criança de 9 anos não possui discernimento técnico sobre regras comerciais de rodízio, especialmente quando o próprio funcionário oferece o alimento espontaneamente.
Se eu tivesse sido informada no momento do ocorrido, teria resolvido a situação imediatamente, conversando com meu filho e decidindo conscientemente se aderiríamos ou não ao serviço. Contudo, nada foi comunicado. Apenas ao final fui surpreendida com a cobrança integral de um rodízio infantil, mesmo sem participação efetiva no serviço.
O que mais causou indignação foi a ausência de interesse do gerente em verificar as imagens no horário aproximado informado, preferindo manter uma cobrança baseada exclusivamente na versão dos funcionários, o que me fez sentir desrespeitada, constrangida e [Editado pelo Reclame Aqui] como consumidora.