Dificuldade de acesso a programa de oxigênio residencial e mau atendimento na Secretaria de Saúde

Não respondida
Bauru - SP
17/08/2026 às 13:23
ID: 256658821
Minha mãe é cardíaca e após uma pneumonia teve àgua no pulmão sendo recomendado o uso de oxigênio.
Considerando que a mesma passou 8 dias no hospital entre UTI e quarto, aluguei oxigênio para possibilitar sua alta. Comprei inclusive um oximêtro para monitorar o saturação. O médico do hospital preencheu a documentação para inclusão no programa público de oxigênio residencial do SUS, cujo o acesso é através da Secretaria Municipal de Saúde de Bauru.
Aí começou o problema. Compareci com a documentação em 12.08.26. O atendimento foi na recepção da Secretaria, efetuado em pé, sem o mínimo de acolhimento, e me informaram que o layout do do formulário tinha mudado, e que haviam mandado email aos hospitais informando. Retornei ao serviço social do hospital, e fui informada que o email do hospital ao qual a Sec da Saúde alegava ter enviado a mudança do formulário estava errado, e que não haviam recebido. Porém, iriam refazer a documentação, no modelo que entreguei em mãos.
Retornei na Secretaria Municipal da Saúde de Bauru em 17.08.26, e novamente fui atendida em pé na recepção, sem qualquer acolhimento.
A enfermeira Rosângela, se negou a protocolar a documentação, sob a alegação que eu não apresentei a testemunha, que figura como avalista ou fiador, para garantir o acesso ao programa e cujo a regra foi o município que inseriu, pois não faz parte do protocolo regular do SUS.
Expliquei que somos apenas eu e minha mãe e que não poderia pedir a conhecidos, cópia de documentos pessoais e que se apresentassem como testemunhas/ avalistas para o acesso à um Programa Publico.
Assim:
-Considerando que a servidora se negou a protocolar os documentos, efetuei reclamação na Ouvidoria da Saúde, cujo o prazo para devolutiva pode ser até 30 dias. *****.
-Considerando que a Sec da Saúde, é serviço de acolhimento publico que deve promover inclusão e facilitar o acesso.
-Considerando que estou alugando o equipamento e recargas necessárias para garantir a saúde da minha mãe, idosa, cardíaca e com DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica).
Deixo registrada minha indignação quanto a ausência de ética e empatia no atendimento de um setor que devia fornecer inclusão, e que esse alerta sirva para aprimorar o acolhimento a outros pacientes e familiares que em momento de maior fragilidade, precisam de acolhimento e colaboração e não de portas fechadas e negativas, sem alternativa para resolução.
Minha mãe é cardíaca e após uma pneumonia teve àgua no pulmão sendo recomendado o uso de oxigênio.
Considerando que a mesma passou 8 dias no hospital entre UTI e quarto, aluguei oxigênio para possibilitar sua alta. Comprei inclusive um oximêtro para monitorar o saturação. O médico do hospital preencheu a documentação para inclusão no programa público de oxigênio residencial do SUS, cujo o acesso é através da Secretaria Municipal de Saúde de Bauru.
Aí começou o problema. Compareci com a documentação em 12.08.26. O atendimento foi na recepção da Secretaria, efetuado em pé, sem o mínimo de acolhimento, e me informaram que o layout do do formulário tinha mudado, e que haviam mandado email aos hospitais informando. Retornei ao serviço social do hospital, e fui informada que o email do hospital ao qual a Sec da Saúde alegava ter enviado a mudança do formulário estava errado, e que não haviam recebido. Porém, iriam refazer a documentação, no modelo que entreguei em mãos.
Retornei na Secretaria Municipal da Saúde de Bauru em 17.08.26, e novamente fui atendida em pé na recepção, sem qualquer acolhimento.
A enfermeira Rosângela, se negou a protocolar a documentação, sob a alegação que eu não apresentei a testemunha, que figura como avalista ou fiador, para garantir o acesso ao programa e cujo a regra foi o município que inseriu, pois não faz parte do protocolo regular do SUS.
Expliquei que somos apenas eu e minha mãe e que não poderia pedir a conhecidos, cópia de documentos pessoais e que se apresentassem como testemunhas/ avalistas para o acesso à um Programa Publico.
Assim:
-Considerando que a servidora se negou a protocolar os documentos, efetuei reclamação na Ouvidoria da Saúde, cujo o prazo para devolutiva pode ser até 30 dias. *****.
-Considerando que a Sec da Saúde, é serviço de acolhimento publico que deve promover inclusão e facilitar o acesso.
-Considerando que estou alugando o equipamento e recargas necessárias para garantir a saúde da minha mãe, idosa, cardíaca e com DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica).
Deixo registrada minha indignação quanto a ausência de ética e empatia no atendimento de um setor que devia fornecer inclusão, e que esse alerta sirva para aprimorar o acolhimento a outros pacientes e familiares que em momento de maior fragilidade, precisam de acolhimento e colaboração e não de portas fechadas e negativas, sem alternativa para resolução.